Grupo de Estudos da História do Brasil - GEHB

Este espaço é reservado para troca de textos e informações sobre a História do Brasil em nível acadêmico.

terça-feira, 22 de maio de 2018

ANPUH-Rio - XVIII Encontro de História, Encontro Internacional: História & Parceria.

ANPUH-Rio - XVIII Encontro de História, Encontro Internacional: História & Parceria.

Apresentação


Várias parcerias ficaram consagradas no século XX. Relembrá-las talvez nos ajude a pensar no significado de companhia. A música Garota de Ipanema, composta por Tom Jobim e Vinicius de Morais tornou-se uma das canções mais tocadas no mundo. É difícil encontrar alguém que não saiba cantá-la. O bêbado e a equilibrista, por sua vez, de João Bosco e Aldir Blanc, lavou a nossa alma, reprimida nos anos de chumbo da ditadura. O que dizer da popular novela Guerra dos sexos, onde Fernanda Montenegro e Paulo Autran contracenaram em cenas memoráveis de comédia, realizadas por dois gênios do teatro? No mundo das artes, as parcerias transformam-se muitas vezes em eventos inesquecíveis, nos fazendo acreditar que o ato de criar pode ser ainda mais iluminado com a luz de outrem.
Por razões ainda desconhecidas, as parcerias acadêmicas nas áreas de humanas não são tão bem vistas. Aqui não é o lugar para refletir sobre as tentativas de imposição de um conhecimento sobre o outro, nem mesmo repensar o papel dos órgãos de fomento no desestímulo às ações compartilhadas. Nem mesmo devemos desnudar os constrangimentos provocados por aqueles que transitam entre fronteiras, assumindo o risco de conhecer e reconhecer a produção acadêmica de uma outra área que não a História.
O que dizer então das parcerias entre a História e os movimentos sociais, das questões que envolvem o engajamento do historiador em tempos tão desafiadores? Prepotência, retrocesso, desesperança? Não, talvez seja apenas o medo de sair da zona de conforto e, em parceria, aprender e/ou reaprender com o outro.
Todos nós temos algo a dizer. Compartilhar saberes, estimular parcerias entre a História e suas colegas da grande área de Humanas é o desafio deste encontro da ANPUH-Rio que, ousadamente, produziu também o primeiro Encontro Internacional: História & Parceria. Convidamos a todos a ir em busca de novas parcerias, assumindo o risco de aprender um pouco mais.
Essa reflexão norteará os trabalhos do XVIII Encontro de História, promovido pela Anpuh-Rio, em parceria com a Universidade Federal Fluminense entre os dias 23 e 27 de julho de 2018. O evento será realizado no Instituto de História, no Campus do Gragoatá, na Universidade Federal Fluminense.

MAIORES INFORMAÇÕES CLIQUE NO LINK ABAIXO


Several partnerships got consecrated in the 20th century. Remembering them might help us think about the meaning of company. The song Garota de Ipanema [Girl from Ipanema], by Tom Jobim and Vinicius de Moraes, became one of the most played songs in the world. It is hard to find someone who does not know how to sing it. Another song, O bêbado e o equilibrista, by João Bosco and Aldir Blanc, washed our souls repressed by the iron years of the dictatorship. What can we say about the popular soap opera Guerra dos Sexos in which Fernanda Montenegro and Paulo Autran starred in legendary comedy scenes, brought to life by two theater geniuses? In the art world, partnerships often become unforgettable events leading us to believe that the creation act can be even more illuminated by the light of someone else.
For reasons still unknown, academic partnerships in humanities are frowned upon. Here is not the place to reflect the attempts to impose a knowledge over the other, not even to rethink the role of fostering organizations in the discouragement of shared actions. We also should not unveil the embarrassments provoked by those who wander between borders, taking the risk to know and recognize the academic production of an area different from History.
What to say then about the partnerships between History and social movements, about the questions that enclose the engagement of the historian in such challenging times?  Is it arrogance, regression, hopelessness? No, maybe it is just the fear of leaving the comfort zone and, together, learn and/or relearn with the other.
We all have something to say. To share knowledge, stimulate partnerships between History and its colleagues from the big field of Humanities is the challenge of this ANPUH-Rio meeting which outrageously also produced the first Encontro Internacional: História & Parceria. We invite you all to search for new partnerships, taking the risk of learning a little more.
This reflection will guide the works of XVIII Encontro de História promoted by ANPUH-Rio in partnership with the Universidade Federal Fluminense between July 23rd and July 27th, 2018. The event will be held in the Instituto de História in the Gragoatá Campus of the Universidade Federal Fluminense (Niterói, Rio de Janeiro, Brazil).
MORE INFORMATION CLICK BELOW

segunda-feira, 14 de maio de 2018

LIVRO SOBRE A HISTÓRIA PLUGADA E ANTENADA.

  Prezados(as) colegas,
        Em atenção a solicitação do Prof. Dr. Áureo Busetto, organizador do livro História plugada e antenada, divulgo a mensagem abaixo.
        Abraços.       
Adalberto Paranhos
Professor do Instituto de Ciências Sociais
e do Programa de Pós-graduação em História
Universidade Federal de Uberlândia
Pesquisador do CNPq


Editor de ArtCultura: Revista de História, Cultura e Arte.

LIVRO SOBRE A HISTÓRIA PLUGADA E ANTENADA,

     Já está à disposição de todos os interessados o livro História plugada e antenada: estudos históricos sobre mídias eletrônicas no Brasil, organizado pelo historiador Áureo Busetto, da Unesp-Assis, e publicado pela Appris Editora, de Curitiba. Dividido em três partes (Mídias eletrônicas e música, História da televisão: do regional ao internacional e História e televisão: perspectivas de pesquisas), ele reúne colaborações de pesquisadores dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina, ligados, entre outras instituições, à UFU, Unesp-Franca, Unesp-Assis, UFMS-Aquidauana, UEL, Universidade do Sagrado Coração, Udesc e UFSJ.
     Seguem, abaixo, a capa e o sumário.


SUMÁRIO
PARTE I
MÍDIAS ELETRÔNICAS E MÚSICA .................................................................................11
1 - O CERCO DO SILÊNCIO E AS VOZES DESTOANTES NO SAMBA NO
TEMPO DO “ESTADO NOVO” ........................................................................................13
Adalberto Paranhos
2 - VANGUARDA E MÚSICA POPULAR: UMA REFLEXÃO SOBRE A
VANGUARDA PAULISTA ...................................................................................................33
José Adriano Fenerick
3 - VIOLÊNCIA SOB E SOBRE O ROCK NA MÍDIA – BRASIL E
PORTUGAL .................................................................................................................... 51
Paulo Gustavo da Encarnação
4 - SAMBA NA COLEÇÃO HISTÓRIA DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA:
DO ESTÁCIO AO SAMBA-CANÇÃO ...............................................................................69
Vanessa Pironato Milani
5 - PROGRAMAS MUSICAIS NA TV BRASILEIRA: BREVE PANORAMA
(1964-1985) ........................................................................................................................93
Rafael Paiva Alves
PARTE II
HISTÓRIA DA TELEVISÃO: DO REGIONAL AO INTERNACIONAL .................115
1 - POR UMA MIRADA INTERNACIONAL NA HISTÓRIA DA TV NO
BRASIL .......................................................................................................................... 117
Áureo Busetto
2 - EMISSORAS TELEVISIVAS DE CAMPO GRANDE (MS) − ALGUNS
APONTAMENTOS SOBRE FONTES E A PRODUÇÃO ACADÊMICA .................137
Edvaldo Correa Sotana3 - HISTÓRIA DAS CONCESSÕES DE TELEVISÃO NO PARANÁ: POUCOS
REGISTROS, MUITA POLÍTICA .....................................................................................155
Osmani Ferreira da Costa
4 - HISTÓRIA POLÍTICA COMPARADA DA TELEVISÃO: A FUNDAÇÃO
CENTRO BRASILEIRO DE TELEVISÃO EDUCATIVA E O CANAL 13
MEXICANO ...........................................................................................................................181
Eduardo Amando de Barros Filho
5 - O PAPEL EDUCATIVO DA TELEVISÃO NO BRASIL E NA FRANÇA:
ITINERÁRIO DE UM CONCEITO ...................................................................................197
Wellington Amarante Oliveira
PARTE III
HISTÓRIA E TELEVISÃO: PERSPECTIVAS DE PESQUISAS ................................211
1 - A COBERTURA TELEVISIVA DA REDE GLOBO − UM CONTRAPONTO
NECESSÁRIO NO VÍDEO “UM DIA NUBLADO: O CINEMA NAS GREVES DO
ABC” .......................................................................................................................................213
Rafael Rosa Hagemeyer
2 - FONTES TELEJORNALÍSTICAS NOS DOMÍNIOS DE CLIO: NOTAS
METODOLÓGICAS .............................................................................................................247
Cássia Louro Palha
3 - DOS PALCOS À TELINHA DA TV: A TRAJETÓRIA DE O BEM-AMADO .........267
Emilla Grizende Garcia
OS AUTORES ................................................................................................................285

Ambigüidades brasileiras sobre o 13 de Maio

Fonte: Filosofia Social e Positivismo



A comemoração do 13 de maio é algo bastante problemático no Brasil atual.

Muitos sociólogos e historiadores afirmam que o Brasil tem uma espécie de amnésia a respeito da escravidão; pode ser, mas com certeza temos uma profunda "má consciência" disso, isto é, é uma lembrança profundamente incômoda, desagradável; é uma chaga que nos persegue.

Essa "má consciência" pode ser entendida de duas formas: (1) ou uma tentativa de simplesmente apagar o passado e fingir que esse passado não ocorreu; (2) ou uma forma de impulsionar mudanças efetivas no presente, para o futuro, a fim de corrigir erros e problemas anteriores.


É claro que essas duas formas da "má consciência" não são necessariamente excludentes entre si, embora elas possam, de fato, separarem-se.

Quando sociólogos e historiadores afirmam a "amnésia" a respeito da escravidão, eles insistem na primeira possibilidade, deixando implícita ou em segundo plano a segunda possibilidade.

Mas, ao mesmo tempo, como é sabido, o 13 de maio acarretou a libertação dos escravos, mas não a integração dos ex-escravos à sociedade em termos sociais e políticos; eles tornaram-se livres, mas não se tornaram cidadãos.

É claro que essa lacuna aumenta dramaticamente o peso que a escravidão tem sobre o Brasil e sobre a memória coletiva sobre ela.

Os positivistas brasileiros, desde 1881 (fundação da Igreja Positivista do Brasil), passando por 1888 (Abolição da Escravidão), mas ainda mais após 1889 (Proclamação da República), envidaram os maiores esforços para, inicialmente, acabar com a escravidão e, em seguida, incorporar os ex-escravos - aliás, de modo geral, todos os "excluídos" - à sociedade, como cidadãos respeitados, valorizados e produtivos. Sinal inequívoco disso foi o estabelecimento, em 1890, do dia 13 de maio como feriado dedicado à confraternização de todos os brasileiros

Enfim, a ambigüidade brasileira a respeito do dia 13 de maio aumenta ainda mais quando se constata que os movimentos negros atuais criticam as limitações do 13 de maio - críticas que, nesse sentido, são corretas e mesmo necessárias - para realizarem de uma única vez inúmeras ações daninhas para o país: (1) negam a importância da abolição da escravidão; (2) afirmam o particularismo negro (por meio da "consciência negra"); (3) estimulam o racismo (seja por meio do "racismo reverso", isto é, dos "negros" contra os "brancos", seja por meio da separação da sociedade brasileira entre "negros" e "brancos") e (4) como suposta solução para esses problemas, afirmam a validade, a legitimidade e a eficácia do "racismo reverso" e dos privilégios baseados na raça (as "ações afirmativas", que institucionalizam o racismo de Estado).

Em suma, a comemoração do 13 de maio no Brasil é problemática porque ela recorda-nos de uma gigantesca nódoa em nossa história. O impulso geral básico no Brasil é por esquecermos essa nódoa, em vez de usarmos a vergonha do passado para melhorarmos o presente e o futuro; por fim, os ativistas sociais contemporâneos pretendem que o melhor curso de ação é aquele que, conscientemente, aumenta o racismo, em vez de diminuí-lo; que cria privilégios, em vez de aumentar a cidadania.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

quarta-feira, 28 de março de 2018

Pesquisadores lançam livro sobre a imigração portuguesa para o Rio de Janeiro

Fonte: FAPERJ - Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.

Está agendado para o dia 10 de abril, às 19h, na Blooks Livraria (Praia de Botafogo, 316), o lançamento do livro Portugueses e cidadãos: experiências e identidades nos séculos XIX e XX, dos professores e pesquisadores de História Gladys Sabina Ribeiro (Universidade Federal Fluminense – UFF), Paulo Cruz Terra (UFF) e Fabiane Popinigis (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ). Publicado pela Mauad Editora, a obra tem 216 páginas e analisa a imigração lusitana para o Brasil e, particularmente, para o Rio de Janeiro nos séculos XIX e XX. Os autores abordam temas como os sentimentos xenófobos prolongados entre brasileiros e portugueses, a atuação dos portugueses nos setores a que se dedicaram majoritariamente na condição de trabalhadores, transportes e comércio, o impacto que causaram no mercado de trabalho assalariado pelo fato de serem brancos e ocuparem postos de uma população livre, igualmente pobre, mas descendentes de escravos ou egressos do cativeiro. Abastados ou com poucas posses, sua divisa era sempre a de trabalhar duro e de usufruir dos mesmos direitos dos nativos no País, apoiados por uma rede de solidariedade de patrícios já estabelecidos no País. A edição da obra contou com o apoio da FAPERJ, por meio do programa Cientistas do Nosso Estado, de que foi beneficiária a autora Gladys Sabina Ribeiro. Mais informações: www.mauad.com.br.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Revista Tempo e Argumento, editada pelo Programa de Pós-graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina.

Prezados colegas
Cumprimentando-os, gostaríamos de apresentar o dossiê “Redes de produção e circulação da música popular nas Américas no século XX”, recentemente lançado, sob nossa organização, na revista Tempo e Argumento (vinculada ao Programa de Pós-graduação em História/UDESC, área de concentração: História do Tempo Presente; Qualis A2 na área de História).
Destacamos na edição a participação (primorosa!) de colegas voltados para os cruzamentos entre História & Música, e convidamos à leitura dos textos:
Acordes D’Além-Mar – memórias das Bandas Filarmônicas Portuguesas nas Américas no Século XX; por Antonio Seixas e Diana de Souza Pinto
Xô, fado! Nacionalismo e antilusitanismo na terra do samba; por Adalberto Paranhos
Afinidades eletivas. A Funarte e o samba carioca como patrimônio da cultura nacional; por Tânia Garcia
Nas asas da Varig e da Panair: o Conjunto Farroupilha e o espalhamento da música popular brasileira e gaúcha nos anos 50 e 60 do século XX; porLuciana Prass
Música, metáforas e lugar: os sons do Rio da Prata; por Maria Eugenia Dominguez
Ayudar a aquellos artistas que transformaron la canción em un arma de lucha”: o papel das Juventudes Comunistas na difusão da Nova Canção Chilena (1968-1973); por Natália AyoSchmiedecke
Salientamos também a entrevista realizada por Susana Sardo com o colecionador José Moças, tematizada pela formação da coleção de discos 78 rpm (1900-1950), sediada no Acervo que também leva seu nome e encontra-se sob a guarda da Universidade de Aveiro/ Portugal.

Desejamos a todos e todas uma boa leitura,

Redes de produção e circulação da música popular nas Américas no século XX
Cordialmente,
Márcia Ramos de Oliveira e Tânia Costa Garcia (organizadoras do dossiê)



quinta-feira, 22 de março de 2018

III Simpósio Nacional de História Militar

Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME)

agosto 14, 2018 – agosto 17, 2018



A Escola de Comando e Estado-Maior do Exército - Escola Marechal Castello Branco - sediará, no período de 14 a 16 de agosto do corrente ano, o III SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA MILITAR.
Este evento busca congregar acadêmicos, docentes, estudantes e pesquisadores da História Militar, civis e militares. Sua proposta é a de buscar a articulação do campo da História Militar, tratando da pesquisa na área, das problemáticas referentes ao objeto da História Militar, seus métodos e técnicas de pesquisa, suas relações com outras dimensões da História e com outras disciplinas como a Sociologia, a Antropologia, a Ciência Política, bem como da utilização dos arquivos militares e institucionais no Brasil e na América.
O objetivo do Simpósio é consolidar a História Militar como área de pesquisa interdisciplinar, plural e polifônica, visando congregar as diferentes perspectivas de pesquisas acadêmicas em andamento.
A programação do Simpósio favorecerá o debate sobre os estudos de História Militar em curso no Brasil, por intermédio de conferências, mesas redondas e simpósios temáticos. Os resultados obtidos neste fórum serão publicados em formato digital e impresso.
Este evento é aberto ao público em geral, mediante inscrição prévia e gratuita nas categorias “Autor” e “Ouvinte”. As instruções estão disponibilizadas neste site.
    DPHDM  EGN  

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

III Jornada de História do Trabalho na Amazônia

          Prezados(as) colegas,
          Será sediada  na Universidade Federal do Pará, entre os dias 29 nov. e 1 dez., a III Jornada de História do Trabalho da Amazônia, promovida pela seção paraense da Associação Nacional de História (Anpuh).
    O evento reunirá professores/pesquisadores de universidades dos estados do Amazonas, Maranhão, Pará, bem como de Minas Gerais e Rio de Janeiro.
    Quem quiser e puder comparecer será bem-vindo.
    Abraços.
    Adalberto Paranhos

Adalberto, segue o site do evento, para que você possa conhecê-lo melhor e ajudar a divulgá-lo:


CLIQUE NA IMAGEM PARA MAIORES INFORMAÇÕES:

III Jornada de História do Trabalho na Amazônia

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Revista Doc on-line n. 22.

Minhas caras, meus caros,  

É com grande satisfação que anunciamos a publicação do número 22 da Doc On-line. Revista digital de cinema documentário com o tema Sonoridades do documentário”. Vejam, abaixo, o sumário deste número.

Aproveitamos para convidá-los(as) a navegar pelas suas diversas seções através do endereço: http://ojs.labcom-ifp.ubi.pt/index.php/doc

Também estamos recebendo material para o próximo número da revista, cujo tema é "Documentário no feminino", até o dia 15 de dezembro.

Aguardamos sua contribuição!

Cordialmente,

Os editores
Manuela Penafria e Marcius Freire


DOC 22
SONORIDADES DO DOCUMENTÁRIO | Sonoridades del documental | Documentary sonoroties | Sonorités du documentaire
Setembro 2017


Índice

EDITORIAL
Editorial | Editor’s note | Éditorial
Sonoridades do documentário
Marcius Freire & Manuela Penafria

DOSSIER TEMÁTICO
Dossier temático | Thematic dossier | Dossier Thématique
Som direto: quatro aspectos da tomada sonora da voz no cinema
documentário
Renan Paiva Chaves

Jogo de cena: um outro olhar sobre a entrevista no documentário
Carlos Pernisa Júnior & Helena Oliveira Teixeira de Carvalho

Bezerra da Silva, Cartola & Velha Guarda da Portela: um mergulho
no documentário brasileiro contemporâneo sobre samba
Guilherme Carréra Campos Leal

Vozes da guerra, cantos de amor: um documentário-balada sobre
meninos soldados
Miguel Alfonso Bouhaben, Sandra Straccialano Coelho
& Guilherme Maia

Os efeitos de sentido do som no cinema documental e o contrato
de veridicção
Alexandre Provin Sbabo

Antoine Bonfanti e a escuta do mundo em documentários não controlados
Sérgio Puccini

Contra-archivos: estrategias de apropiación de imágenes y sonidos
de perpretadores
Mariano Veliz

A fala no documentário O fim e o princípio (2005) de Eduardo Coutinho
Fernando Andacht & Débora Regina Opolski

Puras palabras. Sobre algunos de los usos de los testimonios en los
documentales argentinos que evocan el pasado reciente
Gustavo Aprea

Música e som em três documentários brasileiros curta-metragem
de 1959: nacionalismos, tradição, modernismos e identidade
brasileira
Luíza Beatriz A. M. Alvim

Met Dieric Bouts: investigaciones en torno al contrapunto cinematográfico
Santiago Rubín de Celis Pastor

Eduardo Coutinho et la création d’un « espace sonore » dans le
documentaire
Gustavo Coura Guimarães

ARTIGOS
Artículos | Articles | Articles
O (ir)representável da História: o cinema e o arquivo do Holocausto
Miguel Mesquita Duarte

O arquivo e a morte no documentário brasileiro contemporâneo:
A paixão de JL e Elena
Gabriel Malinowski

O cinema como errância – os deslocamentos como objetos: o documentário
aforístico de Llorenç Soler
Rafael Tassi Teixeira

Metáforas en el cine – un recorrido por las representaciones del
documental argentino sobre la crisis de 2001
Teresa Álvarez Martín-Nieto

El botón de nácar e a repressão na América Latina
Moisés Carlos Ferreira

LEITURAS
Lecturas | Readings | Comptes Rendus
O documentário contemporâneo e os limites da realidade
Jennifer Jane Serra

ANÁLISE E CRÍTICA
Análisis y crítica de películas | Analysis and film review |
Analyse et critique de films
A queima: vozes e ruídos na construção de um mito
Ester Maria Silva Rosendo

La deconstrucción de las imágenes del Libertador en: Bolívar sinfonía
tropikal (1980), de Diego Rísquez
Rafael Arreaza Scrocchi

A escritura sonora e o processo de construção do documentário
Jards (2012), de Eryk Rocha
Cristiane da Silveira Lima

Entrevista | Interview | Entretien
Entrevista con Diego Rísquez: Descifrando el film Bolívar sinfonía
tropikal (1980)
Rafael Arreaza Scrocchi

A sonoridade do documentário Jards (2012), de Eryk Rocha. Entrevista
com o sound designer Edson Secco
Cristiane da Silveira Lima

Entrevista com Ana Rieper: documentários musicais como um território
de afetos
Guilherme Sarmiento & Lucas Ravazzano

DISSERTAÇÕES E TESES
Disertaciones y Tesis | Theses | Thèses
Agenciamentos estéticos e políticos no audiovisual contemporâneo:
imagens de arquivo na obra de Harun Farocki
Jamer Guterres de Mello

O documentário autobiográfico: o cinema de Cambridge e a obra
de Ross McElwee
Gabriel Kitofi Tonelo

O corpo feminista e animado: as representações dos gêneros nos
filmes de animação feministas da década de 1970 de Monique
Renault
Fernanda Resende Serradourada

O cinema investigativo de Errol Morris e suas táticas de construção
fílmica em um cinema social
Dayane de Andrade

Documentário radical ou a ficção como colaboração: invenção,
disjunção e cinema compartilhado. Devir e cosmovisão em
As hipermulheres
Philipi Emmanuel Lustosa Bandeira

Vídeos instantâneos nas redes sociais: momentos da vida real e o
efêmero da comunicação pessoal
Maira Tomyama Toledo

Cinema direto na Paraíba: a consolidação de um estilo na representação
do real
Leandro Cunha de Souza

Identidade social e a representação da epilepsia no cinema
Fernanda Sayuri Gutiyama

Cinema Queerité: gêneros e identidades minoritárias no documentário
Paris is burning
Ademir Silveira Corrêa

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

FGV | Call for Papers para o II Seminário Internacional Histórias do Pós-Abolição no Mundo Atlântico.

Call for Papers para o II Seminário Internacional
Histórias do Pós-Abolição no Mundo Atlântico
Prazo 07 de janeiro de 2018
A abolição da escravidão no Brasil completa 130 anos em 2018. A data articula uma série de significados atribuídos, questionados e disputados por diferentes sujeitos sociais do passado e do presente.

Para debater o assunto, o
 Laboratório de Estudos Étnico-Raciais (LEER) a Escola de Ciências Sociais da FGV (CPDOC) em parceria com LABOI da UFF, ANPUH, GT Emancipações e Pós Abolição, UnB, UFRRJ e apoio da UFRJ, do e CNPq, realiza, dias 15 e 18 de maio de 2018, o “II Seminário Internacional Histórias do Pós-abolição no Mundo Atlântico”.

Os pesquisadores interessados em participar dos debates devem submeter seus trabalhos para avaliação até 7 de janeiro de 2018

Encorajamos, em especial, a submissão de trabalhos que dialoguem com os seguintes eixos temáticos:
I. Memória e História Pública da escravidão e da liberdade;II. Racismo e antirracismo em perspectiva histórica;III. Intelectualidades e ativismos negros;IV. Trajetórias e práticas de sociabilidade: raça, classe, gênero e sexualidades;V. Balanço historiográfico do pós-abolição;VI. Políticas públicas de reparação para a escravidão atlântica;VII. Reeducação das relações étnico-raciais.

Os trabalhos poderão ser inscritos nas modalidades:
 Comunicação individual de pesquisa  Pôster – Iniciação Científica  Pôster – Práticas Inovadoras de Ensino de História

O Seminário prevê ainda a participação de ouvintes. 


Para mais informações clique aqui.

INSCRIÇÕES

Datas importantes

Envio de propostas: 23/10/2017 – 7/1/2018

Prazo final para respostas e envio de cartas de aceite: 5/2/2018

Prazo final para o pagamento da inscrição: 16/3/2018

Envio de texto completo: 30/4/2018
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Divulgação - Jornada Republicana

Divulgação - Jornada Republicana

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Livro recém-publicado: "Pensamento social e político brasileiro" Autor: Gustavo Biscaia de Lacerda.

Caros colegas e amigos:

A editoria Intersaberes acaba de publicar um livro de minha autoria: "Pensamento social e político brasileiro". 

Ele pode ser adquirido aqui: www.livrariaintersaberes.com.br/produtos/pensamento-social-e-politico-brasileiro
Eis o sumário do livro:

Apresentação
Como aproveitar ao máximo este livro
Introdução
1 Problemas de objeto e método
            1.1 Delimitando o pensamento político brasileiro
                        1.1.1 Pensamento político versus pensamento social
                        1.1.2 Ciência política versus teoria política
                        1.1.3 Universalismo versus nacionalismo teórico-metodológico
                        1.1.4 Autores-atores e atuação acadêmica
                        1.1.5 Em suma: por que pensamento político brasileiro e não teoria política?
            1.2 Possibilidades metodológicas
            1.3 Algumas oposições sociopolíticas: famílias teóricas
                        1.3.1 Luiz Werneck Vianna: americanismo-iberismo
                        1.3.2 Christian Lynch: saquaremas-luzias
                        1.3.3 Oliveira Vianna: idealismo utópico/idealismo orgânico
                        1.3.4 Gildo Marçal Brandão: linhagens do pensamento político brasileiro
                        1.3.5 Quadro-síntese: comparação entre as propostas de famílias teóricas
            1.4 Por que estudar o pensamento político brasileiro?
2 O Estado demiurgo versus a sociedade desarticulada ou sequestrada
            2.1 Estado demiurgo
            2.2 Possibilidade de autoritarismo instrumental
            2.3 Aplicando as categorias prévias ao Estado demiurgo
            2.4 Visconde de Uruguai
            2.5 José de Alencar
            2.6 Alberto Torres
            2.7 Oliveira Vianna
            2.8 Francisco Campos
            2.9 Jessé de Souza
            2.10 Quadro-síntese: ideias de autores do modelo de Estado demiurgo
3 O Estado sufocando uma sociedade articulada
            3.1 Sociedade estruturada e Estado sufocante
            3.2 Aplicando as categorias prévias à sociedade estruturada
            3.3 Tavares Bastos
            3.4 Joaquim Nabuco
            3.5 Rui Barbosa
            3.6 Raimundo Faoro
            3.7 Florestan Fernandes
            3.8 Simon Schwartzman
            3.9 Quadro-síntese: ideias de autores do modelo de sociedade estruturada
4 Abordagens intermediárias ou diversas: Estado e sociedade como polos ativos
            4.1 Estado e sociedade como polos ativos
            4.2 Aplicando as categorias prévias ao modelo da complementaridade
            4.3 José Bonifácio
            4.4 Teixeira Mendes
            4.5 Caio Prado Júnior
            4.6 Sérgio Buarque de Holanda
            4.7 Bresser Pereira
            4.8 Quadro-síntese: ideias de autores do modelo de complementaridade
Para concluir...
Referências
Bibliografia comentada
Lista de abreviaturas
Respostas
Sobre o autor

Abraços a todos,

Gustavo.

"Cansamo-nos de agir
 E até de pensar cansamos;
 Só não cansamos de amar
 E nem de dizer que amamos"
(Teixeira Mendes, a partir de Augusto Comte)


__._,_.___

Pensamento social e político brasileiro

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