Este espaço é reservado para troca de textos e informações sobre a História do Brasil em nível acadêmico.

terça-feira, 10 de maio de 2011

** A Geração ISEB

 

A Geração ISEB



Fonte: ITU.COM.BR Publicado: Segunda-feira, 9 de maio de 2011 por Deborah Dubner


divulgação
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Este artigo foi publicado no livro História e Geografia Fluminense
Por Neusa Fernandes, Pós-doutora, historiadora e museóloga
O Instituto Superior de Estudos Brasileiros – ISEB- foi um centro de estudos criado pelo Decreto n. 37.608, de 14 de julho 1955, ainda no Governo de Café Filho, vinculado ao Ministério da Educação e Cultura. Foi inspirado em um projeto do professor Alberto Torres, do início do século, na época dos grandes diagnósticos do Brasil, e esboçado pelo Grupo Itatiaia, que reunia intelectuais do Estado do Rio de Janeiro e de São Paulo, defensores de um nacionalismo menos radical que o nele defendido. O Grupo Itatiaia era liderado pelo professor Hélio Jaguaribe que articulou uma instituição denominada Instituto Brasileiro de Economia, Sociologia e Política (IBESP). Esta instituição foi responsável pela edição da Revista Cadernos de Nosso Tempo (1953 a 1956) e que viria a se constituir no núcleo do futuro ISEB.
O ISEB iniciou suas atividades quando Juscelino Kubitschek assumiu a presidência da República. Com plena liberdade de cátedra, caracterizou-se por promover o debate sobre os problemas nacionais.Constantes na pauta das discussões promovidas pelos intelectuais do Instituto estavam a filosofia, a história, a economia, a sociologia, a política e a cultura. O principal objetivo da instituição era servir de instrumento para o desenvolvimento de uma ação política na conjuntura econômica e social brasileira dos anos 50, formando quadros para o Estado e para a sociedade brasileira. Para tanto, apresentava-se como um órgão de vanguarda do pensamento desenvolvimentista , reunindo os mais conceituados intelectuais da esquerda, da direita ou do centro. Conviviam no ISEB liberais, socialistas, marxistas, democratas, nacionalistas e antinacionalistas, defensores do capital estrangeiro, como o economista Roberto Campos, enfim nomes como: Ignácio Rangel, Miguel Reale, Sérgio Buarque de Holanda, Hélio Jaguaribe, Guerreiro Ramos, Cândido Mendes de Almeida, Cândido Motta Filho, Josué de Castro, Álvaro Vieira Pinto e Nelson Werneck Sodré, sob a direção do filósofo paulista Roland Cavalcanti de Albuquerque Corbisier.
Era o ISEB constituído de cinco departamentos: o de filosofia, chefiado pelo professor Álvaro Vieira Pinto; o de História, chefiado pelo professor Cândido Mendes, com coordenação no curso de História Brasileira do pensador marxista e militar Nelson Werneck Sodré; o de Sociologia, chefiado pelo sociólogo Alberto Guerreiro Ramos; o de Ciência Política, chefiado por Hélio Jaguaribe; o de Economia com Evaldo Correia Lima, cujo mais destacado colaborador foi Ignácio Rangel.
Apesar das diferentes convicções filosóficas, pode-se detectar que o nacionalismo e o desenvolvimentismo estavam no centro das metas isebianas. Esses pensadores acreditavam que poderiam formular um projeto ideológico comum para o País.
Afinados com a política desenvolvimentista de JK, os intelectuais do ISEB receberam apoio do presidente que, em declarações públicas, prestigiou a instituição, definindo-a, como um centro de estudos e pesquisas, que se diferenciava dos demais órgãos universitários por estar voltado para o estudo dos problemas brasileiros.. Entretanto, JK criou o Conselho de Desenvolvimento exatamente com essa tarefa e a ele não pertencia nenhum membro do ISEB.
O ISEB, além da publicação de livros e da realização de seminários de estudos e da promoção de pesquisas, oferecia cursos e outras atividades intelectuais.. Entre elas, empenho maior na organização dos debates políticos, cuja tônica era sempre o desenvolvimento nacional e a construção de uma ideologia do desenvolvimento, visando ao processo de transformação, à possibilidade de diminuir os abismos sociais, quando o estágio de uma sociedade industrialmente desenvolvida fosse atingido.
Ao longo de sua existência, podemos distinguir dois momentos na vida do Instituto. O primeiro (1955-1959) foi o da criação, que coincidiu com o período desenvolvimentista do governo JK. Nessa fase, o grupo de intelectuais aderiu à candidatura JK.
Vale lembrar que na década de 50, a ideologia do desenvolvimento nacional era o idioma político alavancado pelo presidente "bossa nova", que deu a grande virada do capitalismo brasileiro, construindo a nova capital, favorecendo a entrada de tecnologia e capital estrangeiro, correndo à sombra do desejo da nação em superar o seu atraso.
O segundo e último momento do ISEB foi a fase que criticou as teses desenvolvimentistas. Decorridos cinco anos do governo, a realidade indicava que o país crescera economicamente, com a consolidação do capitalismo industrial, mas não tinha resolvido seus problemas sociais e as desigualdades tinham aumentado. Nessa fase houve uma maior politização e homogeinização ideológica do instituto norteado pelos filósofos Vieira Pinto e Roland Corbisier e pelo historiador Nelson Werneck Sodré, que privilegiavam as mudanças sociais, econômicas e as reformas de base defendidas pelo governo João Goulart, acompanhando a radicalização do país. Esses três intelectuais foram as referências dessa segunda fase..
O ISEB assumiu uma posição mais agressiva na crítica dos lucros das empresas estrangeiras, da remessa de lucros, da distribuição de renda e da transformação da estrutura agrária. A harmonia de idéias sofreu fissuras no ano de 1958, uma crise que provocou uma cisão, nas palavras de Nelson Werneck Sodré, " inoportuna, inadequada, sectária". De um lado, estavam os que defendiam maior participação do capital estrangeiro, isto é, apoio à plataforma do governo. De outro lado, ao contrário, os que desejavam radicalizar a posição nacionalista.
Após a crise, o ISEB reformulou suas atividades, ampliando os seus cursos, até então dirigido a alunos indicados pelo serviço público, a exemplo do que já fizera a Fundação Getúlio Vargas. A meta agora era atingir um público maior.Nesse sentido, passou a oferecer cursos regulares a militares, estudantes, sindicalistas, empresários, parlamentares, artistas, profissionais liberais, etc. Produziu, também, pequenos livros, de linguagem accessível e didaticamente elaborados, dirigidos às camadas menos privilegiadas e às classes trabalhadoras, denominados Cadernos do Povo.
Por intermédio do sociólogo do ISEB, Carlos Estevão Martins, o Instituto construiu um canal com a UNE, atuando junto ao CPC – Centro Popular de Cultura, criado em 1961, que reuniu artistas de diversas áreas, objetivando a construção de uma cultura popular e democrática. Segundo o seu criador e primeiro diretor, Carlos Estevão, o CPC nasceu inspirado no grupo paulista do Teatro de Arena que também atuou no Rio de Janeiro. Seguiu-se uma temporada de apresentações de peças políticas, elaboradas com humor e que fizeram muito sucesso: Eles não usam black tie, de Gianfrancesco Guarnieri, que mais tarde virou filme com Fernanda Montenegro; Chapetuba Futebol Clube, de Oduvaldo Vianna Filho; A mais-valia vai acabar, seu Edgard, de Oduvaldo Vianna Filho e Francisco de Assis, musicado por Carlos Lyra, que analisava didaticamente o conceito ideológico da teoria marxista. Durante um ano, de 1961 a 1962, o CPC, juntamente com o ISEB, produziu dezenas de peças, com a colaboração de muitos artistas, poetas, escritores, atrizes e atores, encenadas nos diversos teatros cariocas e também nos locais de trabalho, além da organização de feiras de livros com shows musicais. Selando a parceria ISEB e UNE, as edições dos Cadernos Brasileiros e a História Nova de um dos artífices do ISEB, Nelson Werneck Sodré.
A lembrança que guardo dos meus professores no ISEB são todas muito ricas. O convívio com aquelas inteligências era muito gratificante. Entretanto, recordo que as mais marcantes foram as presenças dos professores Cândido Mendes de Almeida e Nelson Werneck Sodré. O primeiro pela impressão avassaladora que causavam a sua exuberância e a sua erudição, expressas nas aulas ininteligíveis para nós, ainda graduandos. Ficávamos ali como a massa ficava em Roma ouvindo Cícero: não entendia nada, mas permanecia siderada, embalada pela musicalidade do discurso.
O segundo era uma figura simples de um general aparentemente tímido que lecionava História do Brasil, plenamente identificado com o materialismo histórico. Estatura mediana, cabelos, olhos e farto bigode escuros, ministrava suas aulas, de pé, cuja característica era a seriedade. Passava tanta verdade e seriedade, que no auditório o silêncio era profundo. Impossível negar a importância que as sínteses interpretativas da história brasileira apresentadas por ele causavam nos corações e nas mentes de seus alunos. A popularidade do professor Nelson Werneck Sodré entre os estudantes de História e de Ciências Sociais foi típica dos meados dos anos 50 e 60. Seus livros eram leituras obrigatórias. Fiel às suas ideias e ao socialismo, defendeu sempre as suas posições, o marxismo, o ISEB, suas obras, até a sua morte em 1999.
Em entrevista que deu, em maio de 1988, Nelson Werneck Sodré, talvez último historiador marxista ortodoxo, analisou, dentre outras coisas, a atuação do ISEB, afirmando que, no ano de 1964, o Instituto já não desfrutava do prestígio dos anos anteriores. Para ele, a esquerdização tinha levado a instituição ao isolamento
Nos primeiros dias de abril de 1964, o ISEB e a UNE foram destruídos pelo golpe militar que depôs o presidente João Goulart no dia 31 de março. A biblioteca e o arquivo do ISEB foram queimados. A sua sede na Rua das Palmeiras 55, foi abandonada, para tempos depois, sediar o Museu do Indio que veio transferido do Maracanã.
Repetindo as palavras do professor Caio Navarro de Toledo, da UNICAMP, que, em artigo publicado na Folha de São Paulo, analisou as metas isebianas: " O ISEB foi, no Brasil contemporâneo, a instituição cultural que melhor simbolizou ou que melhor concretizou o ideal do engajamento do intelectual na vida pública e social do país".
Se a produção dos intelectuais que compuseram o ISEB é vasta, a produção teórica, os estudos monográficos sobre o ISEB ainda são relativamente pequenos. E os estudos produzidos no exterior não foram traduzidos e publicados no Brasil.
No entanto, conseguimos levantar uma bibliografia geral sobre o assunto que disponibilizamos e se encontra na secretaria do IHGRJ.
Desejei passar impressões muito pessoais sobre a instituição e o professor general que ajudaram a me formar.

Artigo publicado no livro História e Geografia Fluminense. Rio de Janeiro: IHGRJ, 2008, p. 457-462. 


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Atividade nos últimos dias:
    **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

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** Conferência "A ordem republicana na América Hispânica"

 
Caros colegas,
O Programa de Pós Graduação em História Social da Cultura da PUC-Rio está
promovendo a realização da conferência "A ordem republicana na América
Hispânica" que será proferida pelo Prof. Alfredo Ávila, nesta sexta-feira
dia 13 de maio, às 11h na sala 502F, na PUC-Rio. O Prof. Alfredo Ávila é
pesquisador do Instituto de Investigaciones Históricas e professor da
Facultad de Filosofia y Letras de la Universidad Nacional Autónoma de
México. É autor de vários livros e artigos sobre o tema do republicanismo
e da nação na América Hispânica e em especial no México. Gostaria de
solicitar a divulgação entre os alunos e professores do seu Programa deste
evento. Agradeço desde já sua atenção e ajuda.
um abraço,
Maria Elisa Noronha de Sá Mader
Coordenadora do Programa de Pós Graduação em História Social da Cultura da
PUC-Rio

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Programa de Pós-Graduação em História/PPGH - CCH
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO
Av. Pasteur, 458, Urca
22290-240
tel: 21-25421578
poshistoria@unirio.br

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Fabrício Augusto Souza Gomes


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** Simpósio Ouro Preto 300 Anos

 








Favor divulgar o link desse simpósio entre nossos colegas (professores/alunos).


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Fabrício Augusto Souza Gomes





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domingo, 8 de maio de 2011

** DEBATE: NELSON WERNECK SODRÉ

 
Companheiros/as,
convidamos a todos/as para o Debate sobre Nelson W. Sodré
Livraria Popular - São Paulo
Dia 11 de maio
18:30

cartaz2


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** NOTICIAS ANPUH PR - 07/05/2011

 
Veja em Noticias ANPUH-PR http://www.pr.s2.anpuh.org
Destaques:

Bolsa Konrad Adeneuer em Estudos Europeus - FGV

Projeto Ciclos de Estudos em História Militar - IHGMB

Concurso:

Seleção de Professores - Universidade Severino Sombra

Chamadas:

Revista Métis - Dossiê História e Estudos de Gênero

Lançamentos:

Livro: Interações Fronteiriças no Platô das Guianas
Coleção Explorando o Ensino
Revista  História da Educação
Plura, Revista de Estudos de Religião
Revista Brasileira de História Militar

Eventos:

IV Congresso Internacional de Ciências Históricas - Venezuela
Simpósio Internacioanal de Estudos Inquisitoriais - Bahia
I Simpósio Internacioanl de História do Tempo Presente -  Santa Catarina
III Simpósio de Pesquisa Estado e Poder - UNIOESTE - Mal. Cândido Rondon - PR



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** CONVOCATORIA REVISTA TALLER (SEGUNDA ÉPOCA)

 

Revista Taller (Segunda Época)
Sociedad, Cultura y Política en América Latina
 
Director: Pablo Pozzi.

Consejo Editorial: Mario Ayala, Rubén Kotler, Laura Ortiz, Melisa Slatman, Pablo Vommaro.
 
Convocatoria al primer número
 
Dossier Temático: Coordinaciones represivas en el Cono Sur (1964-1991).
 
Coordinadores:
Enrique Serra Padrós (Universidad Federal de Rio Grande do Sul): <lola@adufrgs.ufrgs.br>
Melisa Slatman (Universidad de Buenos Aires): <melisaslatman@filo.uba.ar>
 
En el período abordado por esta convocatoria, como consecuencia de la consolidación de los Estado Terroristas en el Cono Sur, se encadenaron procesos históricos que atravesaron a toda la región. Entre estos procesos puede mencionarse a las migraciones forzadas, la conformación de comunidades de exiliados, el desplazamiento clandestino de militantes políticos por los países, confluencia de organizaciones políticas, político-militares y de derechos humanos en organismos coordinadores de diferentes características, todos los cuales cuestionaban a los regímenes dictatoriales, fueron percibidos por estos últimos como un peligro para la reconstrucción de la hegemonía de las fuerzas sociales dominantes en estas sociedades. Lo anterior dio lugar a la emergencia de diferentes instancias de coordinación represiva, de las cuales una de las más conocidas fue la "Operación Cóndor".
Taller (Segunda Época) convoca a investigadores de diferentes ramas de las Ciencias Sociales y Humanísticas  a presentar trabajos originales que aborden la temática propuesta, sean estudios bibliográficos, estudios de caso, ensayos comparativos o estudios desde una perspectiva transnacional y/o trabajos que aporten una reflexión conceptual sobre la problemática las coordinaciones represivas y sus consecuencias en el Cono Sur de América Latina entre 1964 y 1991.
Taller (Segunda Época) es una publicación académica interdisciplinaria destinada a un público especializado en problemas de América Latina contemporánea. Publica trabajos inéditos y originales que realicen una contribución sobre los problemas contemporáneos de América Latina, promuevan el debate entre investigadores y den cuenta de las perspectivas historiográficas vigentes en la actualidad. Además incentiva la difusión de fuentes originales y la importancia del balance de las principales publicaciones sobre la temática a través de reseñas críticas. 
 
Los artículos, escritos de acuerdo a las normas de publicación que se adjuntan, serán recibidos HASTA EL 30 DE JULIO DE 2011

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** boletim ANPUH/MS MAIO 2011

Caros colegas,

Segue boletim informativo da ANPUH/MS biênio 2011/2012.

Att;

Lidiane Cabral Edvirges
Secretaria ANPUH/MS 2011/2012.



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quarta-feira, 4 de maio de 2011

** Geografia histórica do Rio de Janeiro

 
Geografia histórica do Rio de Janeiro
Do USPonline

Nesta quinta (5), às 15 horas, o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP promove o lançamento do livro Geografia Histórica do Rio de Janeiro (1502-1700) (Andrea Jakobsson Estúdio, 908 páginas, 2 volumes, R$ 197,00), de Mauricio de Almeida Abreu.
No evento será realizada, também, uma mesa-redonda, sob coordenação da professora Vanderli Custódio (IEB) e debate entre o professores Antônio Carlos Robert Moraes e Isis Kantor, da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras (FFLCH) da USP, Beatriz Bueno, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP , e Rodrigo Valverde, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O IEB fica na Av. Prof. Mello Moraes, Travessa 8, 140, Cidade Universitária, São Paulo. O evento é gratuito, aberto a todos os interessados e não exige inscrição prévia.
Mais informações: (11) 3091-1149
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    ** A repercussão internacional da História do Brasil

     
    A repercussão internacional da História do Brasil - Tiradentes no Books Ngram Viewer: Através de nova ferramenta de busca, disponibilizada pelo Google Labs, é possível conhecer a repercussão internacional da História do Brasil



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    Fabrício Augusto Souza Gomes






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      ** 'Entre cantos e chibatas', aula de Lilia Schwarcz sobre a escravidão no Brasil a partir de fotos do acervo do IMS:

       
      ‎'Entre cantos e chibatas', aula de Lilia Schwarcz sobre a escravidão no Brasil a partir de fotos do acervo do IMS:


      http://blogdoims.uol.com.br/equipe-do-blog/entre-cantos-e-chibatas-conversa-com-lilia-schwarcz/


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      Fabrício Augusto Souza Gomes



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        terça-feira, 3 de maio de 2011

        ** Edição de maio no ar

         





        RHBN 68 nas bancas e no site

        Por que alguns bandidos nos atraem tanto? É o que pergunta a reportagem principal da Revista de História, ao mostrar que Lampião e seu bando de cangaceiros praticavam as maiores atrocidades, mas entraram para o imaginário público como uma versão brasileira de Robin Hood. Além disso, você pode ler uma outra reportagem, esta publicada na íntegra no site, sobre como mineiradores estão quase isolando um sítio histórico de Minas Gerais. [ leia mais ]

        Dia de que tipo de trabalhador?

        Por conta do Primeiro de Maio, o pesquisador da RHBN Ricardo M. Pimenta escreve um artigo sobre o fim de profissões como datilógrafos, operadores de mimeógrafos, motorneiros e cobradores de bonde, além de mostrar a mudança de perfil de antigas carreiras. [ leia mais ]

        Inválidos só no nome

        Em mais uma rodada do #pergunteaohistoriador, a pesquisadora da RHBN Carolina Ferro respondeu a uma questão desenvolvida no Twitter sobre a origem do nome da Rua dos Inválidos, que fica no Centro do Rio. Veja a história da via, todas as suas mudanças, e tire dúvidas enviando suas questões. [ leia mais ]

        O historiador de Portugal

        Fizemos uma pequena homenagem ao ex-ministro da Educação e Cultura de Portugal Vitorino Magalhães Godinho, que faleceu na semana passada ao 92 anos. Godinho havia recentemente sido entrevistado pelo embaixador Alberto da Costa e Silva, conselheiro da “Revista de História”, e pelo historiador português Tiago dos Reis Miranda, para figurar nas páginas da RHBN em uma futura edição.  [ leia mais ]
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          ** PROJETO CICLOS DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA MILITAR

           
          Prezados pesquisadores,

          O Instituto de Geografia e História Militar do Brasil (IGHMB), por meio do Núcleo de Estudos e Pesquisas em História Militar (NEPHIM), com o objetivo de promover intercâmbios entre diferentes núcleos de pesquisa que atuam em história militar e temas correlatos, inicia o projeto "Ciclos de Estudos e Pesquisas em História Militar". A proposta é que seja um espaço de diálogo em que professores e estudantes de pós-graduação possam discutir seus trabalhos, ampliando a divulgação de pesquisas, concluídas ou em estágio de desenvolvimento, culminando em publicações.

          Contamos com a participação de todos!

          Respeitosamente,
          Renato J. P. Restier Junior
          Coordenador
          Sócio-Honorário do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil
          Pesquisador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em História Militar
          Mestrando em História (UERJ)


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            segunda-feira, 2 de maio de 2011

            ** XV Congresso de Folclore

             
            Abertas as inscrições do XV Congresso Brasileiro de Folclore


            Palestras, oficinas, cursos, exposições e cerca de 100 pesquisadores e folcloristas participarão deste encontro em São José dos Campos

            Estão abertas as inscrições para o XV Congresso Brasileiro de Folclore, realizado pela Comissões Nacional e Paulista de Folclore, com a produção da Abaçaí Cultura e Arte e apoio do Governo do Estado de São Paulo. O evento, que acontecerá entre os dias 11 e 15 de Julho no município de São José dos Campos, interior de São Paulo, reunirá 100 pesquisadores de todos os Estados para palestras, oficinas, vivências e apresentação de manifestações folclóricas diversas como dança, música, artes plásticas e literatura.

            Com o tema História e Folclore: caminhos que se entrecruzam, e através de abordagens transdisciplinares, o XV Congresso visa a atualização, diversificação e entrecruzamento de estudos recentes com pesquisadores contemporâneos que investigam as peculiaridades atuais das culturas populares/tradicionais e o reconhecimento e a valorização da diversidade cultural, dos âmbitos da educação e de diversos segmentos das políticas públicas governamentais.

            O Congresso contribuirá para o desenvolvimento de pesquisadores e estudiosos da cultura popular/tradicional e áreas afins, bem como outros produtores culturais, por meio do conhecimento, divulgação e discussão sobre os estudos de manifestações populares/tradicionais, suas diversas metodologias e áreas de pesquisa e ampliando e favorecendo a discussão dos novos paradigmas que norteiam o saber popular.

            A partir do tema central do XV Congresso Brasileiro de Folclore, os eixos temáticos abordam Religiosidade; As políticas públicas; Patrimônio Imaterial da Cultura; Mesa Brasileira Tradicional; Cultura Popular e Turismo, Folguedos Populares; A música nossa em todos os sons; Literaturas; Arte e artesanato; Medicina popular.

            Informações e programação completa sobre a composição das mesas e o curso de atualização para professores, estão disponíveis no site www.xvcongressodefolcloresp.org

            Programação Permanente - Todos os dias de 10 às 21h

            Painéis com trabalhos iniciação científica
            Revelando São Paulo - Mostra de artesanato e gastronomia tradicional, feira de livros, Cds.
            Exposição de Fotos Etnográficas
            Exibição de Vídeos - Documentais Etnográficos
            Mesas redondas
            Dias: 12, 13 e 14
            Horários:9h – 10h30 / 10h30 – 12h /14h - 15h30

            MR1Políticas públicas para o Patrimônio Imaterial da Cultura
            MR2O Patrimônio Imaterial da Cultura nas Constituições Brasileira e Paulista
            MR3Convenção da Diversidade: Unesco e Plano Nacional de Cultura
            MR4Mesa Brasileira Tradicional – a diversidade que se exibe aos sentidos
            MR5A cultura tradicional e a sustentabilidade
            MR6Festas e folganças – a corporalidade
            MR7A música tradicional em todos os tons
            MR8Turismo, a saciedade dos sentidos – vivências que renovam
            MR9Só se ama aquilo que se conhece - a Educação e o Patrimônio Imaterial da Cultura


            Painéis
            Dias:12, 13 e 14
            Horários:9h – 10h30 / 10h30 – 12h /14h - 15h30

            P1A História e os saberes tradicionais: caminhos que se entrecruzam
            P2Folclore na era digital: novas abordagens das culturas tradicionais
            P3Mãos que fiam, modelam, transformam – a arte e o artesanato identitários
            P4Palavras que encantam - a tradição na poesia, na prosa, nos casos
            P5Identidades e Identificações no Brasil
            P6Desterritorialização: o regional na nacional e o universal no seu quintal
            P7CNF: a importância de seus arquitetos
            Grupos de trabalho
            Dias:12, 13 e 14
            Horários:14h – 18h

            GT1Religiosidade: Expressões de necessidades dos homens de todos os segmentos social
            GT 2As políticas públicas
            GT 3Patrimônio Imaterial da Cultura
            GT 4Mesa Brasileira Tradicional
            GT 5Cultura Popular e Turismo
            GT 6Festas e Folguedos Populares
            GT 7A música nossa em todos os sons
            GT 8Literaturas
            GT9Arte e artesanato
            GT10Medicina popular: meizinhas e benzimentos
            GT11Folclore e práticas educacionais


            Serviços:
            XV Congresso de Brasileiro de Folclore
            De 11 a 15 de Julho de 2011
            São José dos Campos – São Paulo

            Inscrições:
            Até 20 de maio de 2011 (para participantes com trabalhos)
            Até 30 de junho de 2011 (para participantes sem trabalhos)
            E-mail:
            inscricao@xvcongressodefolcloresp.com


            Valor:
            R$ 50,00

            Contatos
            Produção: Antonieta, Maria Regina - 11 3312 2900 producao@xvcongressodefolcloresp.com
            Imprensa:Diego Dionísio - 11 33122900 /11 96888412 imprensa@xvcongressodefolcloresp.com
              __._,_.___
              Atividade nos últimos dias:
                    **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                                    Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
                 
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