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domingo, 1 de agosto de 2010

GEHB ** Edson Nery da Fonseca / Entrevista com estudioso da obra de Gilberto Freyre (Prosa & Verso, 31/07/2010)

 

'Freyre queria entender de tudo na vida'
Estudioso da obra do autor homenageado em Paraty, Edson Nery da Fonseca diz que sociólogo era um grande sedutor e desejava ser lido por todos
ENTREVISTA Edson Nery da Fonseca
O pernambucano Edson Nery da Fonseca é um dos maiores estudiosos da obra de Gilberto Freyre, autor homenageado desta oitava edição da Festa Literária Internacional de Paraty, que começa na quarta-feira, dia 2. Nery é também um pesquisador privilegiado, pois conviveu por quase 50 anos com o autor de “Casa-grande & senzala”, obra sobre a qual chegou a fazer inclusive um “dicionário”, “Gilberto Freyre de A a Z”. Também organizou alguns livros do mestre, a pedido dele, como “Palavras repatriadas”. Há ainda aqueles que o próprio Nery inventou, como “Prefácios desgarrados”, pois considera Freyre o maior prefaciador brasileiro e um dos maiores do mundo. Nessa entrevista, em Recife, Nery — que se recupera de um problema de saúde, mas já foi liberado pelos médicos para comparecer à Flip — conta como o sociólogo elegeu-se deputado no século passado com votos comprados, tenta explicar porque seu amigo foi vítima da patrulha ideológica pós-1964, quando teve uma relação polêmica com o governo militar, e mostra porque as obras de Freyre são inconclusas: “Para ele, a História continua, está evoluindo”, diz. Além disso, destaca a visão generalista do sociólogo sobre a sociedade: “Era um homem que pretendia de entender tudo na vida.”
Letícia Lins Correspondente • RECIFE
O GLOBO: Sociólogo, antropólogo, escritor mais generalista do que especialista, autor de “Alhos e bugalhos”, “Sobrados e mocambos”, “Casa-grande & senzala”. Quem foi o intelectual Gilberto Freyre?
EDSON NERY DA FONSECA: Ele próprio escreveu em um livro pouco conhecido, chamado “Como e porque sou e não sou sociólogo”, no capítulo “Como e porque sou escritor”: “em mim, o antropólogo, o sociólogo, o possível pensador são ancilares (escravos) do escritor”. E se queixava muito de que não era convidado para congressos de escritores. Também se queixava que as histórias da literatura brasileira não o incluíam, porque ele era um pensador social, sociólogo, cientista social.
Ele foi mais antropólogo, mais sociólogo, ou mais escritor?
EDSON NERY: Ele próprio se considerava um escritor. Mas tinha formação acadêmica, no sentido universitário, em ciências sociais.
Por que, com tanta formação acadêmica, ele dizia “abaixo o sociologês, o antropologês, o filosofês” e se classificava como um generalista, não especialista?
NERY: Ele detestava essa terminologia especializada. Queria ser lido pelo público em geral, e não apenas por especialistas. Os cientistas apegados a terminologias científicas diziam que ele não era um cientista social, mas um escritor. Como se uma coisa se opusesse à outra, mas não há oposição nenhuma entre a ciência e a literatura. Quem se posicionou assim tinha mentalidade estreita. O grupo de São Paulo, liderado por Florestan Fernandes, por exemplo, se opôs durante muito tempo a Freyre, dizendo que ele tinha generalizações que não eram científicas. Que era prejudicado pelo fato de escrever bem.
Poderíamos dizer que ele foi um dos mais versáteis intelectuais do país?
NERY: A minha definição de Freyre é que ele era um grande sedutor. Por quê? Inicialmente nos seduzia pelas suas ideias originais a respeito da formação brasileira. Por exemplo, dizer que ao contrário do que ocorre na América Hispânica, onde os países foram feitos pela Espanha e pela Igreja, o Brasil foi feito pela família patriarcal. Isso é uma ideia completamente original de Freyre. E é verdadeira. Portugal e a Igreja aqui ficaram submetidas à pátria família dos escravocratas. E sedutor porque recebia todos com muito acolhimento. Era um fidalgo ao natural. Freyre não fez estudo antropológico do Brasil só através dos índios. Ele procurou entender o país de uma maneira global.
Durante a vigência da ditadura militar, Freyre passou a ser hostilizado por intelectuais de esquerda que o consideravam um colaboracionista do regime. Como avalia essas contradições?
NERY: Antonio Candido o admirava, mas depois retirou a admiração. Como o próprio Sérgio Buarque de Holanda, que foi um dos maiores amigos e ajudou Freyre a escrever “Casa-grande & senzala”, porque sabia alemão, língua que o pernambucano não conhecia bem. Muitos daqueles que antes eram amigos, depois de 1964 viraram as costas.
Qual é sua interpretação desse episódio?
NERY: Freyre foi chefe de gabinete de Estácio Coimbra, que foi deposto pela Revolução de 1930, e os dois partiram juntos para o exílio em Lisboa. Estácio tinha grande admiração por Freyre e dizia que, um dia, Freyre seria governador de Pernambuco. Quando acabou a ditadura Vargas, na eleição de 45, a UDN, para agradecer aos estudantes a participação na derrubada da ditadura, ofereceu uma vaga na chapa para a Constituinte de 46. Estudantes elegeram Odilon Ribeiro Coutinho, que nobremente convenceu os colegas de que o representante deles deveria ser Gilberto Freyre, que estava ao lado do estudante Demócrito de Souza Filho quando a polícia civil matou o estudante na sacada do “Diário de Pernambuco”.
Qual foi a reação da sociedade da época?
NERY: Os usineiros da UDN ficaram indignados, e acusaram os estudantes de terem colocado um marxista, um esquerdista na chapa deles. Era assim que os usineiros os tratavam. Quando escrevia “Nordeste”, Freyre fez uma pesquisa sobre a situação dos trabalhadores nas usinas, e as denunciou como sub-humanas. Então propôs ao Sindicato dos Usineiros que se fizesse um inquérito para fornecer a eles subsídios para melhorar a habitação e a alimentação dos cortadores de cana. Essas sugestões deixaram os usineiros indignados. Eles o denunciaram à polícia, onde foi fichado como agitador.
Mas a partir de 1964, depois de participar da elaboração do programa de governo da Arena (partido que dava sustentação ao governo militar) ele foi acusado de estar a favor da ditadura.

NERY:
Freyre foi eleito para a constituinte de 1946. Ele estava bem na cidade de Recife mas tinha poucos votos no interior. Odilon Ribeiro Coutinho foi ao interior e comprou votos para ele. E Freyre se elegeu. Gostou de ser deputado, onde se transformou em um homem de comissões. Quando acabou o mandato, ele se candidatou de novo. Mas a usina de Odilon estava mal e ele não pôde comprar votos para Freyre, que não se reelegeu. Quando os militares deram o golpe e acabaram com as eleições diretas, eles iam a todas as reuniões da Fundação Joaquim Nabuco, inclusive sobre reforma agrária. Quando disseram que não haveria eleição direta, ele pensou que certamente o Marechal Castelo Branco, que era seu amigo, ia indicá-lo à Assembleia Legislativa para o governo do estado. Acontece que o deputado Nilo Coelho oferecia almoços com lagosta todos os domingos e, em um deles, pediu que fosse indicado.
Por que Freyre, que sempre foi amado ou odiado, agora está virando unanimidade?
NERY: Ainda há pessoas que não o aceitam. Em Pernambuco há uma professora que publicou um livro acusando Freyre de racista, porque ele criticava os judeus. Ele não era contra coisa nenhuma, era um homem que pretendia entender de tudo na vida. Ele não era anticatólico. Era a-católico. Ele não era antimarxista, mas pós-marxista. Não era contra nada, porque queria entender tudo na vida. “Casa-grande & senzala”, por exemplo, está cheio de elogios a judeus, mas também tem restrições. Por causa delas, ele é considerado antissemita. Quem diz isso estuda isolando frases, para atacar uma pessoa e toda uma obra.
Durante décadas ele viveu entre a canonização e a excomunhão, segundo seus estudiosos.

A que atribui isso?
NERY: Ao fato de ter procurado ser objetivo, nem de extrema direita nem de extrema esquerda, de ter optado pelo equilíbrio. De ter tido a compreensão global, gestaltiana das coisas.
Além do senhor, que conviveu com ele por longo tempo, e de Odilon Ribeiro Coutinho, outro companheiro de juventude de Freyre foi José Lins do Rego. Pela correspondência entre os dois, parece até que viveram um caso amoroso. O que eles viveram foi amor ou amizade?
NERY: José Lins conta no prefácio que escreveu para um livro de Freyre o encontro deles. Ninguém os apresentou. Ele lia os artigos de Freyre, ficou impressionado e ficaram amigos. Acho que era uma amizade amorosa que havia entre os dois.
Tem muita gente estudando Gilberto Freyre, mas provavelmente ainda há muito o que ser desvendado dos seus escritos e estudos, não?
NERY: Ele é um mundo. Deixou muitos papéis que ainda estão para ser organizados. Ele só não conseguiu escrever o quarto tomo da obra “Introdução à História da sociedade patriarcal no Brasil”, que seria “Jazigos e covas rasas”, dando continuidade a “Casa-grande & senzala”, “Sobrados e mocambos” e “Ordem e progresso”. Eu o ajudei, porque morava no Rio de Janeiro quando ele foi deputado federal. Como a sessão era à tarde, ele passava a manhã na divisão de obras raras da Biblioteca Nacional, fazendo pesquisas para esse livro.
Por que ele não terminou?
NERY: Ele não conseguiu, sequer, iniciar. Ele reuniu uma grande documentação. Aí ele não se reelegeu e trouxe a documentação para o Recife. Enrolou tudo em uma toalha vermelha, que desapareceu.
Ele ficou triste por não concluir o trabalho?
NERY: Não. Porque não concluía nada. A ideia dele era a seguinte: a História não se conclui. Ela continua, está evoluindo. Ele detestava aquilo que chamam de chave de ouro, a conclusão. “Casa-grande & senzala”, “Sobrados e mocambos” e “Ordem e progresso” são obras inconclusas. A “Introdução à história patriarcal do Brasil” ficou sem o último volume, que seria a conclusão, mas ele não gostava de concluir. Chegava a dizer que deveria ficar para os mais sábios a tarefa certamente mais nobre de concluir.
Ele também escrevia poemas e pintava. Como o senhor vê esse lado menos conhecido de Freyre?
NERY: Vou declamar na Flip o poema “Bahia de todos os santos e de quase todos os pecados”, que ele escreveu em 1926, quando conheceu a Bahia, portanto muito antes da exaltação dos valores baianos feita por Ary Barroso e depois por Dorival Caymmi. É um poema em que se manifestam as duas principais características do estilo literário de Freyre: o magismo e a enumeração caótica.
A pintura de Freyre parecia ingênua, mas ele levava a arte muito a sério, dizia que ela tinha a ver com sua produção literária. O senhor concorda?
NERY: Sim. Tinha a ver até com a sociologia dele, porque pintava casas grandes, senhoras de engenho, o capelão da casa-grande, os assuntos eram sempre esses. A pintura foi a continuação de sua obra sociológica.
O Brasil seria o mesmo sem “Casa-grande & senzala” ou a obra reforçou a identidade nacional?

NERY:
O livro foi publicado pela primeira vez em 1933 e em 1934 saíram muitos artigos a seu respeito. Colecionei muitos, quase todos elogiosos, escritos por todos os grandes críticos da época. Lembraria João Ribeiro, que elogiou o livro e fez uma só crítica: não conclui. Freyre respondeu: meu empenho não é concluir, mas interpretar.
FH destacará atualidade da obra de seu antigo adversário intelectual

Ex-presidente elogia pioneirismo e pesquisas de Freyre

Gilberto Scofield Jr.

SÃO PAULO
No próximo dia 4 de agosto, quando o expresidente Fernando Henrique Cardoso fizer a conferência de abertura da Flip sobre Gilberto Freyre — com a palestra “‘Casa-grande & senzala’: um livro perene”, num evento que pretende homenagear o sociólogo, antropólogo e escritor pernambucano — os debates não estarão restritos à ótica do conceito de democracia racial, seus flertes com o conservadorismo, sua extraordinária tese sobre a formação da sociedade brasileira através da contribuição de brancos, negros e índios ou mesmo seu apoio ao golpe militar de 64.

Mais que isso, as discussões provavelmente mostrarão a impressionante atualidade de Freyre e sua inesgotável capacidade de gerar questionamentos, especialmente num momento em que ainda se discute no Brasil a propriedade das ações afirmativas e cotas específicas para negros em empresas e universidades. Nestes casos, diz o ex-presidente, Gilberto Freyre é tanto atual quanto conflituoso, especialmente com o movimento negro no Brasil hoje.

— Nos anos 30, Freyre foi muito inovador. Rompeu com um tipo de análise social racista na época. Rompeu com a visão evolucionista de (Francisco José de) Oliveira Viana, o ideal do Estado forte. Curiosamente, hoje o movimento negro deve achá-lo racista porque ele era a favor do sincretismo, enquanto hoje eles não são. Todo o movimento negro atual vai na direção da identidade e classificação racial, na base do “tudo o que não é branco é negro”. Mas a teoria de Freyre defende que o Brasil é diferente justamente porque não tem isso. Ele não aceita raça como critério, diz que aqui há um leque de cores e é melhor que seja assim. Simpático com os negros e indígenas, sobretudo com a ideia de miscigenação, e crítico da enorme mortalidade infantil nesses grupos, acho que ele seria simpático a ações afirmativas, mas seria contrário às cotas — diz ele.

Fernando Henrique Cardoso — que também receberá na Flip, das mãos dos editores da Paz e Terra, o seu novo livro “Xadrez internacional e socialdemocracia” — vai tentar explicar também os fundamentos da já clássica ruptura, nas décadas de 50 e 60, entre o pensador pernambucano e certo grupo acadêmico das áreas de sociologia e antropologia da USP (onde o próprio FH estudava e pesquisava).

Mais tarde, o meio acadêmico acabou “reabilitando” Freyre, convencido da importância de seu pioneirismo em muitos campos, incluindo a defesa do papel da miscigenação das raças na formação de um Estado menos conflituoso em comparação, por exemplo, aos EUA da época.

Segundo FH, as críticas iniciais dos professores da USP a frentes: uma relativa ao seu pensamento acadêmico e outra por conta de suas posições políticas conservadoras. Nos anos 50 e 60, diz ele, a época de transformações fazia crescer a importância das teses desenvolvimentistas, especialmente em São Paulo. Aos olhos do grupo da USP, a ideia de romantização da escravidão e a tese da democracia racial, que subestimava os conflitos raciais no país, eram subjetivas demais para serem levadas a sério. Freyre era considerado, com desprezo, um ensaísta pouco objetivo.
Retirada de patrocínio por sua causa seria ridículo, diz
Do lado pessoal, condenavam as demonstrações de simpatia do antropólogo pelos ideais salazaristas, pelo golpe militar de 1964 e até pelo luso-tropicalismo, que de alguma maneira foi lido na época como uma justificativa da presença colonial portuguesa na África. Não faltaram sobrancelhas eriçadas em relação ao que consideravam um “saudosismo do patriarcado”, especialmente nas críticas ao seu livro “Ordem e progresso”.

— Além disso, as pesquisas e estudos de nosso grupo na USP sobre relações interraciais nos mostravam outro panorama.

Nós não encontrávamos outra coisa senão preconceito e discriminação.

Minha pesquisa na Região Sul e outras não batiam com a imagem que ficou de “Casa-grande & senzala”, de idealização. É verdade que Gilberto Freyre não fala diretamente em democracia racial, mas a ideologia era bastante endossada oficialmente no Brasil na época, especialmente pelos militares — afirma FH.

Ele conta que, uma vez, em palestra a empresários e diplomatas estrangeiros sobre seus estudos de negros realizada no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, encomendada pela Unesco, ouviu de um diplomata do Itamaraty, onde ocorria o encontro, que quase o colocara para fora: — Apresentei meus dados dizendo: “tem preconceito no Brasil”. No final, o diplomata me chamou e disse: “eu quase botei você para fora da sala porque você está falando mal do Brasil para estrangeiros”. E o fato é que o governo todo defendia as teses de Gilberto Freyre de que o Brasil era uma democracia racial, sem conflitos. A própria Unesco, quando veio a São Paulo pedir que nós fizéssemos o estudo no Sul vinha com a ideia.

Eles queriam mostrar ao mundo que o Brasil era um exemplo de democracia racial — conta.

Explicadas as desavenças, Fernando Henrique tratará de mostrar que, no frigir dos ovos, as idiossincrasias de Gilberto Freyre nunca comprometeram sua genialidade, originalidade e sua contribuição para o entendimento do tecido social brasileiro ontem e hoje. A começar por seu gigantesco domínio da bibliografia e de sua base empírica ampla, o que derruba a tese do “ensaísta subjetivo”. E de como ele influenciou gerações de pensadores brasileiros, incluindo o próprio ex-presidente, que não tinha com o pernambucano uma relação de proximidade — encontrou-se com o pernambucano apenas em três ocasiões —, mas foi a única exceção na lista negra de Gilberto Freyre sobre os “marxistas ideológicos da USP”.

— Você pode discordar das interpretações de Freyre, mas não da falta de conhecimento dele dos assuntos. Não era um achismo, como se dizia. Seu entendimento de Brasil permaneceu porque, de alguma maneira, se aquilo não era assim, ele e muita gente gostaria que assim fosse. Então há nele um lado mítico, não no sentido negativo de dizer que é uma fantasia, mas no sentido de dizer: “olha, as coisas poderiam ser assim” — afirma.

Sobre os boatos de que a Petrobras teria cancelado o patrocínio da Flip por conta de sua participação, é taxativo: — Não sei se é verdade, mas se fosse, seria ridículo. Inacreditável essa noção de que tudo é para aproveitamento político, o que reduz os espaços para o debate intelectual. Eu nunca misturo canais. E desde quando Gilberto Freyre é um ícone da esquerda?
ENCONTRO COM O AUTOR: Quarta, dia 4, às 19h, fará a palestra “‘Casa-grande & senzala’: um livro perene”. Debatedor: Luiz Felipe de Alencastro. Quinta, dia 5, às 13h30m, ele conversará com o escritor Salman Rushdie sobre obras clássicas em encontro promovido pela Companhia das Letras.

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"A História é o passado ressignificado"
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Fabrício Augusto Souza Gomes

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Atividade nos últimos dias:
        **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

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