Este espaço é reservado para troca de textos e informações sobre a História do Brasil em nível acadêmico.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

GEHB ** Guerra e história

 
Guerra e história
Do USP Online

Estão abertas as inscrições para o Simpósio Internacional Guerra e História, que acontece entre os dias 28 e 30 de setembro no Anfiteatro do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.
O simpósio aborda conflitos em diversos períodos históricos e partes do mundo – como África portuguesa, Balcãs e Japão.  As inscrições podem ser realizadas pelos telefones da Cátedra Jaime Cortesão – (11) 3091-1511 – e do Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina (Prolam) da USP – (11) 3091-3589 -, ou no site do evento.
A entrada é franca, porém o certificado de participação de 30 horas custa um valor de R$10 (comunidade USP) ou R$15 (demais). A taxa será recolhida no dia do evento.
Inscrições estão abertas no site da FFLCH até a data do evento e durante o simpósio.  O Departamento e História fica na Av. Prof. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo.
Mais informações: (11) 3091-1511 / 3589, site http://www.fflch.usp.br/dh/guerra/
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Atividade nos últimos dias:
        **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                        Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
     
    Visite o Blog do nosso Grupo:http://www.grupohistoriadobrasil.blogspot.com

    GEHB ** LANÇAMENTO DO GUIA DO ACERVO _ NUCLEO DE DOCUMENTAÇÃO UFMS/CPTL [1 Anexo]

     
    Comunicamos o lançamento do Guia do Acervo do Núcleo de Documentação Histórica "Honório de Souza Carneiro", da UFMS, Campus de Três Lagoas.
    A publicação impressa do Guia é resultado de um projeto aprovado pelo CNPq, de Popularização da Ciência.
    As instituições de pesquisa e de preservação documental que queiram receber o Guia, podem entrar em contato com o coordenador do Núcleo (e-mail: ndhist@cptl.ufms.br), informando o nome da Instituição, endereço completo, e-mail, telefone e responsável.
    Em anexo segue a capa do Guia, para divulgação.
    Saudações históricas


    Vitor Wagner Neto de Oliveira
    Coordenador do Núcleo de Documentação Histórica
    "Honório de Souza Carneiro"
    Prof. do curso de Histórica da UFMS/CPTL


    OLIVEIRA, V. W. N. de (Coor.). Núcleo de Documentação Histórica "Honório de Souza Carneiro": Guia do acervo. Três Lagoas-MS: Gráfica Dom Bosco, 2010


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    Atividade nos últimos dias:
          **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                          Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
       
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      GEHB ** Enc: Escolas da Rede Estadual de Ensino do Paraná receberão o livro Folclore no Paraná [1 Anexo]

       

      Eu, Jorge Antonio de Queiroz, e Zélia Bonamigo informamos aos educadores que nesta quinta-feira, 29 de julho de 2010, recebemos os exemplares da segunda edição, revista e atualizada, do livro Folclore no Paraná. Na condição de organizadores, além de responsáveis pela Introdução e pelo Capítulo I (NOTAS SOBRE O FOLCLORE, com a contextualização do tema) do livro de 600 páginas, apresentamos as mais variadas manifestações culturais do povo do Paraná, com ênfase no litoral. As escolas da Rede Estadual de Ensino do nosso Estado irão usufruir deste trabalho. Os professores terão um material rico em desenhos explicativos, fotos coloridas, partituras, inclusive, um CD com 25 músicas folclóricas, noções da língua Tupi, entre outros.

      Mauricio Requião, secretário de Educação (janeiro/2003 a junho/2008), demonstra satisfação e contentamento na apresentação do livro, como se vê a seguir:
      "Um presente aos educadores
      A reedição deste livro de Inami Custódio Pinto sobre o folclore no Paraná é uma homenagem ao autor e um presente a todos os paranaenses. O professor Inami, estudioso de visão aguda, pesquisador apaixonado, peregrinou pelo vasto campo da cultura, alcançando o coração do povo, seu espírito criador, suas expressões sempre renovadas de vida e arte.
      O olhar esclarecido e despido de preconceitos do professor Inami Custódio se completou no contato com as gentes de todos os rincões do Paraná, afeitos à expressão por meio da dança, da música, da literatura. Essas manifestações do folclore paranaense são muito bem compreendidas pelo professor Inami, que partilhou com o povo suas lendas, crenças e costumes, experimentando o valor desses saberes em cada traço de sua cultura. Dessa longa e feliz caminhada, resultou, dentre outros, o valioso estudo que compõe este livro.
      A importância do folclore está descrita em inúmeros documentos. Na carta do Folclore Brasileiro, publicada em 1993, o folclore é tratado como parte integrante do legado cultural, da cultura viva, e meio de aproximação entre os povos e de afirmação de sua identidade cultural. Por isso, entendemos que é dever do Estado valorizar a prática da cultura tradicional e promover a pesquisa sobre suas expressões, colaborando para a difusão desses saberes, sobretudo no ambiente escolar.
      Concordamos com Inami Custódio quando diz que "o estudo do folclore é arma potentíssima nas mãos do educador". Assim, desejamos que esta obra – tão adequadamente organizada pelos pesquisadores Zélia Maria Bonamigo e Jorge Antonio de Queiroz e Silva –, publicada pela Secretaria de Estado da Cultura e reeditada e distribuída a todas as bibliotecas das escolas da rede pública de ensino pela Secretaria de Estado da Educação, seja intensamente utilizada por nossos professores e estudantes.
      Precisamos agir para que o folclore não seja transformado em mercadoria, visível apenas quando transformado em bem de consumo para turistas. Antes, o folclore simboliza nossa complexa experiência social e coletiva e deve ser entendido em toda sua extensão e valorizado em sua expressão criativa e vivificadora".






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      Atividade nos últimos dias:
            **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                            Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
         

        GEHB ** 1° Encontro de Blogueiros Progressistas

              Olá a todos,

        Pra quem é blogueiro, uma grande dica:

        Abertas inscrições para 1° Encontro de Blogueiros Progressistas

        O 1º Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas acontecerá nos dias
        21 (sábado) e 22 (domingo) de agosto em São Paulo, capital. O objetivo
        é contribuir para a democratização dos meios de comunicação e
        fortalecer as mídias alternativas. As inscrições já estão abertas.
        Poderão se inscrever não apenas blogueiros, mas todos os interessados
        nas novas mídias sociais.

        Conceição Lemes

        Nós nos esforçamos ao máximo - mesmo! - para viabilizá-lo em Brasília,
        mas o elevado custo de auditórios, acomodações e refeições e o prazo
        exíguo nos forçaram a rever o local. Ou fazíamos em São Paulo ou o
        Encontro não sairia antes das eleições. Optamos pela sua realização,
        pois é fundamental para este momento que a blogosfera vive. Tentaremos
        fazer o segundo em Brasília. O importante, pessoal, é acontecer o 1º
        Encontro.

        A programação está sendo montada. Por enquanto, temos apenas as linhas
        gerais. Na próxima semana, ela será concluída e divulgada.

        O encontro começará no sábado às 9h com debate sobre o papel da
        blogosfera na democratização dos meios de comunicação. Participarão
        Luiz Carlos Azenha, Paulo Henrique Amorim, Luis Nassif, Eduardo
        Guimarães, Rodrigo Vianna e Leandro Fortes.

        À tarde ocorrerão sessões com palestrantes para se discutir as
        questões legais: orientação jurídica para atuar na web, medidas contra
        ameaças, cerceamento à liberdade de expressão. Também ocorrerão
        oficinas sobre twitter, videoweb, rastreamento de trolls e debates
        sobre a sustentabilidade financeira dos blogs.

        No domingo das 9h à 12 h, em reuniões em grupo, blogueiros dos vários
        estados trocarão experiências e discutirão os desafios da blogosfera.
        À tarde, plenária para apresentação, discussão e aprovação da Carta do
        1º Encontro Nacional dos Blogueiros.

        INSCRIÇÕES, PASSAGENS, ACOMODAÇÃO E REFEIÇÕES

        As inscrições custam 100 reais. Quanto mais rápidas, melhor para a
        organização do evento. Basta enviar e-mail para
        mailto:contato%40baraodeitarare.org.br ou telefonar para (011)3054-1829. Falar
        com a Daniele Penha.

        Para se inscrever, serão necessários os seguintes dados

        * Nome/nickname

        * E-mail

        * Endereço do blog

        *Twitter ou outra rede social, caso participe. Preencha com a URL
        completa

        * Telefone

        * Cidade/Estado

        A comissão organizadora está buscando patrocínios para garantir a
        gratuidade da hospedagem. Está em contato com uma empresa aérea para
        garantir desconto nas tarifas. Dependendo dos recursos levantados, o
        encontro também arcará com as despesas de refeições e parte das
        passagens para os blogueiros de outros estados.

        Daremos total transparência à origem dos recursos e à prestação de
        contas. Os blogueiros poderão acompanhá-la online.

        AMIGOS DA BLOGOSFERA

        Para custear a participação de palestrantes e parte das despesas de
        blogueiros de outros estados, lançamos a campanha Amigos da
        Blogosfera. São 20 cotas de 3 mil reais.

        Já confirmaram a compra de uma cota: Apeoesp, Sindicato dos Bancários
        e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, Sindicato dos
        Metalúrgicos do ABC, Viomundo , Conversa Afiada e Seja dita a verdade.

        Se quiser ser mais um dos Amigos da Blogosfera, ligue para
        (011)3054-1829.

        (*) Comissão Organizadora: Luiz Carlos Azenha, Altamiro Borges,
        Conceição Lemes, Paulo Henrique Amorim, Eduardo Guimarães, Conceição
        Oliveira, Renato Rovai, Rodrigo Vianna e Diego Casaes.

        Apoio institucional: Instituto Barão de Itararé, Associação Brasileira
        de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom) e Movimento dos
        Sem Mídia (MSM).

        Fonte:
        http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16805

        Abraços,

        Valeria
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        Atividade nos últimos dias:
              **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                              Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
           

          quinta-feira, 29 de julho de 2010

          GEHB **BOLETIM TEMA LIVRE 05: Difusor acadêmico e cultural

           





          BOLETIM TEMA LIVRE – 05
          Difusor acadêmico e cultural
          Nº 05 – Julho de 2010
           
          1.      a) Concursos: Universidades
           
          Na seção "Bolsas, concursos e oportunidades" a Revista Tema Livre informa sobre concursos:
           
          - Rio de Janeiro
          - UFRJ
          (Diversas áreas – História, Sociologia, Antropologia, Ciência Política, Filosofia, Letras, Belas Artes, Música, Comunicação, Educação, Arquitetura, Administração, Contábeis, Direito, Psicologia, Serviço Social...)
          - UFRRJ
          História da América – Assistente
          Didática e Ensino de Letras: Habilitação em Português e Literatura
          Geografia/Geografia, Turismo e Meio Ambiente
          Política e Organização da Educação
          (Dentre outras áreas)
           
          - Paraná
          - FAFIUV (História, Letras, Filosofia, Educação, Matemática e Química)
           
          - Rio Grande do Sul
          - UFRGS (História da África)
           
          - Mais informações em:
           
           
          2.     a) Eventos Acadêmicos
           
          - VIII Encontro Regional da ANPUH-ES
          Inscrições abertas
           
          - Seminário Histórico-Cultural no MAM
          Av. Infante Dom Henrique, 85, Rio de Janeiro
          Inscrições abertas (Ouvintes)
           
          - UFF: Debate Brasil - "O uso da energia nuclear no mundo. Fins pacíficos ou não?"
          Com entrada franca, o debate conta com a participação dos professores Williams Gonçalves, do Departamento de História da UFF; Eurico de Lima Figueiredo, titular de Relações Internacionais e Estudos Estratégicos e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFF; e Paulo Gomes, do Departamento de Física da UFF e especialista em Física Nuclear.
          No encontro serão discutidos assuntos como a importância do uso desse tipo de energia para o desenvolvimento mundial, os acordos de cooperação técnica e científica entre os países, e o uso de energia nuclear na medicina.
          O debate será transmitido ao vivo pelo canal de televisão Unitevê e pelo site www.uniteve.uff.br.
          Dia 28 de julho, às 18h.
          Auditório Macunaíma do Instituto de Letras, no Campus do Gragoatá, São Domingos, Niterói.
           
          - Chartier na UERJ
          TEXTOS MANUSCRITOS E TEXTOS IMPRESSOS NA EUROPA MODERNA (XVI-XVIII): Minicurso com o Prof. Dr. Roger Chartier.
           
          Dias 05, 06 e 09 de agosto das 14 às 18h.
          Auditório dos Progamas de Pós-Graduação do IFCH.
          Auditório 9043 Bloco F.
          Inscrições abertas: R$10,00 (Vagas Limitadas - Local de Inscrição: UERJ - 9º andar, Sala 9024, bloco B)
           
          b) Eventos Culturais
           
          Emoção e Poesia: O Cinema de Yasujiro Ozu
          Retrospectiva completa de Yasujiro Ozu, aclamado como um dos diretores mais importantes da história do cinema. Ozu era considerado o cineasta mais japonês do cinema, até pelos próprios nipônicos, que o achavam "japonês" demais para o gosto ocidental – o que talvez explique a descoberta tardia deste excepcional cineasta no ocidente somente na década de 1960.
          Curadoria: Ardnt Roskens e Tatiana Leite.
          De 27 de julho a 22 de agosto de 2010.
          De terça a domingo, das 10h às 21h
          CCBB: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro
          Telefone: (21) 3808-2007
          Classificação indicativa: Livre
           
          NENY HOTEL INN 
          Texto e Direção: Hermano Leitão. Elenco: Alexandre Vargas, Roger Rodrigues, Hermano Leitão, Luana Martins, Neiva Maria, Claudiane Carvalho, Franklin Medeiros, Eiki Sasaki, José Mônaco e Tiago Malta. Comédia: Num hotel inaugurado em Fortaleza, a recepcionista e amante do deputado Renan é assediada pelo auditor da CNN, que faz vistoria no local em meio a tráfico de drogas e correio de dólares nas malas. Teatro Bibi Ferreira, Rua Brigadeiro Luiz Antonio, 931, Bela Vista. São Paulo, SP. Sexta-feira às 21:30h, sábado às 21:00h, domingo às 20:00h. Até 31/07/2010.
           
           
          4) Pós-Graduação
          - UFF (Universidade Federal Fluminense)
          Estão abertas as inscrições para o Curso de Pós-Graduação lato sensu em História do Rio de Janeiro.
          Período de inscrição: 19-07-2010 até 20-09-2010Mais informações pelos telefones 2629-2932 ou 2629-2927
           
          - UPF (Universidade de Passo Fundo)
          Estão abertas as inscrições para o Mestrado em História, com área de concentração em História Regional
          Período de inscrição: 15-06-2010 até 26-07-2010
          http://www.upf. br/posgraduacao/inscricoes.php
           
          5) Publicações
          Revista do IHGB (Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro) na internet:
          O IHGB disponibilizou, de modo integral, suas revistas em seu site. O endereço para visualizá-las é: www.ihgb.org.br/rihgb.php
           
          6) Convite à comunidade acadêmica
          a)      A REVISTA TEMA LIVRE está aceitando artigos para a edição n°15. Para mais detalhes, ver:
           
          b)      Os organizadores/realizadores interessados em anunciar seus eventos acadêmicos (Simpósios, lançamento de livros, defesas de teses...) e culturais (Mostras, exposições...) de forma inteiramente gratuita no Boletim Tema Livre, favor enviar os respectivos dados para eventual publicação: boletim@revistatemalivre.com
           
           
          O envio do anúncio não significa a obrigatoriedade da publicação do mesmo no Boletim Tema Livre. Por fim, os eventos que forem publicados no Boletim Tema Livre são de inteira responsabilidade dos realizadores dos eventos, sendo o Boletim Tema Livre mero veículo informativo e difusor acadêmico e cultural.

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          Atividade nos últimos dias:
                **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                                Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
             

            GEHB **[Amigos-Historia-e-Cia] ENC: V Semana de História Política UERJ

            Repassando...Cartaz em anexo...

            Prezados pesquisadores,

            Estão abertas as inscrições para participação na V Semana de História Política da UERJ. As informações estão disponíveis no endereço eletrônico 
            O prazo final das inscrições com apresentação de trabalho: 20 de agosto de 2010
            Qualquer dúvida, entre em contato pelo e-mail: 
            contato@semanahistoriauerj.net

            Atenciosamente,
            Comissão da V Semana de História Política da UERJ


            --
            *C L A R I N D O
            AMIGOS DO PATRIMÔNIO CULTURAL
            (21)  9765-6038
            *






            www.semanahistoriauerj.net 
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                                                                                                                  Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
               

              GEHB ** [Caminhada Azoany] Primeira faculdade do Brasil

               

              Fundada por dom João 6º logo depois da família real portuguesa desembarcar em Salvador (BA), a Fameb (Faculdade de Medicina da Bahia) simboliza o início da independência cultural do Brasil.

              A chegada da família real portuguesa no Brasil foi fundamental para a criação da faculdade. Antes disso, Portugal não permitia a criação de nenhuma faculdade em suas colônias. Nas possessões espanholas, existiam universidades desde o século 16.

              A primeira escola de ensino superior do país foi inaugurada no dia 18 de fevereiro de 1808, oito dias antes da partida da família real para o Rio de Janeiro. Ela foi instalada no Hospital Real Militar, que ocupava as dependências do Colégio dos Jesuítas, no Largo do Terreno de Jesus.

              "Os primeiros professores da faculdade foram médicos militares. Só depois vieram os médicos civis", diz o médico Lamartine Lima, professor honorário da Faculdade de Medicina da Bahia, que hoje pertence à UFBA (Universidade Federal da Bahia).

              Naquela época, a cidade contava cerca de 50 mil habitantes e havia deixado de ser a capital da colônia há 45 anos.

              Depois de fundar a Fameb, dom João fez o mesmo no Rio de Janeiro no dia 5 de novembro daquele mesmo ano. Nascia a Escola de Anatomia, Cirurgia e Medicina, a atual UFRJ (Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro).



              À frente do tempo

              A Faculdade de Medicina da Bahia sempre saiu na frente. Além de ser a primeira faculdade do país, foi em sua sacada que foi acesa a primeira luz elétrica em Salvador, no dia 2 de julho de 1844.

              A primeira médica brasileira diplomada em território nacional, Rita Lobato Velho Lopes, se formou na Fameb em dezembro de 1887.

              O primeiro Museu Médico-Legal e Antropológico do Brasil foi criado no térreo daquela escola em abril de 1900.
              E é justamente a Faculdade de Medicina que acontecerá o Seminário Azoany.
              Você não vai ficar fora dessa, vai?!

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                quarta-feira, 28 de julho de 2010

                GEHB ** A Revolução de Maio de 1810 (1)

                 

                A Revolução de Maio de 1810 (1)



                1. O Vice-Reinado do Prata: a luta pela hegemonia
                 
                As relações de subordinação com o capital mercantil e comercial europeu, primeiro espanhol e a seguir inglês, determinaram fortemente a história e a conformação das nações independentes que surgiram na bacia do rio da Prata. O próprio vice-reinado do rio da Prata fora fundado, em 1776, para facilitar a administração e sobretudo a percepção das rendas e dos impostos devidos à metrópole ibérica, nos imensos territórios das atuais Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia.
                 
                Em inícios do século 19, quando da crise do regime colonial, não havia na América Hispânica base material para uma revolução nacional unitária. Nesse escolho naufragaram os sonhos americanistas de Simon Bolívar (1783-1830) e de José de San Martin (1778-1850). O império colonial espanhol foi estraçalhado pelas tendências centrífugas das suas distintas regiões geoeconômicas, em torno das quais emergiram no geral as repúblicas hispano-americanas.
                 
                Por necessidade e por interesses, as classes dominantes de algumas regiões da colônia hispano-americana esforçaram-se para unificar em seus proveitos importantes regiões periféricas. Esse foi o caso das oligarquias pastoril e, principalmente, comercial de Buenos Aires, que se desdobraram para manter a unidade territorial e política do antigo vice-reinado do Prata, e com ela os privilégios da cidade-porto, agora sob a direção, autoridade e proveito das classes dominantes crioulas locais.
                 
                Litoral & Interior
                 
                Em 1810, quando do movimento pela independência, os couros eram a principal exportação do vice-reinado do rio da Prata, expedidos através do porto de Buenos Aires e, secundariamente, de Montevidéu. Eles eram extraídos na Banda Oriental e no outro lado do Prata nas províncias de Buenos Aires e do litoral. As províncias do interior possuíam produção doméstica, artesanal e pequeno-manufatureira relativamente protegida pela dura imposição alfandegária ibérica. Era importante o fabrico de tecidos do Norte; de solas em Salta; de barcos em Corrientes; de aguardente em Cuyo; de vinho em Mendonza; de carretas no Sul. Boa parte dessa produção chegava a Buenos Aires para ser consumida e distribuída.
                 
                Durante o período colonial, a oligarquia comercial de Buenos Aires fora dominada por espanhóis natos, articulados com o capital mercantil metropolitano. Ela se enriquecera intermediando o export-import do vice-reinado, sobre o qual possuía direitos monopólicos, compartilhados com o porto de Montevidéu. Na luta pela defesa e extensão do exclusivismo portuário, a oligarquia comercial crioula de Buenos Aires defendeu ferreamente o livre-câmbio. Ao contrário, proprietários e plebeus do interior eram comumente protecionistas. Eles defendiam a rústica produção artesanal e pequeno-manufatureira das importações, melhores e mais baratas. A expansão do comércio dos couros e das carnes golpeava as formas tradicionais gauchas de vida.
                 
                Ao romper a dependência às autoridades metropolitanas e inaugurar o livre comércio, a Revolução de Maio de 1810 assentou poderoso golpe na frágil articulação entre as províncias de Buenos Aires, do litoral e do interior vigente no período colonial. A Inglaterra locupletou-se fortemente com a independência da região, pois passou a servir-se do grande porto como ponta de lança para a literal invasão do Prata por suas mercadorias. E isso sem necessitar impor o domínio territorial tentado sem sucesso nos anos anteriores. Mais tarde, a França se apoiaria no porto de Montevidéu para ensaiar igual penetração-controle comercial da região. Em José Hernandez y la Guerra del Paraguay, de 1954, o historiador marxista argentino Enrique Rivera lembrava: "La separación de España [...] cortó la corriente nacional en la que se operaba este comercio, determinando que su lugar fuese ocupado, principalmente, por Inglaterra, cuya industria, mucho más adelantada, exigía la apertura de todas las zonas precapitalistas para sus artículos y para proveerse de materias primas."
                 
                Unitários e Federalistas
                 
                Em poucos anos, a produção artesanal e pequeno-manufatureira da província de Buenos Aires estava arrasada, impedindo que os segmentos pequeno-burgueses e plebeus se constituíssem como força política efetiva minimamente autônoma. O domínio comercial pleno do Interior seria mais demorado e mais conflituoso. Lembra igualmente Enrique Rivera: "El comercio libre, implantado por el gobierno de Buenos Aires, provocó la desaparición, en corto número de años, de las industrias del interior; las necesidades de la lucha contra los realistas, obligaron a las provincias a sacrificios cuantiosos de sus bienes, así como a distraer brazos de las ocupaciones productivas, con destino a los ejércitos revolucionarios [...]."
                 
                Comprando em Buenos Aires os produtos platinos exportáveis, com enorme destaque para os couros, e enviando suas mercadorias para o interior, os comerciantes ingleses cortaram os laços entre o centro exportador litorâneo e a produção artesanal e pequeno-manufatureira local e regional. As províncias do interior foram lançadas na estagnação e na regressão, enquanto Buenos Aires e suas classes proprietárias prosperavam. A cidade crescia com uma verdadeira excrescência, de costas voltadas para as regiões do interior. Por décadas, o controle do porto de Buenos Aires e de suas rendas aduaneiras constituiu o centro das tensões regionais. As rendas portuárias eram a quase única garantia real para a emissão de moeda; para a obtenção de empréstimos; para a organização do aparato estatal etc.
                 
                Por longos anos, o confronto político platino organizou-se fortemente em torno da maior ou menor liberalização do comércio e, sobretudo, do controle das políticas e das rendas alfandegárias do porto de Buenos Aires. As últimas eram tidas pelos unitários como propriedade exclusiva da oligarquia comercial e pastoril portenha e bonaerense. Por sua vez, os federalistas defendiam sua distribuição entre as províncias, pois eram produzidas por todas elas. Quando da Revolução de Maio, em 1810, essa contradição expressou-se no projeto das classes proprietárias portenhas e bonaerenses de emancipar o vice-reinado da Espanha e submetê-lo a Buenos Aires, se possível como nação unitária
                 
                2.  Fernando 7º e o fim do Império Americano
                 
                Em 1810, e ainda durante anos, os revolucionários de Buenos Aires sequer proclamaram o rompimento com Fernando 7º, prisioneiro de Napoleão. Preocuparam-se prioritariamente em apoderar-se das rédeas do poder regional, deslocando a burocracia e os comerciantes espanhóis. Mesmo após o rompimento com Espanha, a Revolução de Maio não modificou essencialmente o regime social e produtivo, mantendo a ordem econômico-social dos tempos coloniais. O único segmento social imediatamente extinto foi a burocracia ibérica, defenestrada junto com o vice-rei Baltazar Hidalgo de Cisneros (1755-1829). A Revolução de Maio constituiu fenômeno sobretudo político. Os revolucionários portenhos lutaram principalmente para manter o monopólio comercial de Buenos Aires sobre o Prata e as relações sociais de produção então vigentes.
                 
                Nomeado pela Junta de Sevilha, em junho de 1809, Cisneros concedera em inícios de novembro a liberdade comercial ao porto de Buenos Aires, para a tristeza dos comerciantes espanhóis e o gáudio dos mercadores crioulos, dos exportadores de couros e especialmente dos comerciantes ingleses. Em de 17 de maio, com a chegada de navio inglês, o vice-rei soube da queda da Junta de Sevilha e do domínio francês sobre a quase totalidade da Espanha. Quando a notícia vazou, lançou proclamação sobre a consulta aos homens bons do vice-reinado, no respeito à orientação a seguir, para anteceder-se a mote autonomista. Na ocasião, o vice-rei não foi informado da conformação de governo espanhol na península.
                 
                Em 18 de março de 1808, no contexto de profunda crise nacional ibérica, nascida em boa parte da derrota naval espanhola em Trafalgar, em 21 de outubro de 1805, o rei espanhol Carlos 4º abdicara em favor do primogênito Fernando, pressionado por sublevação popular instigada pelo príncipe herdeiro, no dia anterior (motim de Aranjuez). Carlos 4º ensaiara ao subir ao trono tímido movimento reformista − seu filho Fernando, representante do partido aristocrático e absolutista espanhol, envolvera-se anteriormente em complô contra o pai.
                 
                Abdicação de Bayonne
                 
                Fernando 7º não esquentou o trono, após abiscoitá-lo, defenestrando sem piedade o progenitor. Aclamado como soberano pelo esperançoso povo de Madrid, cidade já sob controle militar do aliado francês, foi convidado por Napoleão para encontro na localidade de Bayonne, no sudeste da França, próximo à fronteira espanhola. Sem que Fernando soubesse, o poderoso e perigoso sócio na luta contra os ingleses convocara para a reunião igualmente seu pai, que perdera o trono, havia pouco, para o filho ambicioso. Tratou-se de verdadeira emboscada dinástica.
                 
                Em 6 de maio de 1808, pressionado pelo Imperador, Fernando devolveu a coroa ao pai, sem saber que o progenitor cedera a Napoleão o que achava que já não possuía, secretamente, no dia anterior. Tudo sob a promessa de forte recompensa econômica. Concluindo a complexa urdidura, o imperador dos franceses terminou com a coroa espanhola em suas mãos. Completando a apropriação dinástica formalmente legal, Napoleão abdicou à coroa espanhola em favor de seu irmão mais velho, em 6 de junho de 1808, coroado a seguir como José I, rei dos espanhóis.
                 
                Após as chamadas Abdicações de Bayonne, com as rédeas da Espanha nas mãos, Napoleão convocou os notáveis do reino espanhol àquela localidade, para apresentar-lhes projeto de Constituição, promulgada em 8 de julho de 1808. A primeira carta constitucional da Espanha era clerical, estabelecia enormes poderes ao rei e instituía os principais direitos burgueses. Ela procurava aproximar da nova ordem os liberais espanhóis, em forte contradição com o absolutismo real. Também devido a ela, a resistência à ocupação francesa dar-se-ia fortemente sob o signo do liberalismo espanhol.
                 
                Um reino curto
                 
                José I jamais conseguiu reinar plenamente sobre uma Espanha sublevada, que abandonou em 1813. Em defesa da independência, impulsionada pela resistência militar semi-espontânea da população das cidades e dos campos, formou-se a Junta Suprema Central (Junta de Sevilha), em 25 de setembro de 1808, formada por representantes das juntas provinciais. Anteriormente, em 11 de agosto, o Conselho de Castela, órgão máximo do reino, inferior em poder apenas ao soberano, declarara nulas as abdicações e confirmara Fernando 7º como rei da Espanha. Sob a forte influência da nobreza e dos grandes proprietários fundiários, a Junta de Sevilha jamais convocou uma constituinte, enquanto José Bonaparte I implementava reformas liberais no país, ainda que em um viés fortemente conservador.
                 
                A Junta de Sevilha comandou a resistência militar ao invasor, até a fragorosa derrota de Ocaña, em 19 de novembro de 1809, em Toledo, em confronto que antepôs cem mil combatentes. Após a derrota, desprestigiada, a Junta dissolveu-se, dando lugar ao Conselho de Regência da Espanha e das Índias (1810-1814), sediado na ilha de León, na Andaluzia, no pouco que restava de Espanha livre. Cercada pelos franceses e defendida pela marinha inglesa, o novo governo convocou as cortes gerais, dando a Espanha sua primeira Constituição não outorgada, em 1812, em Cádiz, de perfil liberal.
                 
                Fernando foi guardado em prisão dourada, no castelo de Valençay, no interior da França, durante a guerra de independência espanhola. Acreditando na estrela de Napoleão e sem qualquer confiança na força da resistência do povo espanhol, o rei engambelado manteve correspondência áulica e obsequiosa com o Imperador, requerendo favores e reconhecendo, reiteradas vezes, José Bonaparte como soberano espanhol. Na sua pusilanimidade, expressava o caráter historicamente anacrônico do absolutismo ibérico, em uma Europa estremecida pelos ventos liberais e revolucionários inaugurados pela Revolução Francesa.
                 
                Bon vivant e servil
                 
                Apesar de seu desbragado servilismo, devido à sua situação de prisioneiro, e à inexistência de fortes classes burguesas e plebéias modernas na Espanha, Fernando 7º manteve o apoio da população, que teimava em ver nele apoio para a defesa da independência e para o renascimento social do reino e da nacionalidade. Com as vitórias dos exércitos ingleses em Portugal e na Espanha e a derrota francesa nas estepes da Rússia, Fernando 7º acordou com Napoleão o retorno ao status quo anterior, em troca da neutralidade espanhola na guerra continental, em dezembro de 1813.
                 
                A tibieza de Fernando 7º em enfrentar o poder napoleônico em eclipse registrava a vontade de combater seu verdadeiro inimigo − as forças liberais e populares espanholas.
                 
                Em maio de 1814, apoiado por tropas militares realistas, Fernando pôs fim à Constituição de Cádiz, de 1812, restabeleceu o antigo regime, perseguiu os liberais patriotas que haviam lutado pela independência espanhola e os afrancesados, que tinham colaborado com os invasores. Ao retornar a Madrid, foi novamente aclamado pela população, sempre esperançosa na estrela do soberano venal.
                 
                Em 1820, sublevação das tropas destinadas a reconquistar as colônias americanas rebeladas lançou o processo que levaria a três anos de regime constitucional, seguidos de década de repressão antiliberal. Enquanto confrontavam-se na Espanha os grandes proprietários monarquistas e absolutistas e os liberais, burgueses e populares, dissolvia-se literalmente o império hispano-americano. Nas Américas, as colônias ibéricas ficariam reduzidas ao domínio das ilhas de Cuba e de Porto Rico, devido ao temor das classes crioulas regionais de comprometer, com a independência, a ordem escravista reinante naqueles territórios. Fernando 7º morreu em 1833.
                 
                Mário Maestri é historiador e professor do programa de Pós-Graduação em História da UPF.

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                Erik C. G.
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                Atividade nos últimos dias:
                      **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                                      Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
                   
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                  terça-feira, 27 de julho de 2010

                  GEHB ** Skate, judeus e projetos pedagógicos inovadores

                   
                  Boletim eletrônico da Revista de História da Biblioteca Nacional
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                  Skate: uma velha polêmica

                  Rafael Mascarenhas, 18 anos, morreu atropelado no Rio de Janeiro quando andava de skate em um túnel fechado para manutenção. O acidente reabriu o debate em relação à prática do esporte nas ruas da cidade. Confira o artigo da revista sobre a história do skate, já chamado de esporte assassino. [ leia mais ]

                  Pequenos historiadores

                  O Colégio Pedro II foi inaugurado em Realengo, em 2004. Nessa época, a instituição funcionava provisoriamente em uma escola municipal da região. Dois anos mais tarde, passou a ocupar quase todos os prédios tombados de uma antiga fábrica de cartuchos. Para resgatar a memória do bairro, nascido naquele espaço, o departamento de História do colégio propôs criar o “Centro de Memória e Documentação”.[ leia mais ]

                  Debate religioso

                  Com público de mais de 150 pessoas, o Biblioteca Fazendo História discutiu a importância dos judeus no país. Os historiadores Ângelo Adriano Faria Assis e Fábio Koifman abordaram questões relevantes do tema. “A presença judaica no Brasil é muito antiga, começou junto com a história do país”, disse Ângelo Faria, um dos debatedores. [ leia mais ]

                  100 anos de História

                  Denominado Lauro Muller (Gamboa), o trecho inicial do cais do Porto do Rio de Janeiro foi inaugurado em 20 de julho de 1910. Com 800 metros de extensão, o local foi a matriz de onde começou a ser definida a vida urbana da cidade, bem como sua estrutura econômica e cultural. O primeiro navio a atracar no porto foi o de bandeira inglesa Horace, com mercadorias provenientes de Lisboa. No início do século XIX, com a chegada da corte portuguesa ao Brasil, a Zona Portuária passou a ser considerada área nobre. Hoje, o Porto oscila entre o abandono e planos ambiciosos para as Olimpíadas de 2014. [ leia mais ]

                  E mais...

                  Roubo de um Portinari Uma tela do pintor brasileiro Cândido Portinari (1903-1962) foi furtada do Museu de Arte Contemporânea de Olinda e ainda está desaparecida. [ leia mais ]
                  Adeus a um mestre da música Nos palcos ou nos salões, Paulo Moura, deixou um legado para a música popular e clássica . [ leia mais ]
                  Morte natural ou assassinato? Nova edição de um clássico da historiografia discute a polêmica sobre como morreu o presidente João Goulart.[ leia mais ]
                  House historiador Um personagem de TV de sucesso que pode ser visto historicamente. [ leia mais ]
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