Grupo de Estudos da História do Brasil - GEHB

Este espaço é reservado para troca de textos e informações sobre a História do Brasil em nível acadêmico.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

III Colóquio Internacional História e Música - UNESP, Franca -25, 26 e 27 de outubro de 2016

                   Prezados(as) colegas,

                   Segue, a pedido da profa. dra. Tânia da Costa Garcia, organizadora do evento, informação sobre a realização do III Colóquio Internacional de História e Música, promovido pelo Programa de Pós-graduação em História da Unesp-Franca e a realizar-se entre os dias 25 e 27 de outubro.
                   Aceitam-se inscrições para os simpósios temáticos até 30 de setembro.
                   Abraços.

III Colóquio Internacional História e Música:
Tempos de música e seus fazeres
período de inscrição para apresentadores de trabalho até 30 de setembro de 2016.
Informações complementares:

UNESP, Franca -25, 26 e 27 de outubro de 2016
III Colóquio Internacional História e Música

MESAS REDONDAS:
Abertura: 25/10, 19:30-22:00
Música folclórica: entre o campo e a cidade
Tania Costa Garcia (UNESP), Ricardo Kaliman (CONICET/Universidad Nacional de Tucumán, Argentina) Pablo Vila (Temple University, EUA)
Mesa 2: 26/10, 09:00-12:00
Performance e música popular
Rafael dos Santos (UNICAMP), Ivan Vilela (USP), Alexandre Francischini (UNESP)
Mesa 3: 26/10, 19:30-22:00
Música popular e suas narrativas
Adelcio Machado (UFSCAR), Silvano Baia (UFU), Adalberto Paranhos (UFU)
Mesa 4: 27/10, 09:00-12:00
Música gravada e experiências sonoras
José Adriano Fenerick (UNESP), Márcia Tosta Dias (UNIFESP), Fabiana Lopes da Cunha (UNESP)
SIMPÓSIOS TEMÁTICOS :



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    **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                    Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
 
Visite o Blog do nosso Grupo:http://www.grupohistoriadobrasil.blogspot.com

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

XXIX Simpósio Nacional de História 2017 - Contra os Preconceitos: História e Democracia.

Entre 24 e 28 de julho de 2017, na cidade de Brasília, será realizado o XXIX Simpósio Nacional de História. O evento que acontece a cada dois anos, constitui-se na principal reunião acadêmica da área. Sua diversificada programação atrai pesquisadores em diferentes estágios da carreira, professores de todos os níveis de ensino e estudantes de História de graduação e pós-graduação.
A Universidade de Brasília (UnB) que sediará o Simpósio e, as demais instituições de Brasília que se dispuseram a colaborar na sua organização, estão empenhadas em organizar, com esmero, esse evento de alta importância acadêmica e de grande potencial de intercâmbio de pesquisas e experiências profissionais diversificadas. 
Contra os Preconceitos: História e Democracia é a temática do evento, que, sem dúvida, apresenta relevância histórica impar e grande atualidade face à complexa realidade do mundo contemporâneo. De fato, o tempo presente, no Brasil e em diferentes países do mundo, tem se caracterizado por peculiar conquista e afirmação de novos e plurais direitos, mas também é marcado por forte expansão de diferentes formas de fundamentalismos e  expressão de preconceitos.  
Aos historiadores cabe tarefa de especial relevância, refletir sobre os processos de conquistas desses direitos e, ao mesmo tempo, sobre os motivos e diferentes formas de reação contra elas.  Esse campo, orientado por preconceitos e visões de mundo conservadoras, merece atenção especial, pois constitui manifestação histórica que precisa ser compreendida em sua dimensão temporal e espacial. 
Para os profissionais e estudantes que fazem dos simpósios da ANPUH espaços privilegiados de interlocução de ideias, serão oferecidos diferentes tipos de atividades como, Conferências proferidas por reconhecidos historiadores nacionais e internacionais; Diálogos Contemporâneos; Minicursos e Simpósios Temáticos.
Convidamos todos a visitarem o site do Simpósio e a contribuírem para que a temática do evento seja analisada, com profundidade, nas diferentes formas de atividades oferecidas que conformam a organização dos simpósios nacionais da ANPUH.

XXIX Simpósio Nacional de História 2017 - Contra os Preconceitos: História e Democracia.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

A Revista Navigator (do Latim leia-se como escrito), recebe artigos para o dossiê intitulado: “História do ensino militar: instrução, formação e instituições”


A Revista Navigator (Qualis B3) recebe artigos até 24 de setembro de 2016 para compor o dossiê intitulado: “História do ensino militar: instrução, formação e instituições” organizado por Fernando da Silva Rodrigues (Pós-Doutor e Doutor em História Política pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e Wagner Luiz Bueno dos Santos (Mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro).

O estudo sobre ensino militar tem se colocado como desafio ao campo científico da História, sobretudo em seus aspectos teóricos e metodológicos. Grosso modo, podemos pensar que o ensino e a instrução militar se inserem no campo da História da Educação, entretanto, as especificidades do ambiente militar podem direcionar as análises a outros campos, como por exemplo, da História Militar. Uma das questões centrais, pautada nessa perspectiva, consiste em verificar em que medida as abordagens sobre as instituições de ensino e instrução militar possibilitam o diálogo entre as diversas áreas do conhecimento as quais a ciência História se aproximou nos últimos anos e que provocou sua renovação.

A partir dessa perspectiva, a Revista Navigator convida historiadores e pesquisadores que se debruçam sobre o ensino, a instrução e a formação militar e suas instituições para uma discussão sobre o tema. Nesse sentido, esperamos contribuições que possam lançar luz sobre um tema de grande relevância à compreensão acerca da formação das Forças Armadas buscando promover e contribuir para o debate historiográfico.
A aceitação dos trabalhos é decorrente do processo de avaliação por pares. Além disso, a Navigator recebe artigos e resenhas em fluxo contínuo.

Mais informações em seguindo as seguintes especificações:
1. Os artigos devem ser apresentados no padrão Word for Windows. Terão a extensão de 20 páginas no máximo, digitadas em fonte Times New Roman 12, com espaço entre linhas de 1,5 e com margens de 2,5cm. As notas devem ser colocadas no final do texto;

2. Se houver imagens, estas deverão ser, preferencialmente, digitalizadas em 300 DPI no formato TIFF ou JPG. No caso de imagens provenientes de câmera digital, a resolução deve ser a mais alta do equipamento. As imagens não deverão estar inseridas no texto em Word, mas gravadas separadamente;

3. Os artigos deverão estar acompanhados de resumo (português e inglês) de no máximo 10 linhas e 3 palavras-chaves;

4. Os ensaios seguirão as mesmas normas especificadas para os artigos;

5. As resenhas poderão ter até 7 páginas;

6. As notas deverão obedecer à NBR 6023;
SOBRENOME, Nomes. Título do livro em itálico: subtítulo. Tradução. Edição, Cidade: Editora, ano, p. ou pp.
SOBRENOME, Nomes. Título do capítulo ou parte do livro. In: Título do livro em itálico. Tradução. Edição, Cidade: Editora, ano, p. X-Y.
SOBRENOME, Nomes. Título do artigo. Título do periódico em itálico. Cidade: Editora, fascículo, p. X-Y, ano.

7. Os trabalhos devem ser remetidos com uma folha à parte com nome completo do autor, seguido das referências com as quais deseja ser apresentado (no máximo três linhas), endereço completo, e-mail e telefone para contato.

8. Uma vez publicados os trabalhos, à NAVIGATOR se reserva todos os direitos autorais, permitindo, entretanto, a sua posterior reprodução, com a devida citação da fonte.

9. Toda correspondência referente à NAVIGATOR deve ser encaminhada à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha – Departamento de Publicações e Divulgação. Praça Barão de Ladário, s/nº, Ilha das Cobras, Rio de Janeiro, RJ, CEP 200091-000, aos cuidados do Editor da Revista NAVIGATOR.

Contatos: navigator@dphdm.mar.mil.br

Conferência "A história da Universidade de São Paulo e a contratação de seus primeiros docentes – contextualizando documentos".

Conferência "A história da Universidade de São Paulo e a contratação de seus primeiros docentes – contextualizando documentos"
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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Divulgação do Seminário Livros didáticos de História: entre políticas e narrativas.



Caros colegas, 

Como encerramento da primeira fase do projeto Narrativa Histórica nos Livros Didáticos, realizaremos o Seminário mencionado acima. Contamos com a presença de todos os que puderem prestigiar, pois vai ser um evento muito bom. E contamos com sua ajuda na divulgaçao. 
Além disso, e antes do Seminário em si, ocorrerão oficinas sobre o livro didático voltadas aos professores do ensino básico na FFP (inscrições feitas pela página do facebook) encaminho os dois materiais de divulgação.

o endereço da página do facebook é: 


Helenice Rocha
Profa. Adjunta UERJ/FFP
Coordenadora do PROFHISTORIA/UERJ
Vice-coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História Social
Líder do Grupo de Pesquisa Oficinas de História


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MARIA LIMA
Profa. Adjunta do Curso de Pedagogia
Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS)
Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) - Campo Grande/MS
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI)
Linha: Ensino de História
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

Gentileza gera gentileza!


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sábado, 3 de setembro de 2016

Simpósio História & Música Popular

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XXIII Simpósio Estadual de História da Anpuh-SP
Unesp-Assis, 5-8 set. 2016
Simpósio Temático História & Música Popular

Coordenadores:
Adalberto Paranhos (UFU)
José Roberto Zan (Unicamp)

                                                    Programação


Sessão 1 - 5/9 - segunda-feira (14h00 às 16h00)

Uassyr de Siqueira

Música caipira e política em João Chiarini (Piracicaba, 1940-1950)


José Roberto Zan

O povo canta: canção e luta hegemônica no Brasil dos anos de 1960


Tiaraju Pablo D'Andrea

Samba raíz e redemocratização


João Augusto Neves Pires

“Nossa vida é bandida e o nosso jogo é bruto”: Música funk, corpos sujeitos e subjetividades consumistas no Brasil contemporâneo


Sessão 2 - 5/9 - segunda-feira (16h20 às 18h20)

Marcelo Garson Braule Pinto

Jovem Guarda, consumo e hedonismo


Paulo Gustavo da Encarnação

Cabeludos e guedelhudos: o rock e o roqueiro na imprensa brasileira e portuguesa


Fernando Muratori Costa

Veja: a invenção jornalística do rock nacional nos anos 1980


Priscilla Prado de Faria

Racionais Mc's: técnica, comunicação e educação na São Paulo dos anos 90


Sessão 3 - 6/9 - terça-feira (14h00 às 16h00)

Angela Teixeira de Almeida

O samba-canção na década de 1950


Ismael de Oliveira Gerolamo

Opinião de Nara: canção popular e crítica na trajetória de Nara Leão nos anos 60


Bruna Queiroz Prado

Nas entrelinhas da performance: o papel das cantoras de MPB na produção de reflexão crítica sobre a ditadura militar


Adalberto Paranhos

Para além das "amélias": mulheres "liberadas" na música popular brasileira dos anos 1970


Sessão 4 - 6/9 - terça-feira (16h20 às 18h20)

André Rocha Leite Haudenschild

Trovadores diaspóricos: tensões civilizatórias entre o sertão e a cidade na Música Popular Brasileira (1964-1985)


Alessandro Henrique Cavichia Dias

“O sucesso galopante do “boiadeiro” Sérgio Reis”: a indústria fonográfica e os (des)acertos na construção da imagem do intérprete


Eder Aparecido Ferreira Sedano

Bezerra da Silva: problemáticas do cotidiano nos morros cariocas nas décadas de 1980 e 1990


Hermano Carvalho Medeiros

A Música Popular Brasileira em Teresina: práticas, espaços, produção e sociabilidades na construção do universo da canção nos anos 1970-1980


Sessão 5 - 7/9 - quarta-feira (14h00 às 16h00)

Luiz Guilherme Sanita

A batida diferente do baterista Wilson das Neves


Renan Branco Ruiz

O Grupo Um, a Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista


Selma de Araujo Torres Omuro

A questão racial nas letras das canções populares brasileiras


Mauricio Mario Monteiro

As engenhosas moralidades: música e colonização da América Latina



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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

REVISTA DE ESTUDOS E PESQUISAS SOBRE AS AMÉRICAS CHAMADA PARA DOSSIÊ TEMÁTICO.


 
POLITICAS SOCIAIS NA AMÉRICA LATINA
 
Prazo: 25 de setembro de 2016
 
A América Latina presenciou, na primeira década e meia do século XXI, um expressivo adensamento de seus sistemas de proteção social, com impactos relevantes nos indicadores sociais da região. Ampliaram-se as garantias jurídicas e os recursos dispendidos, fortaleceu-se a institucionalidade das políticas sociais, e a referência aos direitos sociais adensou-se em toda a região. A inclusão de grupos mais vulneráveis resultou da ampliação de cobertura dos programas condicionados de transferência de renda, mas foi efetivamente além dela. Em que pese as significativas diferenças entre os casos nacionais, como enfatizam os estudos comparados sobre regimes de proteção social na região, os avanços implicaram em uma ampliação da responsabilidade pública sobre os temas da pobreza e do bem-estar.
 
Contudo, os desafios seguem expressivos. Em um contexto de disputas em torno do conteúdo de projetos de desenvolvimento e dinâmicas inclusivas na região, os padrões de desigualdade que caracterizam o continente seguem ativos, expressando-se em disparidades de renda e serviços e favorecendo fenômenos como a violência, o racismo e a imigração. Ancorados em uma cidadania social frágil ou limitada, a proteção social ainda atua com reduzida capacidade redistributiva e pouco afeita a facear hierarquias sociais e padrões segmentados de mercado de trabalho. Contando com apoios políticos não consensuais e, com constrangimento ao processo de crescimento econômico, enfrentando a ampliação de reclamos por arranjos residuais e de baixa desmercadorização, as políticas sociais enfrentam também restrições referentes ao financiamento, limitações de capacidades estatais e vetos à ampliação da regulação pública.
 
A Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas propõe, com essa edição, abrir um espaço para o debate interdisciplinar sobre as politicas sociais em nosso continente, buscando ampliar tanto as analises sobre as trajetórias recentes como sobre os desafios e perspectivas. Para este número, pretende-se dar destaque aos percursos e às reformas dos regimes de proteção social e de suas políticas de saúde e de assistência social, de aposentadorias e pensões, contributivas e não contributivas, programas de transferências de renda, além de políticas urbanas e políticas voltadas a melhoria na integração ao mercado de trabalho. Cabe igualmente destacar as novas demandas sociais, incluindo as relacionadas à raça, gênero, velhice, dependência e cuidados. Trata-se, como questão central, de pensar as politicas sociais em seu potencial seja para ampliar ou enfrentar as desigualdades.
 
FORMATOS DOS ARTIGOS
 
A revista aceita artigos inéditos escritos em espanhol, inglês e português. Para este número especial, os artigos deverão ter entre 20 e 50 mil caracteres (com espaços), e para resenhas, entre 10 e 20 mil caracteres (com espaços).
 
As informações sobre referências bibliográficas, normas de citações e diretrizes para os autores podem ser obtidas no site da Revista de Estudos e Pesquisas Sobre as Américas:   http://seer.bce.unb.br/index.php/repam
 
DATA E SUBMISSÃO
 
Os artigos para esse dossiê devem ser submetidos até a data limite de 25 de setembro de 2016, as 24 horas através do e-mail:  revistaceppac@gmail.com ou poderão ser enviados diretamente à webpage da revista: http://periodicos.unb.br/index.php/repam/author/submit/1
 
Dúvidas sobre a chamada poderão ser esclarecidas através do e-mail: revistaceppac@gmail.com
 
SOBRE A REVISTA
 
A Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas (ISSN 1984-1639), é unicamente on-line, e está indexada em bases de dados Nacionais e Internacionais, como o LATINDEX, DOAJ, Sumários e periódicos CAPES. Na classificação QUALIS da CAPES está situada como B1 na área Interdisciplinar. 
 
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REVISTA DE ESTUDOS E PESQUISAS SOBRE AS AMÉRICAS
 
CONVOCATORIA DE ARTÍCULOS
 
LLAMADA PARA DOSSIER TEMÁTICO
 
POLÍTICAS SOCIALES EN AMÉRICA LATINA 
Plazo: 25 de septiembre de 2016
 
 
América Latina presenció, en la primera década y media del siglo XXI, una expresiva concentración de sus sistemas de protección social, con impactos relevantes en los indicadores sociales de la región. Se ampliaron las garantías jurídicas y los recursos gastados, se fortaleció la institucionalidad de las políticas públicas y la referencia a los derechos sociales se concentró en toda la región. La inclusión de grupos más vulnerables, resultó de la ampliación de la cobertura de los programas condicionados de transferencia de renta. Pero, efectivamente, los efectos fueron más amplios. Pese a las significativas diferencias entre los casos nacionales, como enfatizan los estudios comparados sobre regímenes de protección social en la región, los avances implicaron en una ampliación de la responsabilidad pública sobre los temas de la pobreza y del bienestar.
 
No obstante, los desafíos continúan explícitos. En un contexto de disputas en torno al contenido de proyectos de desarrollo y a dinámicas inclusivas en la región, los patrones de desigualdad que caracterizan el continente siguen activos, expresándose en disparidades de renda y servicios y favoreciendo fenómenos como la violencia, el racismo y la inmigración. Sujetos a una ciudadanía frágil o limitada, la protección social aún actúa con reducida capacidad redistributiva y poco armoniza las jerarquías sociales y los patrones segmentados del mercado de trabajo. Contando con apoyos políticos no consensuales y con constreñimientos al proceso de crecimiento económico, enfrentando la ampliación de reclamos por acomodos residuales y de baja desmercadorización, las políticas sociales enfrentan también restricciones referentes a sus funcionamientos, limitaciones de capacidades estatales e impedimentos para la ampliación de la regulación pública.
 
La Revista de Estudios e Pesquisas sobre as Américas propone, con esta edición, abrir un espacio para el debate interdisciplinar sobre las políticas sociales en nuestro continente, buscando ampliar los análisis sobre sus trayectorias recientes, así como sobre sus desafíos y perspectivas. Para este número, se pretende destacar los caminos y las reformas de los regímenes de protección social y de sus políticas de salud y de asistencia social, de jubilaciones y pensiones, contributivas y no contributivas, programas de transferencias de renta, además de políticas urbanas y de políticas dirigidas al mejoramiento de la integración al mercado de trabajo. Cabe igualmente destacar las nuevas demandas sociales, incluyendo las relacionadas a raza, género, vejez, dependencia y cuidados. Se trata, como cuestión central, de pensar las políticas sociales en su potencial para ampliar o enfrentar las desigualdades.
 
FORMATOS DE LOS ARTÍCULOS
 
La revista acepta artículos escritos en español, inglés, y portugués. Para este número especial, los artículos deberán tener entre 20 y 50 mil caracteres (con espacios), y para reseñas, entre 10 y 20 mil caracteres (con espacios).
 
Las informaciones sobre referencias bibliográficas, normas de citaciones y directrices para los autores pueden ser obtenidas en el sitio web de la Revista de Estudos e Pesquisas Sobre as Américas:   http://seer.bce.unb.br/index.php/repam
 
FECHAS Y SUMISIÓN
 
Los artículos para este dossier deben ser sometidos hasta la fecha límite del 25 de septiembre de 2016, a las 24 horas, a través del email: revistaceppac@gmail.com o podrán ser enviados directamente a la web de la revista: http://periodicos.unb.br/index.php/repam/author/submit/1
 
Dudas sobre la llamada podrán ser esclarecidas a través del mail: revistaceppac@gmail.com
 
SOBRE LA REVISTA
 
La Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas (ISSN 1984-1639), es exclusivamente on-line, y está indexada en bases de datos nacionales e internacionales, como: LATINDEX, DOAJ, Sumários e periódicos CAPES. En la clasificación de QUALIS da CAPES está situada como B1 en el área Interdisciplinar.    
 
 
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THE AMERICAS RESEARCH AND STUDIES JOURNAL
 
CALL FOR PAPERS 
THEMATIC DOSSIER
SOCIAL POLICIES IN LATIN AMERICA
Deadline: 25th September 2016
 
CALL FOR SPECIAL ISSUE
 
 
 
SOCIAL POLICIES IN LATIN AMERICA
 
 
 
Deadline: 25th September 2016
 
 
 
In the first decade and a half of the 21st century, Latin America witnessed a considerable intensification of its social protection systems, exercising a significant impact on the social indicators in the region. The legal safeguards and resources spent increased, the institutionality of social policies strengthened and the reference to social rights in the region was deepened. The inclusion of vulnerable groups stemmed from the broadening of the conditional cash transfer programs coverage, but went far beyond. Despite the significant differences between national cases emphasized by the comparative studies on social protection schemes in the region, the advances resulted in an expansion of public responsibility on the issues of poverty and welfare.
 
However, the challenges are striking. In a context of disagreement over the orientation of the content of the development projects and the dynamics of inclusion in the region, the patterns of inequality characterizing the continent persist, translating into income and service disparity and favouring phenomena such as violence, racism and immigration. Anchored in weak or limited social citizenship, social protection still operates with reduced redistributive capacity and little impact to face social hierarchies and segmented labour market patterns. Dependent on non-consensual political support and the process of economic growth, but also facing the expansion of claims by residual arrangements and low decommodification, social policies are confronted with restrictions concerning their financing, constraints on state capacity and vetoes on the expansion of public regulation.
 
With this special issue, Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas aims to open a space for interdisciplinary debate on social policy on our continent, seeking to engage both in the analysis of the recent trajectories as well as in its challenges and prospects. This number seeks to highlight the paths and reforms of social protection schemes and their related contributory and non-contributory policies, including health and social assistance, pensions, income transfer programs, besides urban policies and policies targeting the improvement of labour market integration. At the same time, the arising social demands should be emphasized, including those related to race, gender, age and care. In its core, the central issue is to think social policies in their potential to address inequalities.
 
INSTRUCTION FOR PAPERS
 
The journal welcomes unpublished papers in English, Portuguese and Spanish. For this special issue, papers should contain min. 10.000 characters and should not exceed 20.000 characters (incl. space characters) and for reviews min. 10.000 characters and should not exceed 20.000 characters (incl. space characters).
 
For further information on bibliographic references, rules regarding quotations and general guidelines to the authors, please visit the website of the Revista de Estudos e Pesquisas Sobre as Américas: http://seer.bce.unb.br/index.php/repam
 
DEADLINE AND SUBMISSION
 
Papers for the special issue should be submitted until the deadline date 25/10/2016 (24h00) to the following e-mail address revistaceppac@gmail.com or submitted through http://periodicos.unb.br/index.php/repam/author/submit/1
 
For any further enquiries, please contact:
 
 
ABOUT THE JOURNAL
 
The journal Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas (ISSN 1984-1639) is an online journal indexed in Brazilian and international databases such as LATINDEX, DOAJ, Sumários and periódicos CAPES. In CAPES´ QUALIS classification indexation, it classified as B1 in the interdisciplinary field.


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terça-feira, 26 de julho de 2016

V CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA: NOVAS EPISTEMES E NARRATIVAS CONTEMPORÂNEAS

V CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA: NOVAS EPISTEMES E NARRATIVAS CONTEMPORÂNEAS será realizado de 27 a 29 de setembro a de 2016 – realização Curso de História da Regional Jataí da Universidade Federal de Goiás (UFG)
Local de realização: Curso de História da Regional Jataí da UFG -  Câmpus Cidade Universitária - BR 364, km 195, nº 3800 - CEP 75801-615 – Jataí/Goiás.



Clique no Cartaz para informações:
V CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA: NOVAS EPISTEMES E NARRATIVAS CONTEMPORÂNEAS


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Primeira geração de chacretes vira objeto de pesquisa e tema de livro.

FONTE: FAPERJ - Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro - Aline Salgado 

Em destaque, índia Potira no programa do Chacrinha.
Ao fundo aparece o apresentador
 (Fotos: Divulgação)
"Sabe, o tutu é pouco. Uma mixaria mesmo, mas uma coisa é inegável: promove. O Chacrinha é um trampolim". O depoimento direto e sincero é da ex-chacrete Índia Potira, Glória Maria, concedido ao Jornal Ideia Nova nos anos de 1970 e um dos muitos documentos pesquisados na Biblioteca Nacional pelo antropólogo formado pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Raphael Bispo. O material compõe a cuidadosa etnografia sobre a primeira geração de assistentes de palco do comunicador Abelardo Barbosa, o Chacrinha. 
Com o nome de Rainhas do Rebolado: Carreiras artísticas e sensibilidades femininas no mundo televisivo (Editora Mauad X, 388p.), a tese de doutorado defendida em 2013 pelo hoje professor adjunto do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) ganhou o formato de livro este ano, com o apoio do Auxílio à Editoração (APQ 3), da FAPERJ. Através de uma extensa investigação em jornais e revistas da época, documentários e entrevistas pessoais realizadas com 12 das go-go-girls da primeira fase do programa televisivo, que durou três décadas, Raphael mostra as várias facetas da vida antes, durante e após a fama das celebridades-produto da indústria cultural nacional. Histórias conhecidas e desconhecidas do grande público, que trazem um olhar detalhado e, por vezes, carinhoso sobre o mundo glamouroso vivido pelas chacretes.  

O estudo, desenvolvido entre os anos de 2010 a 2013, seguiu uma ótica interdisciplinar, conjugando conhecimentos socioantropológicos, históricos, de comunicação social e das pesquisas sobre gênero e sexualidade. É com esse olhar que Raphael analisou a trajetória de vida de um conjunto de dançarinas sensuais, que sem formação técnica e oriundas de camadas pobres do subúrbio carioca, ganhou destaque na televisão brasileira no final dos anos 60 até durante toda a década de 1970. Ao pesquisador, cabia o interesse em saber como essas mulheres, hoje na casa dos 65 anos de idade, vivem, agem, pensam e falam sobre suas próprias existências.

Algumas delas, como Edilma Campos (a Rainha do Palmeiras), Índia Potira (Glória Maria), Vera Lúcia (a Vera Caxias) e Elisabeth Alves (a Beth Boné), concederam extensas entrevistas ao pesquisador, revelando a ele pormenores de suas vidas e intimidade. “Entrevistei 12 ex-chacretes, mas com apenas quatro tive uma aproximação maior, o que chamamos de ‘observação participante’. São delas os depoimentos mais influentes do livro, extraídos por meio de encontros frequentes, seja nas suas casas ou no cotidiano de suas rotinas. Aos poucos, fui conquistando um espaço nas vidas delas, deixando de ser visto como um 'estranho'. A intimidade me permitiu conhecer suas histórias e perspectivas de vida”, conta.

Entre as principais temáticas reveladas pelo livro, lançado em maio deste ano, estão as experiências das chacretes com o mundo artístico; suas aproximações e limitações morais para com o mercado erótico; as relações afetivo-sexuais que estabeleceram ao longo de suas trajetórias; suas relações com a família; seus processos de conversão religiosa; os dilemas em torno de uma vida sexual ativa; a maneira como experimentam o envelhecimento e, até mesmo, a solidão. Raphael esclarece que, diferente do que se imagina, o sentimento de solidão revelado pelas assistentes de palco de Chacrinha não está exclusivamente associado ao ostracismo em que se encontram suas carreiras artísticas e, sim, a dilemas de suas vidas íntimas. 

“Uma marca tão ambígua, quanto humana”, resume o pesquisador para logo acrescentar: “Ao mesmo tempo que se mostravam fatais, sexualmente potentes e ‘empoderadas’ na figura de chacretes, na intimidade elas se mostram frágeis, submissas a constrangimentos e controles familiares, que em alguns casos se revelaram em traição conjugal e violência doméstica”, diz o pesquisador.    

O arrependimento também é um sentimento comum a elas. Seja das atitudes tomadas quando novas, como o envolvimento com as drogas e o relacionamento amoroso com um bandido – caso de Índia Potira –, seja da própria opção pela vida artística. “Não foram poucas as que mantêm a posição firme de esquecerem o passado de chacrete. Isso ficou claro para mim nas tentativas, sem sucesso, de contato com algumas. Essas preferem não trazer à tona constrangimentos contemporâneos na relação com o marido, filhos e família”, afirma Raphael. 

Raphael Bispo ao lado das entrevistadas Índia Potira (à esq.)
e Vera Caxias no lançamento do livro, em maio deste ano
Por outro lado, a melhor idade deu a algumas das dançarinas de Chacrinha uma espécie de ‘empoderamento’, conforme define o pesquisador. Um estágio de vida em que lembrar o passado de celebridade se transformou em um exercício agradável e gratificante. “É na velhice que algumas delas se encontram donas de si e mais ativas. Menos comprometidas com maridos e filhos. É um momento de reconsideração de esferas da vida, de falar sobre um passado de importância, de reencontrar colegas de palco, dançarinas e produtores. Algumas me disseram, inclusive, que nunca tinham sido tão chacretes quanto agora, aos 60”, diverte-se Raphael.  
Entre depoimentos e análise do acervo da época, o pesquisador estabelece uma reflexão crítica acerca das transformações que os programas de auditório promoveram na TV e na sociedade brasileira nos anos 70. Entre o passado e o presente, um conjunto de similaridades aparece, o que mostra ao leitor como a indústria cultural se estrutura, criando padrões de comportamento, beleza e orientando visões de mundo.

“A TV trabalha com a mecânica da ideia da persona, logo, o indivíduo é marcado com uma série de características que, no caso dessas mulheres, são conhecidas por serem dançarinas, sensuais e pouco inteligentes. Assim, o fato de serem apenas vistas como 'gostosas', impediriam que fossem atrizes”, diz Raphael,  que frisa: “Ainda hoje as dançarinas de auditório encontram dificuldades para transpor a barreira que separa os palcos de uma vida de maior reconhecimento nas telenovelas”, avalia. 

“São poucas as que conseguem ir além. Mas isso não acontece por incompetência e, sim, porque a indústria cultural as marca a certos tipos de ofício. Até mesmo aquelas que conseguem sair da posição de assistentes de palco ou dançarinas para o posto de atrizes, acabam restritas a papeis menores, como os estereótipos da loira-burra ou da gostosa, mulher fatal”, acrescenta.  

O desejo de serem mais do que dançarinas da Discoteca do Chacrinha, alcançando uma posição de destaque como intérpretes, ainda é recorrente nas memórias e desejos íntimos das chacretes. Mas em vez de sentirem tristeza pelo sonho não concretizado, o que as ex-assistentes de palco mais têm em comum é a memória viva e feliz de uma época em que estar na TV representava o acesso a um mundo mágico, não só de fama como também de oportunidades e melhoria de condição socioeconômica, para elas e suas famílias. Tal como Índia Potira ressaltou em sua entrevista a um jornal na década de 70, para muitas, o Chacrinha foi um trampolim.

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