Este espaço é reservado para troca de textos e informações sobre a História do Brasil em nível acadêmico.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Revista Memórias lança novo site




Revista Memórias lança novo site
FONTE: Assessoria de Imprensa do IOC/Fiocruz
De olho na comunidade científica internacional, site investe na interação com o usuário ao permitir buscas no acervo e a criação de um perfil para receber sugestões de leitura
Nos últimos cinco anos, a revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) alcançou projeção internacional ao se consagrar como o principal periódico científico brasileiro e o mais importante da área de ciências biológicas e biomédicas da América Latina. Com atuais 2.147 pontos de fator de impacto segundo o Institute for Scientific Information (ISI) Web of Knowledge, órgão internacional responsável por avaliar a relevância das publicações deste gênero, a revista inaugura nova fase com a reformulação do seu site. A modernização foi financiada pelo edital 'Apoio a reformulação de periódicos científicos e tecnológicos institucionais - 2010' da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ). O lançamento aconteceu nesta sexta-feira, 8 de março, no tradicional Centro de Estudos do IOC.
Inéditas, as novas funcionalidades investem na interação com o visitante. O leitor poderá criar, por exemplo, um perfil para cadastrar seus temas preferidos e receber sugestão de artigos. Uma nova ferramenta de busca facilita e estimula pesquisas no acervo. "Tudo reunido em uma interface moderna e amigável, inspirada nos portais das revistas científicas mais importantes do mundo", garante o editor da publicação, o pesquisador Ricardo Lourenço.
A principal missão do site é divulgar a revista fora do Brasil, atraindo novos leitores e, consequentemente, mais autores internacionais. "Vamos mostrar que a Memórias é um veículo bom, seguro e rápido para a publicação de trabalhos. Queremos atrair mais autores que desenvolvem pesquisa na Ásia e na África, por exemplo, onde doenças parasitárias são ainda muito importantes", realça Lourenço. Outra expectativa é ampliar o leque de temas abordados. "Temos recebido poucas contribuições relativas a estudos internacionais sobre doenças bacterianas como tuberculose e hanseníase", pontua.
De acordo com a editora executiva, Hikmat Zein, muitos pesquisadores brasileiros e estrangeiros ainda enxergam a Memórias como uma revista restrita aos estudos do IOC. "Essa modernização vai permitir uma mudança na nossa imagem - de institucional para internacional", aposta.

Novos recursos
A partir de agora, o site permite uma busca por palavras-chaves dentro do acervo, composto por mais de quatro mil artigos. O visitante tem, ainda, a possibilidade de cadastrar temas de interesse por meio da criação de um perfil de acordo com seu vínculo com a publicação: autor de artigos, revisor ou apenas leitor. Desta forma, o próprio sistema irá sugerir a leitura de estudos relacionados e mais populares.
Pesquisadores interessados em integrar o time de revisores da revista poderão se candidatar por meio do site. Como a Memórias é uma revista pública, financiada pelo governo e de acesso gratuito, o serviço de revisão não é pago. "Exigimos que cada artigo seja visto por dois pesquisadores referências no assunto e, preferencialmente, estrangeiros. Vez ou outra, temos dificuldades em encontrar os melhores ou mais especializados, e o site vai nos ajudar a formar um banco de voluntários", conclui Hikmat.

Um século de história
Criada em 1909 pelo próprio Oswaldo Cruz, a Memórias vem passando por mudanças editoriais e estruturais iniciadas em 2007. Desde então, o recebimento de artigos aumentou em 20% e a revista subiu um ponto no ISI. A trajetória ascendente da publicação, que faz verdadeiro contraste com o cenário de baixo impacto da produção científica nacional, foi destacada no 3º Seminário de Avaliação do Desempenho dos Periódicos Brasileiros do Journal Citation Reports de 2011, realizado no segundo semestre de 2012.
O periódico ganhou seu primeiro site em 1996 e, em 2007, adotou o sistema de submissão online de artigos Open Journal Systems (OJS). A medida simplificou o processo editorial ao substituir o envio de manuscritos pelo correio, gravados em CD. Em 2008, o site passou a contar com o Sistema Identificador de Objetivo Digital, o DOI (do inglês Digital Object Identifier), que permite a certificação dos textos e das obras publicadas na internet e a proteção dos direitos autorais.
Já em 2009, todo o acervo digitalizado foi hospedado no portal da Scientific Electronic Library Online (SciELO) e a maior parte também está disponível no PUBMED, permitindo o acesso gratuito a estudos pioneiros realizados por cientistas que marcaram o último século, como Carlos Chagas, Gaspar Vianna, Leônidas Deane, Adolpho Lutz e outros. "A partir de agora, as edições também ficarão armazenadas no próprio site da Memórias, um estímulo a mais para que o visitante navegue pelo site", explica Hikmat.
No início de 2012, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e da própria SciELO, a Memórias migrou para a plataforma ScholarOne, utilizada pelos mais importantes periódicos do mundo. Além de contar com um sistema de submissão amplamente difundido entre os pesquisadores, o ScholarOne permite que autores enviem seus manuscritos com mais segurança e qualidade, facilitando a realização de cobranças de revisão por meio do envio de e-mails automáticos.

(Assessoria de Imprensa do IOC/Fiocruz)

__._,_.___

Atividade nos últimos dias:
        **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                        Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
     
    Visite o Blog do nosso Grupo:
    http://www.grupohistoriadobrasil.blogspot.com

    Divulgação de Congresso sobre o Rock



    Estimados colegas,

    Pedimos a gentileza para que enviem para suas listas a chamada deste inédito congresso sobre o Rock no Brasil.
    Muito obrigado,
    Alexandre Felipe Fiuza
    Coordenador Geral do I Congresso Internacional de Estudos do Rock
    O Colegiado de Pedagogia e o Mestrado em Educação/ Campus de Cascavel da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, com o apoio dos Programas de Pós-Graduação em História e Letras, e os Colegiados de Pedagogia do Campus de Francisco Beltrão e de Letras do campus de Cascavel, convidam a todos a participarem do I Congresso Internacional de Estudos do Rock, que se realizará na UNIOESTE, na cidade de Cascavel, entre os dias 25 e 27 de setembro de 2013. Trata-se do primeiro evento exclusivamente voltado ao rock no Brasil. Já conta com a confirmação da presença de grandes especialistas como Arthur Dapieve, Juan Pablo González (Chile), Sérgio Pujol (Argentina), Guilherme Bryan, Rodrigo Merheb, entre outros. Nesta primeira edição haverá uma comemoração em relação aos 40 anos do grupo Secos & Molhados e seu primeiro disco, contando com a presença do criador e líder da banda, João Ricardo.
    As inscrições com e sem apresentação de trabalho já estão abertas e devem ser realizadas através do site: http://www.congressodorock.com.br/evento/
    As inscrições de trabalhos com resumo estão abertas somente até dia 10 de abril.
    O evento contará com conferências, sessões de conversas com músicos, comunicações orais e orais-musicais, oficinas, apresentação de bandas locais, exposição de artes, ciclo de cinema, entre outras atividades. Participem!



    __._,_.___

    Atividade nos últimos dias:
          **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                          Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
       
      Visite o Blog do nosso Grupo:
      http://www.grupohistoriadobrasil.blogspot.com

      terça-feira, 12 de março de 2013

      Após abolição, negro foi excluído do mercado de trabalho




      Após abolição, negro foi excluído do mercado de trabalho
      Entre 1912 e 1920, a população negra da cidade de São Paulo perdeu postos de trabalho, foi prejudicada por leis municipais que de forma explicita ou não a proibiam de exercer certas profissões, além de ter sido retirada de terras onde desenvolviam a agricultura de subsistência. "Esses fatores podem ser considerados indícios de que houve uma construção ideológica gestada pelas elites que visava a exclusão do negro da sociedade brasileira", aponta o pesquisador Ramatis Jacino, professor do ensino médio, em sua tese de doutorado pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

      Lei Municipal de 1886 proibia escravos do exercício de algumas profissões
      Jacino analisou cerca de 43 mil boletins de ocorrência emitidos na cidade na segunda década após a abolição da escravatura, entre 1912 e 1920. "Com o fim da escravidão, os únicos documentos oficiais que mencionavam a cor da pele e a profissão exercida eram os boletins de ocorrência da polícia", explica. O pesquisador também analisou anúncios de jornais da época e alguns processos criminais.
      No mestrado, que abordou o mesmo tema, a análise esteve focada na população negra que vivenciou o período pré e pós abolição. Jacino pesquisou os anos de 1872 e 1890 (datas em que houve recenseamento na cidade) e pode verificar quais profissões os negros exerciam na época. A maioria eram ligadas à baixa qualificação e mal remuneradas: trabalhadores domésticos, criados, ama-secas, jornaleiros, carregadores, operários da construção civil, artíficies, parteiras, etc, mas havia também alguns jornalistas, professores e intelectuais.
      Já no doutorado, sob a orientação da professora Vera Lúcio Amaral Ferlini, da FFLCH, o foco foi a primeira geração de negros que nasceu após a abolição. O pesquisador comparou os dois períodos e ficou surpreso ao perceber que, de 1912 a 1920, com a industrialização da cidade, os negros haviam perdido as ocupações que antes exercia. Profissões de ama-seca, domésticas e criados começaram a ser exercidas por imigrantes. Isso levou a um processo de marginalização da população negra.
      Exclusão legalizada
      Para o pesquisador, esse processo de exclusão ocorreu devido a três fatores. O primeiro foi a promulgação de uma série de leis que proibia, de forma implícita ou explícita, que escravos exercessem certas profissões. "Em 1886, por exemplo, uma lei municipal determinava que as profissões de cocheiros, aguadeiros [que carregavam baldes d'água], caixeiros viajantes e guarda-livros [contadores] não poderiam ser exercidas por escravos", explica.
      O segundo motivo é que muitos escravos libertos, antes da abolição, se dedicavam à pecuária e à agricultura familiar de subsistência em lotes de terra pela cidade. Porém, o poder público determinou que esses lotes deveriam ser concedidos aos chamados "homens bons", ou seja: brancos, cristãos e pais de família. Os negros – todos excluídos desse critério – foram obrigados a abandonar as terras e a se mudar para outras regiões: as mais remotas da cidade.
      O terceiro motivo é que uma série de leis gerais acabaram por marginalizar os negros. A Lei de Terras, de 1850, determinava que a posse da terra seria feita mediante a compra. No Império, as terras eram divididas por meio de sesmarias e muitos posseiros eram brancos pobres, índios, caboclos e negros. Com a Lei de Terras, a maioria teve dificuldade em comprar os lotes.
      Segundo o pesquisador, muitos empregadores publicavam em jornais anúncios de oferta de emprego. Na maioria, explicitavam a necessidade de o candidato ser branco e imigrante (italiano, alemão), etc. "Em anúncios de grandes empresas da cidade, não encontrei um texto explícito sobre a cor do candidato. Entretanto, na composição do quadro de funcionários, a maioria era estrangeiro e havia pouquíssimos negros", comenta.
      Mito fundador
      Durante o Império (1822-1889), diz Jacino, o mito fundador do Brasil era representado pela união de brancos, negros e índios na luta contra os invasores holandeses, nas figuras de Antonio Felipe e Clara Camarão (índios), Henrique Dias (negro) e Matias de Albuquerque (português).
      Já na República, proclamada em 1889, esse mito foi alterado pelas elites e a formação do Brasil passou a ser associada à índia Bartira e ao português João Ramalho. "É mais um indício de que a intenção das elites era excluir a figura dos negros da história da fundação do país. O índio era considerado como o "bom selvagem"; já o negro era o "mau selvagem" ", diz.
      Na transição do trabalho escravo para o assalariado, intelectuais da Faculdade de Direito de São Paulo, da Faculdade de Direito do Recife, da Escola de Medicina na Bahia e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) foram construindo um discurso ideológico que foi apropriado pelas oligarquias de que a população negra não era adequada para o trabalho assalariado; que a miscigenação levava à doenças; e que os negros tinham problemas de caráter e que sua idade mental era inferior a dos brancos. "A meu ver, esse discurso tinha a intenção de branquear a sociedade. Para as elites, a sociedade moderna e capitalista que eles almejavam precisava ser branca", finaliza.
      Imagem: Wikimedia Commons
      Mais informações: email rama@usp.br, com Ramatis Jacino

      __._,_.___

      Atividade nos últimos dias:
            **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                            Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
         
        Visite o Blog do nosso Grupo:
        http://www.grupohistoriadobrasil.blogspot.com

        Estudo analisa ambiguidades na obra de Aluísio Azevedo

        Usando como ponto de partida o livro O Mulato, sociólogo Rodrigo Estramanho de Almeida avalia a trajetória literária do escritor maranhense (Wikipédia)
        Estudo analisa ambiguidades na obra de Aluísio Azevedo
        12/03/2013
        Por Karina Toledo
        FONTE: Agência FAPESP – O Mulato, de Aluísio Azevedo, é um livro de título coletivo. Não faz menção a um personagem ou a uma situação específica, mas a toda uma categoria humana muito importante para a compreensão do processo de formação do Brasil.
        A análise é do sociólogo Rodrigo Estramanho de Almeida no livro A realidade da ficção. Ambiguidades literárias e sociais em ‘O Mulato’ de Aluísio Azevedo, que será lançado no dia 15 de março pela Alameda Casa Editorial.
        O ponto de partida do professor e pesquisador é o segundo livro de Aluísio Azevedo, O Mulato, por meio do qual analisa as contradições que marcaram toda a trajetória literária do escritor maranhense, cuja obra costuma ser dividida pela crítica em duas categorias: a dos romances engajados, recheados de crítica social, e a das novelas folhetinescas.
        “Essa ambiguidade permanece ao longo de toda a carreira de Aluísio. O próprio escritor deixou claro, em correspondências e textos de jornais, que tinha consciência e sofria com isso. Mas eu tento mostrar que há também um fluxo de continuidade em suas obras”, disse Estramanho de Almeida à Agência FAPESP.
        Segundo o pesquisador, a crítica social está presente mesmo nos livros considerados românticos. Por outro lado, O Mulato – considerado o abre-alas do Naturalismo no Brasil – está ambientado em uma história com características do Romantismo.
        “Embora o livro possua elementos considerados típicos do Naturalismo, a construção da narrativa é, do ponto de vista formal, próxima à do Romantismo. É um autor de difícil classificação”, afirmou.
        A ambiguidade presente na ficção também estava presente na vida real de Aluísio Azevedo, contou Estramanho de Almeida. “Ele trabalhou muito ao longo da vida para viver de literatura. Foi um autor combativo, que defendia os ideais republicanos e flertava com o abolicionismo. Também criticava duramente o clero e sua relação com o governo imperial. Mas, no fim da vida, abandonou a literatura para se dedicar ao serviço público e trabalhar para o Estado que tanto criticou”, contou.
        Além de colocar em relevo as vicissitudes enfrentadas pelo escritor para viver de literatura, Rodrigo busca também definir o lugar ocupado por Aluísio Azevedo no pensamento social brasileiro.
        “Aluísio está imerso em um momento de profunda transformação da sociedade brasileira. O aparecimento do ideário republicano e da doutrina Positivista tem impacto no comportamento, nas artes e no pensamento político e social. Além disso, transformações técnicas e econômicas, com o café se tornando o principal produto do país, modificaram a forma de as pessoas pensarem o futuro, o presente e o passado. Há um conteúdo sociológico interessantíssimo na obra de Aluísio Azevedo, mas algumas questões podem passar despercebidas se a análise se prender unicamente ao aspecto formal do Naturalismo”, afirmou Estramanho de Almeida.
        O livro, que contou com auxílio publicação da FAPESP, é resultado da pesquisa de mestrado realizada por Rodrigo Estramanho de Almeida na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), sob orientação do professor Miguel Wady Chaia.
        O pesquisador, no entanto, vem se dedicando ao estudo da obra de Aluísio Azevedo há mais de cinco anos, tendo escrito em 2007 uma análise de O Cortiço (leia mais em agencia.fapesp.br/6617).
         
        “O Cortiço é uma obra da fase madura de Aluísio. Já O Mulato é seu segundo livro. Foquei agora a análise no início da carreira para compreender quais elementos já estavam presentes em seu campo semântico e na sua maneira de escrever sobre a realidade”, contou.
        Atualmente, Rodrigo Estramanho de Almeida é professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e pesquisador no Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política (Neamp) da PUC-SP.
        A realidade da Ficção
        Autor: Rodrigo Estramanho de Almeida
        Lançamento: 15 de março de 2013, na Martins Fontes Paulista, Av. Paulista, 509, das 19h às 22h
        Preço: R$ 40
        Páginas: 201
        Mais informações: www.alamedaeditorial.com.br. 
         
         
        Atividade nos últimos dias:
            **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                            Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
         
        Visite o Blog do nosso Grupo:http://www.grupohistoriadobrasil.blogspot.com

        Em Debate - Chamada de Trabalhos


        Amigos (as),
        Solicitamos a gentileza de divulgar em suas redes de contatos a chamada abaixo.
        Lembramos que os primeiros 12 artigos aprovados serão publicados no próximo número (8) referente ao segundo semestre de 2012.




        Chamada para autores

        O Comitê Editorial da Revista Eletrônica EM DEBATE reitera que a revista aceita em fluxo contínuo submissões de artigos, resenhas, traduções e entrevistas enquadradas nas dez linhas temáticas da revista:
        1) Mundialização e blocos regionais (ex.: Mercosul, União Européia);
        2) Trabalho e ontologia social;
        3) Trabalho, urbanização e história social;
        4) Processo de trabalho, tempo digital, tempo livre;
        5) Movimento sindical e movimentos autonomistas;
        6) Capitalismo, técnica e reestruturação produtiva, emprego e desemprego, crise;
        7) Memória histórica, ditaduras e direitos humanos;
        8) Ensino de Sociologia;
        9) Ensino superior e universidade pública;
        10) Pensamento e Teoria Social.
        Os trabalhos apresentados devem ser inéditos, redigidos em lingua portuguesa ou espanhola.

        As diretrizes completas para autores estão disponíveis em:

        http://periodicos.ufsc.br/index.php/emdebate/about/submissions#onlineSubmissions

        Instruções de submissão na plataforma SEER podem ser acessadas através do link

        http://seer.ibict.br/images/stories/file/tutoriais/tutorial_de_submissao_de_artigos.pdf


        Os Editores




        --
        Atenciosamente,
        Ms. José Carlos Mendonça
        Técnico e Pesquisador
        Universidade Federal de Santa Catarina (CFH/SPO/LASTRO)
        Doutorando em Ciências Sociais



        __._,_.___

        Atividade nos últimos dias:
              **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                              Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
           
          Visite o Blog do nosso Grupo:
          http://www.grupohistoriadobrasil.blogspot.com

          domingo, 3 de março de 2013

          Documentos da ditadura são retidos por ministérios (FSP, 03/03/2013)

           



          Documentos da ditadura são retidos por ministérios


          RUBENS VALENTE

          MATHEUS LEITÃO
          DE BRASÍLIA
          O governo federal retém milhares de documentos produzidos por ministros de Estado na ditadura militar (1964-1985), hoje fora do alcance imediato de pesquisadores. É o que revela levantamento feito durante quatro meses pela Folha, que visitou arquivos nos ministérios e copiou centenas de páginas.
          O material inclui avisos, memorandos, ofícios, exposições de motivos e telegramas produzidos pelas mais altas autoridades do regime militar, incluindo os então ministros das três Forças Armadas, da Fazenda e da Justiça.
          Guardados em pelo menos nove órgãos federais em Brasília, esses papéis não estão sob controle do Arquivo Nacional, que tem a tarefa de catalogar e armazenar o acervo da ditadura, nem da Comissão da Verdade, criada para investigar abusos contra os direitos humanos no período.
          O acesso a esses documentos é dificultado por uma série de deficiências dos ministérios. Alguns oferecem apenas alguns dias do mês para a pesquisa. Em geral não há local adequado para a leitura dos papéis, com exceção do Ministério das Relações Exteriores, que possui salas próprias para pesquisadores.
          A maioria dos órgãos exige que os pedidos fiquem restritos a certos períodos de tempo, o que inviabiliza um acesso amplo ao acervo. Embora tenha liberado o acesso a alguns papéis solicitados pela reportagem, o Comando do Exército se recusou a autorizar uma visita ao seu arquivo, alegando que se trata de uma "área de segurança".
          O caso da Casa Civil da Presidência da República é o mais problemático. O órgão reconheceu por escrito a existência de documentos produzidos na década de 70 pelo então Gabinete Civil, que durante cinco anos, de 1974 a 1979, esteve nas mãos do general Golbery do Couto e Silva (1911-1987), um dos cérebros do regime ditatorial.
          Mas o ministério, atualmente sob a gestão da ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR), se recusou a permitir o acesso a qualquer documento, sob a alegação de falta de pessoal e tempo para analisar os papéis e verificar se incluíam "informação pessoal" que não pudesse ser divulgada.
          A Folha recorreu contra a proibição apelando à CGU (Controladoria-Geral da União), que analisa o assunto desde o dia 14 de fevereiro.
          A absoluta maioria dos documentos localizados pela reportagem não está catalogada, não tem seu conteúdo descrito e não está plenamente acessível à consulta do público.
          O Comando da Aeronáutica reconheceu a existência de dezenas de caixas de microfilmes. Num primeiro momento, a Aeronáutica autorizou a Folha a examinar o material durante sessões de 50 minutos por semana, num aparelho operado por um oficial do gabinete.
          Após duas semanas, ficou evidente a inviabilidade da pesquisa. A reportagem então solicitou cópia integral de uma lata de microfilme marcada como "confidencial", com um número indeterminado de páginas. O pedido foi feito em 17 de janeiro, e continua sem resposta até hoje.

          Editoria de Arte/Folhapress
          NO SUBSOLO
          A Folha descobriu quase por acaso a existência dessas coleções de papéis. Desde junho do ano passado, a reportagem tenta localizar na Esplanada dos Ministérios qualquer documento oficial que possa esclarecer o que ocorreu na década de 70 com os índios uaimiris-atroaris, no Amazonas. Indigenistas falam em 2.000 índios que teriam sido mortos pelo Exército num intervalo de seis anos.
          Em outubro passado, ao ser consultado se possuía papéis sobre os índios, produzidos entre 1970 e 1976, o Ministério da Justiça respondeu que o material desse período compreendia 120 volumes encadernados com cerca de 500 páginas cada um, cerca de 60 mil páginas no total. O ministério informou que o material estava em salas do subsolo do prédio em que funciona.
          A resposta sugeriu a existência de outros arquivos semelhantes. A reportagem então fez questionamentos com base na Lei de Acesso à Informação a outros ministérios e órgãos federais que pudessem conter material do gênero.
          O tratamento do governo para esses papéis não é o mesmo dado a outros documentos do período. O acervo do antigo SNI (Serviço Nacional de Informações), que está no Arquivo Nacional, pode ser consultado sem restrições, numa sala arejada e equipada com computadores.

          Enviado via iPad
          Fabrício Augusto Souza Gomes



          __._,_.___

          Atividade nos últimos dias:
              **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                              Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
           
          Visite o Blog do nosso Grupo:
          http://www.grupohistoriadobrasil.blogspot.com

          Ministro tinha plano contra 'infiltração comunista' na mídia (FSP, 03/03/2013)



          FOLHA TRANSPARÊNCIA
          Ministro tinha plano contra 'infiltração comunista' na mídia
          Documento sugere que Ministério da Justiça organizou grupo de jornalistas para escrever a favor do regime
          Arquivos dizem que pagamento a esses intelectuais seria feito por 'organização particular' de São Paulo
          DE BRASÍLIA
          O Ministério da Justiça se empenhou, durante a ditadura militar, em uma guerra psicológica contra o que chamou de "infiltração comunista" na imprensa.
          A informação consta de um documento inédito, guardado no arquivo da pasta, endereçado em 1970 pelo ministro Alfredo Buzaid (1914-1991) ao general Emílio Médici (1905-1985), então presidente.
          Buzaid comandou a pasta de 1969 a 1974. No documento de janeiro de 1970, o ministro informou ao presidente: "O ministério está preparando um corpo de jornalistas ortodoxamente revolucionários, que escreverão artigos de doutrina, sueltos [comentários sobre assunto do dia], notas e demais publicações, a fim de serem distribuídos aos jornais, estações de rádios, revistas e emissoras de televisão".
          "Outros intelectuais se ocuparão com peças de teatro, de fundo moral e patriótico, criticando construtivamente os males da sociedade, de modo a competir com as peças obscenas e dissolventes, que tendem a destruir os valores éticos da família brasileira", completou.
          Buzaid tomou providências para remunerar os autores: "O pagamento a esses intelectuais será efetuado por organização particular, já em curso de formação na cidade de São Paulo".
          A documentação localizada não indica quem eram os jornalistas e intelectuais e qual organização os pagaria.
          Os documentos arquivados no ministério revelam ainda que o governo cassou os direitos políticos de centenas de brasileiros como retaliação por terem se recusado a prestar o serviço militar "por convicção religiosa".
          Os decretos eram assinados pelos ministros da Justiça com as listas dos cidadãos que a, partir dali, perderiam o direito a votar e de serem candidatos a cargos eletivos.
          Para as cassações, o governo se baseava numa emenda à Constituição baixada pela junta militar que assumiu o controle do país em 1969.
          Uma carta endereçada a dom Paulo Evaristo Arns, então bispo-auxiliar de São Paulo, demonstra a contrariedade do ministro com uma mensagem em que Arns teria deixado "transparecer sua inconformidade", segundo as palavras do ministro, com o assassinato de José Carlos Fidalgo, "num encontro com a polícia de São Paulo".
          "Lamento o ocorrido. Contudo, ao compulsar os documentos, pude perceber que se trata de elemento de alta periculosidade, com inúmeras passagens pela polícia", retrucou o ministro.
          Fidalgo, de 18 anos, foi morto a tiros em janeiro de 1970, um dia após procurar a Corregedoria do Tribunal de Justiça de São Paulo para pedir proteção policial. Ele dizia que estava marcado para morrer pelo grupo de policiais conhecido como "Esquadrão da Morte" porque, dias antes, havia baleado outro policial.
          Segundo a imprensa da época, ele era filho de Horácio Fidalgo, o "Rei da Maconha", morto pelo mesmo esquadrão em 1969, "com 40 tiros".
          Em outra carta, endereçada ao então arcebispo de Diamantina (MG), Geraldo Sigaud (1909-1999), Buzaid queixou-se da falta de vigilância de membros do episcopado a padres e leigos de suas dioceses. (Rubens Valente E Matheus Leitão)

          Enviado via iPad
          Fabrício Augusto Souza Gomes

          __._,_.___

          Atividade nos últimos dias:
              **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                              Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
           
          Visite o Blog do nosso Grupo:
          http://www.grupohistoriadobrasil.blogspot.com

          quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

          Alforriados, negros ainda foram explorados como escravos

          Alforriados, negros ainda foram explorados como escravos

          Mesmo livres, negros enfrentaram cotidiano que perpetuava relações escravistas
          No século 19, entre os anos 1830 e 1888, os escravos compravam o direito à liberdade com o próprio trabalho, o que tornava precária a entrada de negros no mundo dos homens livres, e fazia perdurar o domínio senhorial. Sem recursos para pagar aos senhores a indenização exigida para a liberdade, os escravos contraíam dívidas com terceiros, e os pagavam por intermédio de contratos de locação de serviço. Estes contratos significavam, em muitos casos, um prolongamento da exploração do trabalho, uma vez que os libertos ainda eram submetidos a condições similares à escravidão.
          A historiadora Marília Ariza analisou contratos de locação de serviço registrados, entre os anos de 1830 e 1888, no Primeiro Cartório de Notas de São Paulo, e no Primeiro Tabelionato de Notas de Campinas — entre 1830 e 1888 — e sua relação com a luta dos escravos em processo de alforria. A dissertação de mestrado O ofício da liberdade: contratos de locação de serviços e trabalhadores libertandos em São Paulo e Campinas (1830 – 1888) mostra a complexidade do período final da escravidão no Brasil, quando nem sempre ser um homem livre significava ter acesso à liberdade.
          Segundo a historiadora, a possibilidade de compra de alforria pelos escravos existia antes dos contratos de locação de serviços. No entanto, estes escravos dependiam do acúmulo de pecúlio, economias conseguidas com trabalhos extras, para juntar o valor exigido pelos senhores para a libertação. Embora o acúmulo de pecúlio fosse uma prática recorrente, incorporada pelos escravos como um direito, os senhores, frequentemente, não tinham interesse na redução do número de seus escravos, e não autorizavam qualquer outro tipo de atividade que os possibilitasse ganhar dinheiro e pagar por sua liberdade. Mesmo que pudessem juntar economias de outras formas, o alto valor das alforrias também poderia impedir a liberdade a curto prazo.
          Como alternativa a este cenário, muitos escravos recorriam ao pagamento de alforrias por meio de seus próprios serviços. O sujeito contraía um empréstimo com terceiros para comprar sua alforria. Uma vez que não tinha outros recursos para arcar com o valor da dívida, fazia contratos de locação de serviço com seu credor.
          Os serviços e as condições de trabalho, no entanto, mudavam muito pouco. Os contratos os obrigavam a levar um cotidiano semelhante à antiga condição escrava. Tanto a duração do contrato, que poderia ser de alguns anos, quanto as atividades laborais, e até mesmo as penas para aqueles que descumprissem alguma cláusula dos contratos, eram resultado de negociações entre libertandos e credores. As condições dessa negociação, entretanto, poderiam ser muito desiguais e desfavoráveis para os recém-libertos.
          Trabalho barato
          O principal objetivo dos contratos de locação de serviço era o agenciamento de trabalhadores livres a um baixo custo. Pessoas livres e pobres também locavam seus trabalhos. Contudo, no caso dos libertandos, o custo do trabalho contratado era ainda mais baixo. O desejo de abandonar a escravidão fazia com que estes trabalhadores acabassem concordando, ao menos formalmente, com condições de trabalho desvantajosas. Contrariados, muitas vezes eles contestavam estes contratos na justiça e se recusavam a cumpri-los, denunciando o domínio excessivo de seus credores.
          Contudo, a intervenção do Estado sobre as relações trabalhistas era muito pequena até as décadas finais do século 19. Os contratos de locação de trabalho acabaram funcionando como uma espécie de acomodação de conflitos gerados pelo sistema escravista. Pareciam uma possibilidade concreta de os escravos conseguirem a liberdade. Mas, de fato, perpetuavam as relações de poder da sociedade escravista.
          Liberdade: um conjunto de experiências
          Para Marília, tornar-se livre por intermédio um pagamento, obrigava estas pessoas a entrar no mundo da liberdade completamente pobres, e ainda sujeitas a exploração. Se na teoria, a liberdade significa ter autonomia para circular de um lugar para outro e tomar suas próprias decisões, estas pessoas ainda não eram completamente livres.
          Segundo a historiadora, todo este histórico de dificuldades e condições de subcidadania oferecidas aos libertandos tem reflexos na nossa atual realidade social. Para ela, a recente discussão acerca de cotas raciais nas universidades, por exemplo, é muito importante, pois está relacionada à reparação de desigualdades em parte herdadas da escravidão e das experiências de vida destes recém-libertos.
          "A liberdade precisa ser entendida como um conjunto de experiências vividas", reflete. "Mesmo para aqueles que se tornavam formalmente livres, seu universo de expectativas e direitos era muito desigual quando comparado a outros setores da população", afirma a historiadora. E conclui: "As cotas podem ser um grande instrumento para a justiça social. A luta hoje diz respeito à ampliação dos direitos à cidadania para os negros, e a distribuição injusta destes direitos tem raízes históricas fincadas na escravidão."
          Foto: Marc Ferrez / Wikimedia
          Mais informações: email marilia.ariza@usp.com, com a historiadora Marilia Ariza

          CHAMADA DE TRABALHOS IV CEPHIM "Guerra e Paz no Oriente Médio"



          Prezados Colegas!

          É com muita satisfação que o Instituto de Geografia e História Militar do Brasil (IGHMB), por meio do Núcleo de Estudos e Pesquisas em História Militar (NEPHIM), abre as inscrições para apresentação de trabalhos no IV Ciclo de Estudos e Pesquisas em História Militar (CEPHIM), cujo tema será "Guerra e Paz no Oriente Médio".
          Os interessados devem enviar para o e-mail ighmb_nephim@yahoo.com.br os seguintes dados:

          NOME COMPLETO
          INSTITUIÇÃO E/OU PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO QUE ESTÁ VINCULADO
          A ESCOLHA DE UM DOS EIXOS-TEMÁTICOS QUE CONSTAM NO PROJETO EM ANEXO
          TÍTULO DO TRABALHO
          RESUMO COM ATÉ 200 PALAVRAS

          Estão todos convidados e, por gentileza, divulguem!

          Cordialmente,

          Renato Restier
          Coordenador do CEPHIM

          __._,_.___



          Atividade nos últimos dias:
                **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                                Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
             
            Visite o Blog do nosso Grupo:http://www.grupohistoriadobrasil.blogspot.com

            domingo, 24 de fevereiro de 2013

            CALL FOR PAPERS - Sæculum - Revista de História (Qualis B2)

            Cabeçalho da página
              ISSN 0104-8929 - Qualis B2 - Área de História
            Sæculum - Revista de História é publicada pelo Departamento de História da UFPB desde 1995 e, a partir de 2004, passou a ser também o periódico do Programa de Pós-Graduação em História da mesma universidade. Desde então sua frequência é semestral, e se trata de uma revista voltada à divulgação e debate de pesquisas no campo da História e da Cultura Histórica e suas diversas interfaces, abrindo espaço para o diálogo entre pesquisadores do Brasil e do exterior. É indexada no DOAJ (Directory of Open Access Journals) e no Latindex.

            CHAMADA DE TRABALHOS
            N. 29 - dez. 2013
            Dossiê História e História Econômica
            Organizadores: Gustavo Acioli Lopes (UFPB) e Maximiliano Mac Menz (UNIFESP)
            Prazo para envio de artigos: 08/09/2013

            N. 30 - jun. 2014
            Dossiê História e História das Religiões
            Organizadores: Carlos André Macêdo Cavalcanti (UFPB) e Carmen Lícia Palazzo (UniCEUB)
            Prazo para envio de artigos: 06/04/2014

            FLUXO CONTÍNUO
            A revista Sæculum aceita propostas, em fluxo contínuo, para publicação de artigos, comunicações, resenhas, entrevistas e memórias (palestras, depoimentos, documentos e fontes) na área de História, que devem ser enviada apenas eletronicamente, com redação em português, inglês, francês ou espanhol, e cujo(s) autor(es) tenha(m) a titulação mínima de mestre.
            OBSERVAÇÃO: a) NÃO SERÃO ACEITAS propostas elaboradas em coautoria entre graduandos ou mestrandos e orientadores; b) NÃO SERÃO ACEITAS propostas contendo mais de 3 (três) autores.

            PARA MAIORES INFORMAÇÕES E NORMAS EDITORIAIS: http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/srh/index
            CONTATO: saeculum@cchla.ufpb.br

            sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

            {GTEH_ANPUH} VII Encontro Estadual de Ensino de História - Rio de Janeiro



            VII Encontro Estadual do Ensino de História – RJ
            "O ensino de História face às demandas do tempo presente: possibilidades e desafios em dez anos da Lei 10.639."
            Programação
            25/03/2013
            Atividades
            Horário
            Credenciamento
            13h às 18h
            GTs temáticos
            14h às 16h
            Oficinas
            16h 30min. às 18h
            Conferência de Abertura
            18h 30min. às 21h
            26/03/2013
            GTs temáticos
            14h às 16h
            Partilha de Experiências
            16h 30min. às 18h
            Conferência de encerramento
            18h 30min.  às 21h
            Grupos de Trabalhos Temáticos – 25 e 26/03/2013 – 14h às 16h
            GT1 – Formação de professores;
            GT2 – Ensino de História e Currículo;
            GT3 – Possibilidades e desafios do Livro Didático;
            GT4 – Ensino de História: inclusão, diversidade e cultura.
            Oficinas – 25/03/2013 – 16h 30 min.
            Propostas por professores da educação básica e pesquisadores.
            Partilhas de experiências – 26/03/2013 – 16h 30 min.
            Diálogo entre Professores da Educação Básica, Alunos de graduação e Pesquisadores, partilhando as experiências de suas atividades.
            Conferências:
            Conferências de abertura – 25/03/2013 – 18h 30min. às 21h
            Conferencista:
            Prof. Dr. Arnaldo Pinto Junior – UFES
            Tema: Ensino de História na atualidade.
            Conferência de Encerramento – 26/03/2013 – 18h 30min. às 21h
            Conferencista:
            Profª. Drª. Monica Lima – UFRJ
            Tema: Ensino de História e Currículo: desafios e possibilidades.


            __._,_.___

            Atividade nos últimos dias:
                  **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                                  Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
               
              Visite o Blog do nosso Grupo:
              http://www.grupohistoriadobrasil.blogspot.com

              Arquivo do blog

              Seguidores do Grupo de Estudos da História do Brasil - GEHB.