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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

V CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA: NOVAS EPISTEMES E NARRATIVAS CONTEMPORÂNEAS.

Colegas,
Segue em anexo informações sobre o V Congresso Internacional de História que irá ocorrer no período de 27 a 29 de setembro.
Veja informações em anexo de como enviar, agora, proposta de Coordenação de ST e para ministrar Minicursos.

Por favor, ajudem na divulgação.
Atenciosamente,
Prof. Dr. Marcos Antonio de Menezes
Organização UF

V CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA: NOVAS EPISTEMES E NARRATIVAS CONTEMPORÂNEAS



HISTÓRICO

Em 2016, o Curso de História da Regional Jataí, da Universidade Federal de Goiás, completará 10 anos de funcionamento, tendo formado sete turmas de historiadores. Durante esse período, realizamos sete Congressos, sendo quatro internacionais. Reunimos nessas edições, fora do eixo Rio/São Paulo, mais de cinco mil pesquisadores e alguns nomes de grande relevância no tocante à pesquisa nas áreas de ciências humanas e sociais.
É lícito mencionar alguns dos conferencistas de outros países que integraram as atividades de nossos Congressos anteriores: Profª. DrªAlma Rosa Sanchez Olvera – Facultad de Estudios Superiores de La UNAM, Campus Acatlán (México); Prof. Dr. Idelber Avelar – Tulane -University/USA; Profª. Drª. Maria Aparecida Ribeiro – Universidade de Coimbra (Portugal); Profª. Drª. Maria João Cantinho – IADE/Lisboa (Portugal); Profª. Drª. Rosa Maria Alfaro – Associação Calandria e da Rede Latinoameri-cana de Observa-torio de Mídias de Lima (Peru); Prof. Dr. Roger ChartierÉcole Des Hautes Études en Sciences Sociales (EPHE), de Paris (França); Prof. Dr. Serge Gruzinski – École des Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris (França) – Princeton University (USA); Prof. Dr. Sergio Pujol – Universidad Nacional de La Plata – (Argentina); Profª. Drª. Sara Burkitt Walker – (Grã-Bretanha).
Entre os brasileiros podemos destacar: Prof. Dr. Adalberto Paranhos – UFU; Prof. Dr. Aguinaldo Rodrigues Gomes – UFMT / Rondonópolis; Prof. Dr. Aldrin Moura de Figueiredo – UFPA; Profª. Drª. Ana Carolina Eiras Coelho Soares –UFG; Profª. Drª. Ana Paula Squinelo – UFMS; Profª. Drª. Clarisse Ismério – URCAMP; Prof. Dr. Carlos Martins Júnior - UFGD/História UFMS/Aquidauana; Prof. Dr. Carlos Oiti Berbet Júnior – UFG; Profª. Msc. Cleusa Gomes – Unila; Profª. Drª. Cristiane Maria Ribeiro – UFG; Profª. Drª. Daviane Moreira e Silva – UFG; Prof. Dr. Durval Muniz Albuquerque Júnior – UFRN; Drª. Eleonora Zicari Costa de Brito – UnB; Prof. Dr. Élio Cantalício Serpa – UFG; Prof. Dr. Eliézer Cardoso de Oliveia – UEG/Anápolis; Prof. Dr. Fausto Miriara – UFG; Profª. Drª. Fabiana Fredrigo – UFG; Prof. Dr. Flávio Villas-Boas Trovão – UFMT / Rondonópolis; Profª. Drª. Iara Castro Quelho – UFMS/Aquidauana; Prof. Dr. Hamilton Afonso de Oliveira – UEG/Morrinhos; Prof. Dr. Jorge Coli – Unicamp; Prof. Dr. Kanavillil Rajagopalan – Unicamp; Prof. Dr. Laudenir Gonçalves – UFMT; Prof. Dr. Leandro Colling – UFBA; Jornalista Laurentino Gomes – pesquisador da área de Brasil Império; Profª. Drª. Liliane Vieira Martins Leal – Direito – UFG/Jataí; Prof. Ms. Luciano Carneiro Alves – UFMT/Rondonópolis; Prof. Dr. Luiz Augusto Bustamante Lourenço – UFU; Prof. Dr. Luiz Mello – Sociologia UFG; Prof. Dr. Marcos Napolitano – USP; Profª Drª. Magda Nazaré Pereira da Costa – UFOPA/ Santarém; Prof. Dr. Marcio Pizarro Noronha – UFG; Profª. Drª. Maria Amélia Alencar – UFG; Profª. Drª. Maria Clara Tomaz Machado – UFU; Profª. Drª. Maria Elizabeth Ribeiro Carneiro – UFU; Profª. Drª. Maria Elizia Borgia – UFG; Profª. Drª. Maria Teresa Santos Cunha – UDESC; Prof. Dr. Miguel Rodrigues de Sousa Netto – UFMS/Aquidauana; Prof. Dr. Nars Fayad Chaul – UFG; Profª. Drª. Neiva Ferreira PintoUFJF; Prof. Dr. Newton Dângelo – UFU; Profª. Drª. Neuda Lago – Letras UFG/Jataí; Prof. Dr. Noé Freire Sandes – UFG; Profª. Drª. Raquel Radamés – UFU; Profª. Drª. Regma Santos – UFG/Catalão; Prof. Dr. Roberto Abdala Júnior – UFG; Profª. Drª. Silma do Carmo Nunes – PUC/Uberlândia; Profª. Silvany Euclênio Silva – Governo Federal (SEPIR); Profª. Drª. Susane R. Oliveira – História UNB; Profª. Drª. Tereza Maria Scher Pereira – UFJF; Profª. Drª. Thaís Leão Vieira – UFMT/Cuiabá/Rondonópolis; Profª. Drª. Vera Puga – UFU.
Como resultado desses eventos, produzimos coletâneas de textos de conferencistas, publicadas em formato de livro, a saber: Historiar: lendo objetos da cultura. Uberlândia: Edufu, 2009; Uma corte europeia nos trópicos e outros ensaios. Goiânia: Editora da PUC/GO, 2010; Escrita na água: história, sociedade e cultura. Curitiba/PR: CRV, 2014 e História: cultura, sociedade e poder. Goiânia: Editora da PUC/GO, 2015.


INTRODUÇÃO


A partir do título da obra de Nestor Garcia Canclini de 2008, Latino americanos à procura de um lugar neste século, é possível fazermos a seguinte indagação: qual o lugar dos não europeus e estadunidenses neste século que já percorreu uma década?
Na atual conjuntura, em que milhões de refugiados seguem em marcha à Europa, e mesmo nas Américas, desnuda-se a terrível face da geopolítica global calcada historicamente na perspectiva eurocêntrica, de maneira que se retomam, mesmo que em configurações diversas, os pressupostos inseridos nas noções de civilização, alteridade e liberdade herdadas da razão iluminista. Assiste-se, no panorama mundial, a novos processos diaspóricos (transnacionais), como já alertava Spivak (1996).
Assim, no século XXI, a estrutura de poder permanece organizada em torno do eixo colonial que o fim dos impérios e colônias formais dos séculos XIX e XX não eliminou. O poder dos Estados Unidos e de alguns países da Europa, sustentado pelo Fundo Monetário Internacional e pelo Banco Mundial, mantem as zonas periféricas numa situação colonial, ainda que já não estejam mais sujeitas a uma administração aos moldes coloniais.
O V Congresso Internacional de História quer questionar o poder que não se restringe ao viés econômico e político, mas se estende a toda a estrutura que envolve a vida das pessoas, sobretudo pelas veredas da cultura. A partir disso, a noção de violência epistêmica elaborada por Foucault (1997) deve ser ampliada, a fim de apontar para a alteridade nos campos do saber presente nas macroestruturas de longa duração. Em que pesem os processos de descolonização geopolíticos e administrativos que somente se encerraram na segunda metade do século XX, os efeitos do colonialismo ainda se fazem presentes do ponto de vista simbólico (mídia, indústria do entretenimento, moda) e epistemológico, uma vez que nossos currículos, teses e perspectivas teórico-metodológicas ainda se pautam majoritariamente nas teorias produzidas na América do Norte e na Europa.
Podemos afirmar que nos campos cultural (processos de massificação) e acadêmico ainda não conseguimos nos desvencilhar dos pressupostos teóricos eurocêntricos. Vivemos, portanto, uma neocolonialidade. Devemos, assim, adotar o que Spivak (1990) considera um posicionamento filosófico desconstrutivo que (des)hierarquiza a relação entre o centro e a margem, que alguns autores como Ramón Grosfoguel (2008), José Marin (2014), Boaventura dos Santos Souza e Maria Paula Meneses (2010) têm chamado de descolonialidade.
O ponto fulcral desses estudos reside na necessidade de tornar visíveis alternativas epistêmicas emergentes que permitam a crítica da “estrutura disciplinar do conhecimento moderno” (MENESES, 2008, p. 6). Para esses autores, a questão central é problematizar a dominação epistemológica do pensamento colonial que ainda se faz presente mesmo após os processos de independência política. De acordo com Maria Paula Meneses (2008), a problematização da pós-colonialidade se orienta por uma revisão e crítica da razão moderna, seja no campo da cultura, da história ou mesmo do conhecimento, a partir de uma ontologia que não seja erigida pelo Norte global. Para isso é necessário defrontar-se com as várias exigências que se impõem ao pesquisador ao revisitar esses conceitos, a saber: “a histórica, ou seja, a necessidade de repensar todos os passados e perspectivas futuras à luz de outras perspectivas, que não as do Norte global; a ontológica, que passa pela renegociação das definições do ser e dos seus sentidos; e, finalmente, a epistémica, que contesta a compreensão exclusiva e imperial do conhecimento, desafiando o privilégio epistémico do Norte global” (MENESES, 2008, p. 6).
Assim, a proposta que ora apresentamos incide numa abertura para as reflexões de pesquisadores estrangeiros e brasileiros engajados nessa nova postura epistemológica frente à produção do conhecimento, a partir de uma epistemologia própria dos países e povos subalternizados, seja na África, Ásia ou América Latina, caracterizando uma epistemologia do Sul.


JUSTIFICATIVA


Os fóruns científicos no Brasil têm cumprido cada vez mais a função de atualizar o debate entre os pesquisadores de uma mesma área ou de uma grande área, como é o caso das ciências humanas. O Congresso Internacional de História da UFG Jataí se insere nessa lógica desde sua primeira edição e sempre teve como mote congregar as últimas pesquisas e pesquisadores de destaque.
Nesse sentido, o V Congresso Internacional de História assume a intenção de comtemplar o debate acerca do tema da descolonização e suas teorias críticas.
Se os estudos culturais de matriz inglesa e americana encontraram terreno fértil nas academias ao redor do mundo como oriente epistêmico que possibilitou outra leitura de povos, etnias, comunidades e nações, alçando narrativas divergentes das produzidas e localizadas na Europa e que, superlativadas pelo olhar eurocêntrico, tenderam a explicar o mundo via história dos centros de poder, atualmente, a partir dos pressupostos culturalistas, emergem outras teorias que também rejeitam o pensamento colonial eurocêntrico e que têm ganhado força em nossas Universidades.
Além disso, há pesquisadores das ciências humanas, como Arjun Appadurai (1996), Alejo Carpentier (1996) e Vera Lúcia Follain de Figueiredo (1994), Dussel (1986), que têm se ocupado em defender uma teoria que dê conta da configuração das Américas e em particular sua porção Sul no que se refere à história mundial.
Descolonialidade se refere às enunciações de vários matizes que emergem a partir de histórias “globais-locais” envolvidas em contraste com a história imperialista e local euro-americana, enviesada em orientes da modernidade, pós-modernidade e altermodernidade.
Nessa perspectiva, a proposta desse evento se justifica na medida em que em seu desenvolvimento se apresentarão pesquisas que se interessam em descortinar os processos de colonialidade/modernidade impostos à América do Sul, envolvendo estudiosos e cidadãos-intelectuais baseados na América do Sul e no Caribe, mas também interessados de outras localidades que divergem do olhar colonizador.
No início, tal projeto epistemológico se concentrou na questão da economia e teoria política e, em 2003, a expressão “estéticas descoloniais” foi introduzida no debate. Porém, é preciso retomar a verve do conceito de pós-colonial, como noção carregada de um discurso crítico, ainda no final de 1970 e início de 1980. Na prática, a resistência pós-colonial remonta ao próprio colonialismo. Podemos afirmar, por exemplo, que Frantz Fanon (2010), Albert Memmi (2007), Aimé Césaire (1978) e Kwame Nkrumah (1970) foram “pós-coloniais” avant la lettre.
O termo pós-colonial pode sugerir tanto a resistência à “colônia” quanto ao que é “colonial”. Tal ambiguidade deve muito à teoria linguística pós-estruturalista, influenciada e transformado por três dos críticos pós-coloniais mais influentes: Edward Said (1990), Gayatri Spivak (2010) e Homi Bhabha (1998).
Nesse horizonte de investigação, o V Congresso Internacional de História pretende dimensionar questões epistemológicas, em regime interdisciplinar, no tocante aos processos de descolonização na formação cultural, e como essa perspectiva se fomenta no campo dos saberes, com ênfase nas interfaces entre cultura, ciência e sociedade, buscando conhecer como se localiza atualmente a produção acadêmica referente a esse debate.


OBJETIVOS


Geral:
Reunir na UFG, Regional Jataí, pesquisadores que venham procurando pensar o mundo pós-moderno e pós-colonial como um lugar que ainda não deu respostas às populações (des)locadas na periferia pelos efeitos dessa modernização e descolonização do globo. Se para Habermas (1992), a modernidade é um projeto incompleto, sem completude, também o é a descolonização, pois ambos se rearticulam, produzindo novas formas de dominação e controle dos que estão “fora do centro”.
As grandes narrativas macro-históricas que se impuseram sobre outras narrativas e vozes foram abandonadas justamente pela sua verve eurocêntrica, pois pressupunham que certas culturas desfrutavam de qualidades, como “civilização”, que as tornavam aptas para a modernidade, o progresso econômico, a cidadania moderna, delimitando que outras não se enquadravam em tais aptidões.
A historiografia contemporânea tem buscado pontos de apoio que deem conta dos sujeitos silenciados pelas narrativas triunfantes. A história cultural, com sua aproximação à antropologia, foi uma opção que surgiu na busca de explicações que antes pareciam não ter espaço diante desses suntuosos triunfos. Assim, a proposta foi abandonar a narrativa colonial hegemônica e substituí-la por tentativas de provincializar a Europa.
Na Ásia e na América Latina têm surgido grupos de historiadores que se organizam em torno dos estudos subalternos, pensado por Ranajit Guha (1982) em meados da década de 1970, em busca de uma nova forma de narrar as experiências periféricas a partir da própria periferia, não somente descontruindo as narrativas visadas pelo eurocentismo, mas galgando uma epistemologia que renove a crítica nas ciências sociais.
Nesse viés, é importante reunir grupos de pesquisadores de diversas áreas das humanidades, localizados em inúmeras academias em âmbito internacional, com a intenção de debater e localizar onde se encontram organizados os estudos em torno do descolonial. Esses pensadores têm feito um movimento de resistência teórica e prática, política e epistemológica à lógica da modernidade colonial. Então, faz-se de extrema importância inserir as pesquisas brasileiras nesse cosmo transnacional.


Específicos:
Possibilitar o debate das teorias críticas pós-modernas e pós-coloniais, dando ênfase aos estudos descoloniais que desde fins do século passado têm mobilizado pesquisadores no Brasil e demais países das Américas, Ásia e África.
Provocar discussões acerca das conexões entre binômios epistemológicos, como “civilização e injustiça”, “modernidade e (des)colonialidade”, em diferentes aspectos da vida social.
Fomentar a participação de estudantes de graduação e pós-graduação (mestrado e doutorado), professores e pesquisadores de todas as origens disciplinares e profissionais das áreas das humanas.
Incentivar os participantes a empreenderem a criação de “grupos de estudo e pesquisa” que continuarão a investir nas agendas de investigação acerca das teorias descoloniais.


PROMAÇÃO DO V CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA

27/09/16
28/09/16
29/09/16
08h as 17h –Credenciamento.

08h30mim – 09h30mim – MINICURSO

08h30mim – 09h30mim – MINICURSO
Credenciamento.


09h30min as 12h Mesas redondas I
Interculturalidade, Fronteira e Etnicidade:

Profa. Dra. Lídia Xavier - Coordenadora do Mestrado em Ciência Política. UNIEURO - Brasília

Prof. Dr. Gerson Ledesma - UNILA

Prof. Dr. André Marques do Nascimento - UFG


9h30min
Conferência 02
Prof. Dr. José Marin Universidade de Genebra - Suíça
Debatedor: Prof. Dr. Luiz Augusto Passos - UFMT
13h as 14h
Apresentação de Pôster
13h as 14h
Apresentação de Pôster
13h as 14h
Apresentação de Pôster
14h as 18h30min
Apresentações em STs
14h as 18h30min
Apresentações em STs
14h as 18h30min
Apresentações em STs
19h Atividade Cultural
19h Atividade Cultural

20h Conferência 01
Prof. Dr. Ramon Grosfoguel -
Universidade de Berkeley - EUA
Debatedora:
Profa.Dra. Priscila Xavier Scudder - CUR/UFMT
20h Mesa redonda II

Novas Epistemes e Narrativas Contemporâneas

Prof. Dr Murilo Sebe Meihy - UFRJ

Prof.Dra. Sandra Gaiol – UNGS - Argentina.

Profa. Dra. Marta Fernandes Garcia y Moreno - PUC/RIO


198h00mim – 20h30mim
MINICURSO



21 h Festa

OBS: Convidado a proferir conferência o Prof. Dr. Álvaro Marcelo García Linera, da Universidade de La Paz, Bolívia, ainda, não confirmou presença. Ele é o atual Vice-Presidente da Bolívia.

Simpósios Temáticos (ST): Inscrições de 20/11/2015 a 20/12/2015
A proposta de ST deverá ser feita por até dois coordenadores vinculados a instituições diferentes, preferencialmente de estados diferentes e deverá estar inserida no tema geral do V Congresso, respeitando, é claro, o objeto de pesquisa do(s) proponente(s). Quanto mais aberta for a proposta mais fácil para receber trabalhos de graduandos, pós-graduandos e profissionais. Caberá ao(s) coordenador(es) avaliar e selecionar as comunicações inscritas no respectivo ST e definir a programação do grupo, sempre com o objetivo de garantir ampla participação e tempo necessário para apresentação, discussão e aprofundamento das questões suscitadas. Os coordenadores, no momento de avaliação dos trabalhos inscritos no ST, devem explicitar os critérios que foram adotados no processo de seleção. Serão aceitos no máximo 27 trabalhos por cada ST, para que se possa garantir o tempo mínimo de 18 minutos para cada apresentação. Salientamos que é de exclusiva responsabilidade dos coordenadores de Simpósio Temático a aprovação e alocação dos trabalhos inscritos, para o que se devem valer, exclusivamente, do site do V Congresso Internacional de História.

Condições para a inscrição de propostas de STs:
Os proponentes de STs deverão:
  • ter titulação de doutor;
  • pagar a taxa de inscrição de R$ 200,00.
Não haverá devolução do valor de inscrição. Caso a proposta não seja aprovada pela Comissão Científica, ou não alcance o número mínimo de 18 inscritos, o proponente poderá usar o valor pago na inscrição para participar como apresentador de trabalho em outro ST.
As propostas de Simpósios Temáticos deverão conter:
  1. título;
  2. justificativa da relevância do tema;
  3. nome(s) do(s) coordenador(es);
  4. titulação e vínculo institucional do(s) coordenador(es);
  5. endereço, telefone e e-mail para contato;
  6. apesentar consonância com o tema geral do V Congresso Internacional de História.
Observações:
  1. Os formulários eletrônicos estão disponíveis no site do V Congresso Internacional de História. As propostas de Simpósios Temáticos podem ser feitas até a meia-noite do dia 20 de dezembro de 2015. A página do Congresso ainda não funciona, então mande sua proposta de trabalho para o e-mail: congressohistoriajatai@gmail.com .
  2. Em caso de dois proponentes, cada um deve fazer a inscrição individualmente. O procedimento é necessário para que o sistema gere formas independentes de acesso à área do inscrito. As informações da proposta de Simpósio Temático devem ser idênticas, a fim de facilitar a identificação das proposições conjuntas.
  3. Somente um dos coordenadores receberá ajuda de custo (hospedagem em Jataí de 27/09/16 a 30/09/16).
  4. Após análise, a Comissão Científica aprovará as propostas de ST que mostrarem mérito acadêmico e tiverem relacionadas ao tema geral do V Congresso Internacional de História.
  5. As propostas serão avaliadas levando em conta sua consistência, relevância e clareza, bem como a experiência profissional dos proponentes.
  6. O resultado será divulgado no site do V Congresso Internacional de História em 04 de janeiro de 2016.
São atribuições dos coordenadores de ST:
  • selecionar os trabalhos inscritos e distribuir os que forem aprovados durante os dias e horários disponíveis para as sessões;
  • organizar as sessões de modo a assegurar a diversidade de vínculo institucional e de titulação dos participantes;
  • coordenar as atividades durante todo o Simpósio;
  • elaborar o relatório de atividades.

Minicursos: Inscrições de 20/12/2015 a 20/128/2015
Os minicursos são espaços de atualização para os profissionais de História, destinados, especialmente, para os professores do Ensino Fundamental e Médio, alunos de graduação. Devem desenvolver temas relevantes para o conhecimento histórico.
  • Com duração total de seis horas-aula, os minicursos serão distribuídos em sessões de duas horas, no período da manhã, nos dias 27, 28 e 29 de setembro de 2015.
  • O número mínimo de participantes inscritos para que o MC possa se efetivar será de 20, que devem estar registrados até o dia 14/08/2016 ou até o esgotamento das vagas;
  • Para cada minicurso serão abertas 35 vagas que poderão ser ampliadas havendo comum acordo entre a Comissão Organizadora e o(s) professor(es).
  • As propostas de MC serão analisadas pela Comissão Científica, que selecionará considerando o mérito. Serão critérios de avaliação: qualidade e relevância acadêmica da proposta e experiência profissional dos proponentes;
  • Cada MC poderá ser ministrado por até dois docentes. Neste caso, cada um deve fazer a inscrição individualmente. O procedimento é necessário para o sistema gerar formas independentes de acesso à área do inscrito. As informações da proposta de Minicurso devem ser iguais, a fim de facilitar a identificação das proposições conjuntas;
  • Somente um dos coordenadores receberá ajuda de custo (hospedagem em Jataí de 27/09/16 a 30/09/16.

Condições para apresentação de propostas de Minicursos
  • ter titulação mínima de doutor;
  • Pagar a taxa de inscrição de R$ 200,00.
As propostas de Minicurso deverão indicar:
  1. título;
  2. nome(s) do(s) proponente(s);
  3. titulação e vínculo institucional do(s) proponente(s);
  4. endereço, telefone e e-mail para contato;
  5. ementa, forma de desenvolvimento do curso, objetivos, programa e bibliografia;
  6. Indicação de equipamentos necessários para o adequado funcionamento do curso (sujeito à confirmação de disponibilidade).
  7. As propostas de Minicursos podem ser feitas até a meia-noite do dia 20 de dezembro de 2015.
Não haverá devolução do valor referente às inscrições. Os proponentes cujos minicursos não forem aprovados ou não se viabilizaram com o mínimo de 20 inscrições poderão se inscrever como apresentadores de trabalho em Simpósio Temático.
A página do Congresso ainda não funciona, então mande sua proposta de trabalho para o e-mail: congressohistoriajatai@gmail.com .


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