Este espaço é reservado para troca de textos e informações sobre a História do Brasil em nível acadêmico.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

GEHB ** BOLETIM TEMA LIVRE: Agosto de 2010

 




BOLETIM TEMA LIVRE – 06
Difusor acadêmico e cultural
Nº 06 – Agosto de 2010
 
1.      a) Concursos: Universidades
 
Na seção "Bolsas, concursos e oportunidades" a Revista Tema Livre informa sobre concursos na UFRRJ, na UFMG, na UFRGS e na UFG.
 
Rio de Janeiro
- UFRRJ
História da América – Assistente (Titulação necessária: Mestrado)
Didática e Ensino de Letras: Habilitação em Português e Literatura
Geografia/Geografia, Turismo e Meio Ambiente
Política e Organização da Educação
(Dentre outras áreas)
 
Minas Gerais
- UFMG
1) História Econômica (1 vaga)
2) História do Pensamento Econômico e Economia Política (1 vaga)
3) Economia Internacional e Instituições (1 vaga)
 
Rio Grande do Sul
- UFRGS
História da África
 
Goiás
- UFG
História Moderna e Contemporânea (1 vaga)
 
- Mais informações em:
 
2) Eventos
 
a)      Acadêmicos
 
"Jean-Yves Mollier, conferências no Brasil"
Lançamento do livro: "O dinheiro e as letras - História do capitalismo
editorial"
, Edição Edusp.
 
Jean-Yves Mollier, um dos maiores historiadores do mundo do livro na
atualidade, professor da Universidade de Versailles, virá ao Brasil para fazer conferências sobre as relações entre autores e editores e para lançar a edição brasileira de sua obra "O dinheiro e as letras, história do capitalismo editorial", que está saindo pela Edusp.
Dados do evento:
 
- Rio de Janeiro
Data: 10/8/10, terça-feira
Horário: 10h30
Local: Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) - Auditório 91 - 9º andar – Rua São Francisco Xavier, 524 - Pavilhão João Lyra Filho

- São Paulo
Data: 12/8/10, quinta-feira
Horário: 10h00
Local: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Auditório
Ferdinand Braudel - Cidade Universitária – USP

- Curitiba
Data: 13/8/10, sexta-feira
Horário: 14h00
Local: Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) - Curitiba - Sala 2, Bloco C - Programa de Pós Graduação em Comunicação e Linguagens

Entrada franca
 
- VIII Encontro Regional da ANPUH-ES
O evento ocorrerá na UFES e está com inscrições abertas
Mais informações em: http://www.cchn.ufes.br/anpuhes
 
- XII Encontro regional de História da ANPUH-PR
O evento ocorrerá na UFES e está com inscrições abertas
Mais informações em: http://www.eventosanpuhpr.com/
 
- XX Ciclo de Debates em História Antiga
O evento ocorrerá na UFRJ e está com inscrições abertas
Mais informações em: http://www.xxciclodedebates.kit.net/
 
b)     Culturais
 
Emoção e Poesia: O Cinema de Yasujiro Ozu
Retrospectiva completa de Yasujiro Ozu, aclamado como um dos diretores mais importantes da história do cinema. Ozu era considerado o cineasta mais japonês do cinema, até pelos próprios nipônicos, que o achavam "japonês" demais para o gosto ocidental – o que talvez explique a descoberta tardia deste excepcional cineasta no ocidente somente na década de 1960.
Curadoria: Ardnt Roskens e Tatiana Leite.
De 27 de julho a 22 de agosto de 2010.
De terça a domingo, das 10h às 21h
CCBB: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro
Telefone: (21) 3808-2007
Classificação indicativa: Livre
 
Fotografia: Palestra com Chico Nascimento
Aluno da SFF (Sociedade Fluminense de Fotografia) em 1964, e, em 1968, já um profissional reconhecido, tornou-se o coordenador e professor do curso da citada instituição. Como expositor, participou de quase todos os salões do mundo, tais como os da França, Argentina, África do Sul, Angola, Chile, Escócia, Irlanda, EUA, Hungria, Tchecoslováquia, Itália, e as Bienais de Zagreb e Zadar, somando grande número de premiações. Foi o primeiro professor de fotografia da UFF, criou o laboratório P&B do SESC-Niterói, onde também deu aulas.
Mudou-se para Paris em 1973, onde teve seu próprio estúdio de andar inteiro no Boulevard Beaumarchais, 63, trabalhando em várias áreas da fotografia. Hoje, Chico Nascimento está radicado em Vigo, Espanha, onde continua dedicando-se à fotografia.

Tema - Chico pensa em voz alta
Data: 10/08/2010 - terça-feira às 19:30h na sede da SFF
Entrada Franca
Sociedade Fluminense de Fotografia
Rua Dr. Celestino, 115 - Niterói - RJ.
Telefone: 2620-1848
Site: www.sff.com.br
 
Mostra Documentários do Brasil
De 01 a 24 de agosto de 2010
Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro
Rua 03, esquina com Rua 09, nº 1016, Galeria Ouro, Centro - Goiânia - Goiás
4) Pós-Graduação
- UFF (Universidade Federal Fluminense)
Estão abertas as inscrições para o Curso de Pós-Graduação lato sensu em História do Rio de Janeiro.
Período de inscrição: 19-07-2010 até 20-09-2010
Mais informações pelos telefones 2629-2932 ou 2629-2927
 
- UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro)
Se encontram abertas as inscrições para o exame de seleção de ingresso no curso de Mestrado em História, a partir do dia 02 de agosto de 2010 até o dia 15 de outubro de 2010.
 
- UFRJ/PPGHIS (Universidade Federal do Rio de Janeiro/Programa de Pós-Graduação em História Social)
Mestrado e Doutorado: Já estão disponíveis os editais da seleção de 2011
 
5) Redes Sociais
 
A Revista Tema Livre atua, desde 2002, na internet, sendo um espaço qualificado, que objetiva agregar de forma positiva à vida intelectual dos navegantes da web, bem como contribuir, gratuitamente, com conteúdo de qualidade ao espaço virtual.


A partir desta proposta, a Revista Tema Livre estende sua missão à web 2.0, às mídias sociais, estando presente no Orkut, no Twitter e no FaceBook, agregando, ainda, o objetivo de, através das redes sociais, aproximar-se mais do público leitor.
 
As redes sociais aqui apresentadas são locais voltados para a discussão de temas relacionados à História, à cultura e à arte, envolvendo, também, questões da atualidade, visando a troca de informações e experiências concernentes às vidas acadêmica e profissional.


Assim sendo, convidamos todos aqueles interessados na área de História, e nas Ciências Humanas de uma maneira geral, além dos aficionados pelas Artes, a participarem deste projeto. Vamos compartilhar o conhecimento.
 
6.     Convite à comunidade acadêmica
           Os organizadores/realizadores interessados em anunciar seus eventos acadêmicos (Simpósios, lançamento de livros, defesas de teses...) e culturais (Mostras, exposições...) de forma inteiramente gratuita no Boletim Tema Livre, favor enviar os respectivos dados para eventual publicação: boletim@revistatemalivre.com
 
 
 
O envio do anúncio não significa a obrigatoriedade da publicação do mesmo no Boletim Tema Livre. Por fim, os eventos que forem publicados no Boletim Tema Livre são de inteira responsabilidade dos realizadores dos eventos, sendo o Boletim Tema Livre mero veículo informativo e difusor acadêmico e cultural.
 

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Atividade nos últimos dias:
    **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                    Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
  

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

GEHB ** chamada de trabalhos para o XII encontro regional da ANPUH/PR

 




Chamada de trabalhos
Modalidades, valores e Prazos


Participantes

Valor
Comunicação em Simpósios temáticos (Publicação de Trabalho Completo)
(Resumos até 17/08 e trabalho completo até 27/09)
Comunicação Livre    (Publicação de Resumo Expandido)
(Resumos até 17/08 e resumo expandido até 27/09)
Comunicação em Painel                 (Publicação de Resumo Expandido)
(Resumos até 17/08 e resumo expandido até 27/09)
Participação em
Mini-cursos
Ouvinte
até 07 de outubro via boleto com direito a material.
SÓCIOS DA ANPUH (quites com a anuidade 2010)
R$ 45,00
X
X
X
X
X
PROFISSSIONAIS (graduados não filiados à ANPUH)
R$ 180,00
X
X
X
X
X
PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO
R$ 45,00
X
X
X
X
X
ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO
R$ 45,00
X
X
X
X
RELAÇÃO DAS ATIVIDADES E PARTICIPANTES CONFIRMADOS

Conferências

História, regiões e a narrativa trágica – Dr. Hélio Sochodolak – UNICENTRO/ANPUH-PR

Fazer história sem limites: a historiografia e as identidades espaciais – Dr. Durval Muniz de Albuquerque Jr. – UFRN/ANPUH – Nacional

Mesas redondas

01. Identidades Religiosas e Imigrações - Solange Ramos de Andrade (UEM); Frank Antonio Mezzomo (FECILCAM);  Marco Antonio  Neves Soares (UEL);  Rosângela Wosiack Zulian (UEPG).

02. A pesquisa de história nos livros didáticos para crianças no Brasil - Hélvio Alexandre Mariano (UNICENTRO-PR); Maria Cecília de Paula (Programa de Pós-Graduação em Educação da UFBA-Bahia); Francisco Ferreira Junior (UNICENTRO-PR); Elenice Paula (UNICENTRO-PR.

03. Arquivo, Museu, memória e Patrimônio - José Miguel Arias Neto (ANPUH/UEL); Zueleide Casagrande de Paula – (UEL);  Dayse L. R. Andrade (Arquivo Público do Paraná); Sandra C. A. Pelegri (UEM)

04. História Ambiental - Jó Klanovicz (UNICENTRO); Gilmar Arruda (UEL); João Klug  (UFSC).

05. Etnicidade e Estado Nacional – Populações indígenas na América Meridional (a confirmar) - Oseias de Oliveira (UNICENTRO); Lúcio Tadeu Mota (UEM); Levi Marques Pereira (UFGD)

06. Cultura Afro Brasileira - Silvia Cristina Martins de Souza e Silva (UEL); Ricardo Alexandre Ferreira (UNESP – Franca);  Rosimeire dos Santos Brito (UNICENTRO)

07. A Formação do professor de História - Maria Auxiliadora Schimidt – (UFPR); Sandra Regina Ferreira de Oliveira (UEL); Ana Claudia Urban (IESA –BRASIL/ NRE Ponta Grossa)

08. (I)migração: traços e espaços no campo e na cidade - Ancelmo Schorner (UNICENTRO); Sylvia Ewel Lenz  (UEL); Paulo Pinheiro Machado (UFSC).

(a coordenação de cada mesa é do primeiro participante dentre os respectivos debatedores)


Simpósios Temáticos

01. Trabalhadores e trabalho: ensino e pesquisa
Dr. Vagner José Moreira. - UNIOESTE
Dr. Rinaldo José Varussa. - UNIOESTE

02. Cultura, Etnias e Identificações: fontes e reflexões teóricas
Dra. Beatriz Anselmo Olinto. UNICENTRO
Dra. Márcia Tembil. UNICENTRO
Dr. Marcos Nestor Stein. UNIOESTE

03. Cultura e história dos povos tradicionais.
Dr. José Adilçon Campigoto. UNICENTRO.
Dr. Hélio Sochodolak. UNICENTRO.

04. História e Culturas da Infância no Paraná.
Dr. Hélvio Alexandre Mariano. UNICENTRO
Dra. Liliane da Costa Freitag. UNICENTRO

05. História Ambiental: questões, temas e perspectivas no Paraná
Dr. Jó Klanovicz (UNICENTRO-Irati)
Dr. Gilmar Arruda (UEL)
Dr. Ancelmo Schörner (UNICENTRO-Irati)

06. Fontes e métodos para a pesquisa de trajetórias, grupos e relações sociais nos territórios ibéricos e americanos nos séculos XVIII e XIX
Dra. Martha Daisson Hameister. DEHIS/UFPR
Ms. Luiz Adriano Gonçalves Borges. mestre em História-UFPR

07. Intelectuais & instituições: problemas e possibilidades de um campo interdisciplinar de estudos:
Dr. Erivan Cassiano Karvat  - UTP
Dra. Valeria Floriano Machado –UTP

08. Patrimônio Histórico e Cultural – Reflexões e Práticas
Dr. Leandro Henrique Magalhães – UniFil
Ms. Patrícia Martins Castelo Branco -  UniFil

09. As manifestações religiosas e suas construções identitárias
 Dra. Solange Ramos de Andrade. UEM
Dr. Marco Antonio  Neves Soares. UEL

10. História e Audiovisual: reflexões sobre a escrita fílmica da História
Dr. Dennison de Oliveira – UFPR
Ms. Adriane Piovezan – Doutoranda em História – UFPR

11. História Cultural, Música, Cinema, Teatro e Literatura: diálogos possíveis
Dra. Geni Rosa Duarte. UNIOESTE
Dra. Silvia Cristina Martins de Souza. UEL

12. História do Esporte, Lazer e Práticas Corporais
Dr. André Mendes Capraro. - UFPR
Dr. Luiz Carlos Ribeiro.  - UFPR

13. Instituições, imprensa e práticas educativas: explorando as relações entre saúde, medicina e educação
Dra. Vera Regina Beltrão Marques – UFPR
Dra. Erica Piovam de Ulhôa Cintra – UFPR

14. Territórios do Político
Dr. José Miguel Arias Neto - UEL
Dra. Sylvia Ewel Lenz  - UEL

15. Temas investigativos no campo do ensino de história
Profª Drª Márcia Elisa Teté Ramos - UEL
Profª Drª Sandra Regina Ferreira de Oliveira - UEL


Minicursos

01. Educação patrimonial como estratégia de identificação, reconhecimento e preservação do patrimônio histórico e cultural
Prof. Dr. Leandro Henrique Magalhães – UNIFIL
Prof ª. Ms. Patrícia Martins Castelo Branco – UNIFIL

02. Guerra do contestado: novas abordagens e novas visões
Prof. Dr. Paulo Pinheiro Machado – UFSC

03. História e música: possibilidades metodológicas para a análise de processos de deslocamentos e migratórios a partir da musica popular
Prof ª. Drª. Geni Rosa Duarte – UNIOESTE
Prof. Ms. Emilio Gonzalez – UTFPR

04. Do estigma ao mito, do mito à identidade: a construção da identidade do negro no Brasil
Prof. Doutorando Benjamin Xavier de Paula – UFVJM

05. Preservando a memória regional: organização de centros de documentação e arquivos históricos
Cacilda Maesima – CDPH-UEL
Edson José Holtz Leme – CDPH-UEL

06. Trabalhadores e trabalho no ensino de história
Prof. Dr. Rinaldo José Varussa – UNIOESTE
Prof. Dr. Vagner José Moreira – UNIOESTE

07. História, cultura material e região: conceitos & intersecções
Prof. Dr. Roberto MASSEI – UENP

08. História da infância: ampliando o campo de pesquisa
Prof. Dr. Hélvio Alexandre Mariano – UNICENTRO

09. Sociabilidades, fronteiras identitárias e a integração étnica no Paraná
Prof. Ms. Odinei Fabiano Ramos – FAFIPAR

10. Regiões, migrações e identidades em fronteiras: Brasil, Paraguai e Bolívia
Prof. Dr. Giovani José da Silva - UFMS
Prof. Ms. Leandro Baller – UFMS

11. Migrantes e história: razões e motivações da migração de paranaenses para Santa Catarina
Prof. Dr. Ancelmo Schörner – UNICENTRO



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Hélio Sochodolak
UNICENTRO - campus de Irati - PR
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA


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Hélio Sochodolak
UNICENTRO - campus de Irati - PR
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA


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Atividade nos últimos dias:
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domingo, 8 de agosto de 2010

GEHB ** Bandeiras do Brasil e dos estados foram adaptados às reviravoltas da vida nacional

 
Bandeiras do Brasil e dos estados foram adaptados às reviravoltas da vida nacional

Silvia Pacheco
Fonte: CORREIO BRAZILIENSE  Publicação: 08/08/2010

Imagine o nadador César Cielo, após ganhar a medalha de ouro nos últimos Jogos Olímpicos, subindo ao pódio com uma bandeira nas cores vermelho, azul e branco, como a da França, e, ao fundo, tocando o Hino Nacional. Esse cenário chega a ser delirante, mas consegue representar a importância de uma bandeira para uma nação. Símbolos como hinos, bandeiras, selos e brasões não são idealizados apenas por capricho dos poderosos. Eles refletem uma realidade histórica; são a crônica viva de um povo e o reforço da sua identidade com o país. Porém, são poucos os brasileiros que conhecem as origens e evoluções desses símbolos. "Essas representações contam a história do país e dos estados, e nos ajudam a entender o momento e o porquê do seu surgimento", explica o geógrafo da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro Tiago Berg, que investigou a evolução desses símbolos. Dentro do trabalho, o pesquisador analisou essas representações nas bandeiras para saber como os estados — e o país — eram refletidos.

O trabalho de compilacão do material revelou-se uma importante contribuição para a memória do país. Ao contrário do que ocorre em locais como os Estados Unidos, a Alemanha e a Austrália, não há no Brasil um acervo centralizado que facilite a consulta aos símbolos regionais. Mesmo investigando em fontes oficiais, Berg detectou uma ausência de rigor na elaboração das bandeiras, muitas vezes em desacordo com as prescrições das legislações estaduais. Em alguns casos, foi necessário corrigir os desenhos e colorir os símbolos históricos. Desse mergulho surgiu uma perspectiva diferente para enxergar a história do Brasil.

A partir daí, o geógrafo descobriu que as bandeiras dos estados litorâneos têm muito mais elementos históricos do que geográficos e os estados interioranos, o contrário. "Quando se tem uma ausência histórica profunda, nos quais a colonização foi recente, surgem símbolos que representam o espaço geográfico daquele estado", justifica Berg.

Um bom exemplo de bandeira feita em cima de elementos geográficos é a bandeira do Distrito Federal. Desenhada pelo heraldista Guilherme de Almeida, a bandeira é fiel às cores nacionais. O retângulo branco representa a paz e a harmonia. Dentro, foi colocado um quadrado verde que remete ao formato do Distrito Federal. Inserida nele, há uma cruz amarela, com flechas nas pontas, que representa três elementos: os índios brasileiros, a vocação de um estado cristão e, por último, a questão geopolítica, pois a cruz também representa os quatro pontos cardeais, ou seja, aponta para todo o território nacional. "Essa bandeira mostra que o poder do Distrito Federal, por deter a capital do país, emana para os quatro cantos do país", interpreta Berg.

Contudo, segundo o geógrafo, quase todas as bandeiras dos 27 estados são inspiradas na do Brasil. O losango dentro de um retângulo e a esfera armilar(1) são os símbolos da bandeira nacional mais repetidos pelos estados. "Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Ceará têm o mesmo desenho da bandeira brasileira. Utilizam a forma (losango inserido no retângulo) e a esfera armilar, muito usada nas bandeiras do Brasil Império", aponta Berg. Outros estados, como São Paulo, Goiás, Piauí, Maranhão e Bahia, porém, contam com a influência da bandeira dos Estados Unidos, seguindo o padrão de 13 listras, em duas cores, e um quadrado no canto superior esquerdo, com estrelas.

Mudanças
Antes da bandeira nacional conhecida atualmente, o Brasil teve outras quatro, todas ligadas ao período colonial e imperial (veja infografia). Naquela época, as cores tradicionais dos Braganças eram o azul, o branco e o vermelho, mas Dom Pedro I preferia usar o verde. Já a cor amarela era utilizada pela família dos Habsburgos, à qual pertencia a princesa Leopoldina, mulher do imperador. O losango, por sua vez, era o formato do brasão das mulheres. "Isso leva a interpretar que o desenho da bandeira brasileira foi uma homenagem à união do casal", diz o geógrafo. Mesmo durante o Império, porém, as cores verde e amarela não foram associadas às famílias aristocráticas, e sim a elementos naturais.

A popularidade dos temas naturais, contudo, não se deve apenas à exuberância da flora e da fauna do país. De acordo com Berg, essa opção tira de foco os temas sociais, porque a natureza é passiva, não tem história. "Ao se colocarem de lado as menções a temas conflituosos do passado, como a escravidão e as revoluções, é mais fácil criar uma ideia de unidade", pondera o pesquisador.

O professor de história da Universidade de Brasília (UnB) Estevão Martins afirma que "as representações cívicas exprimem uma visão simbólica do grupo social com a política do Estado". Ele valida a iniciativa do geógrafo Tiago Berg e defende a volta da educação cívica nas escolas. "Todo mundo acha que fazer educação cívica é ser retrógrado. Isso, em parte, é devido ao fato de que quiseram enfiar goela abaixo uma espécie de pieguismo cívico no passado, e isso teve um efeito nocivo de pular para o extremo oposto", alfineta. "A educação cívica é fazer com que o brasileiro saiba a que Brasil ele pertence e o que compõe esse país", conclui. Tiago Berg espera também que seu levantamento caia nas graças do Ministério da Educação e seja incluído nos livros de história e geografia.

1 - Geometria planetária
A esfera armilar reproduz a abóboda celeste que envolve a Terra, representada por um pequeno globo central. Os círculos que a cruzam paralelamente são chamados de armilas, referentes às linhas de referência da geometria planetária. A faixa transversal que corta a esfera representa o Zodíaco, zona celeste pela qual transitam o Sol, a Lua e os planetas. Ela era empregada nas escolas gregas onde se ensinava a arte da navegação. Nas bandeiras portuguesas, representa tanto a navegação quanto a expansão do império português.


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    sábado, 7 de agosto de 2010

    GEHB ** Arquivo de fotos na internet.

     
            O Site Britânico http://www.historypin.com/ parceiro do Google, foi criado este ano, com a meta ambiciosa de se tornar um arquivo gigantesco de fotos históricas, de cidades, costumes e etc., na internet. Lá já se encontra algumas fotos do Rio de Janeiro, para ser mais especifico 14 fotos (abaixo), sites como este talvez venham a se transformar em verdadeiros arquivos públicos digitais de  fácil acesso e gratuito (Quem sabe?).
           Ferramentas como esta, podem no futuro ajudar e muito no Ofício do Historiador, o acesso pode ser feito pela conta do Google e a interface é semelhante ao Google Maps.
                                                                                                                                                                                                                                                                                  Marcelo G. Cruz. 
     
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    sexta-feira, 6 de agosto de 2010

    GEHB ** Olimpíada Nacional de História prorroga inscrições

     
    Olimpíada Nacional de História prorroga inscrições

    Fonte: Museu Exploratório de Ciências Universidade Estadual de Campinas  04 de agosto de 2010, por Camila Delmondes

    Atendendo a inúmeros pedidos, a organização da 2ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) do Museu Exploratório de Ciências (MC), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), decidiu prorrogar em sua página na internet, o prazo de inscrição para o dia 11 de agosto. De volta às aulas, estudantes e professores terão mais tempo para organizar suas equipes.
    A competição acontece de 19 de agosto a 24 de outubro em cinco fases on-line e uma presencial. Poderão participar estudantes regularmente matriculados no oitavo e nono anos do Ensino Fundamental, demais séries do Ensino Médio e professores de história de todo o país. A taxa é de 15 reais para as equipes de escolas públicas e 35 reais para as equipes das escolas particulares.
    Até o momento, quase cinco mil equipes já iniciaram o processo de inscrição. O Estado de São Paulo possui o maior número de participantes, com mais de 1200 equipes. Em segundo e terceiro lugares, respectivamente, o Pernambuco, com 447, e a Bahia, com 320. A 2ª ONHB já recebeu inscrições de todos os estados brasileiros. As escolas públicas continuam a liderar o ranking de inscrições, com 75% do número total de participantes.
    Sobre
    A 2ª Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma iniciativa do Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. O evento é patrocinado pelo CNPq e tem o apoio da Revista de História da Biblioteca Nacional. A 1ª edição, realizada em 2009, inscreveu mais de 15 mil participantes e reuniu cerca de duas mil pessoas na final presencial, realizada na Unicamp, nos dias 12 e 13 de dezembro.
    A ONHB é concebida e elaborada por historiadores e professores de história do MC e da Unicamp. Como proposta, os participantes têm a oportunidade de trabalhar com temas fundamentais da história nacional e de conhecer de perto as práticas e metodologias utilizadas pelos historiadores.
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      quinta-feira, 5 de agosto de 2010

      GEHB ** Obra sobre História da África é traduzida para uso em licenciaturas

       

        Fonte: JC e-mail 4068, de 05 de Agosto de 2010.
       

      Obra sobre História da África é traduzida para uso em licenciaturas
      Coleção será publicada pelo MEC e distribuída para os centros de formação de professores da educação básica das universidades e para pesquisa em bibliotecas

      O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) concluiu a tradução e atualização ortográfica dos oito volumes da coleção História Geral da África. As obras constituem material de referência que serão usados nos cursos de formação de professores em História da África e relações etnicorraciais e em cursos de graduação, especialmente nas licenciaturas e pedagogia.

      A coleção é reconhecida como a principal obra de referência internacional sobre o continente africano, informa o coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da UFSCar, Valter Silvério. Foi publicada pela primeira vez no final da década de 1980, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

      Agora, explica Silvério, a coleção será publicada pelo MEC e distribuída para os centros de formação de professores da educação básica das universidades e para pesquisa em bibliotecas. A expectativa de Silvério é que o MEC publique a coleção em novembro deste ano.

      Durante dois anos, a pedido do Ministério da Educação, a UFSCar coordenou a atualização ortográfica dos volumes da coleção já traduzidos pela Unesco: Metodologia e Pré-História, Antiga Civilização, África dos Séculos XII a XVI e A Dominação Colonial de 1880 a 1935.

      No mesmo período, contratou tradutores da língua francesa para o português, que trabalharam nos outros quatro livros: África do século VII ao XI, África dos séculos XVI ao XVIII, África dos séculos XIX a 1880, e África de 1935 em diante, que é o oitavo volume.

      Na avaliação do professor Valter Silvério, a coleção vai ajudar a suprir uma lacuna em nossa formação sobre o legado africano. A dimensão dos conteúdos, diz, vai além da história européia. "Abrange a história mundial dos povos originários". Atende, ainda, a questão política atual de aproximação e aprofundamento do diálogo Sul-Sul, do estreitamento das relações do Brasil com o continente africano, além de ser útil para os países da África portuguesa.

      Histórias cruzadas

      A Universidade Federal de São Carlos também desenvolve outro projeto encomendado pelo MEC. "Brasil-África - histórias cruzadas" é um material para uso pedagógico de estudantes da educação básica pública, para professores e alunos das licenciaturas. Valter Silvério explica que os materiais abordam a cultura brasileira e a cultura africana com conteúdos e ilustrações apropriados para cada etapa da educação básica.

      São volumes específicos para a educação infantil, anos iniciais do ensino fundamental, anos finais do ensino fundamental e para o ensino médio. Para os professores que vão trabalhar esses conteúdos na sala de aula e para os alunos das licenciaturas, o projeto desenvolveu dois cadernos de estudos sobre História da África e um guia de orientação pedagógica.

      Para criar a coleção "Brasil-África - histórias cruzadas", a UFSCar contratou pesquisadores das cinco regiões do país para reunir materiais sobre a influência da cultura africana na vida dos brasileiros do norte, do sul, do nordeste, do centro-oeste e do sudeste. É um trabalho complexo e demorado, segundo Silvério. Esse projeto, que está em andamento, tem uma tríplice parceria - MEC, UFSCar e Unesco.

      Pedidos

      Em 2008, o Ministério da Educação selecionou 27 universidades públicas, federais e estaduais, para organizar cursos de formação de professores (aperfeiçoamento, especialização ou extensão) e produção de materiais didático-pedagógicos na temática etnicorracial. A abordagem dos conteúdos segue o que determina a Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Os materiais didáticos e a qualificação de professores foram solicitados por 72% dos municípios nos planos de ações articuladas (PAR), em 2007 e 2008.

      Para executar essa tarefa, as 27 universidades receberam R$ 3,6 milhões do Programa de Ações Afirmativas para a População Negra nas Instituições Públicas de Educação Superior (Uniafro). Cada projeto recebeu entre R$ 100 mil e R$ 150 mil. Das 27 instituições, a UFSCar foi selecionada para criar materiais didáticos e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para produzir vídeos.

      O Plano de Ações Articuladas (PAR) é um diagnóstico e planejamento das ações educacionais realizado por estados e municípios para um período de cinco anos, de 2007 a 2011.
      (Ionice Lorenzoni, da Assessoria de Imprensa do MEC)




      Atividade nos últimos dias:
            **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                            Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
         
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        GEHB ** Seleção Mestrado em História - UDESC [1 Anexo]

         
        Edital em anexo. Informações em: http://www.ppgh.udesc.br/


        Apresentação

        O Programa de Pós-Graduação em História da UDESC, em nível de Mestrado, está em atividade desde 2007, reconhecido pelo Ministério da Educação, pelo Conselho Estadual de Educação e recomendado pela CAPES. Oferece, no âmbito da educação superior pública, uma oportunidade para a formação de docentes e pesquisadores com interesses no conhecimento histórico. Com área de concentração em História do Tempo Presente, é estruturado em duas linhas de pesquisa: Culturas Políticas e Sociabilidades e Linguagens e Identificações.

        APRESENTAÇÃO
        O Programa de Pós-Graduação em História da UDESC, em nível de Mestrado, está em atividade desde 2007, reconhecido pelo Ministério da Educação, pelo Conselho Estadual de Educação e recomendado pela CAPES. Oferece, no âmbito da educação superior pública, uma oportunidade para a formação de docentes e pesquisadores com interesses no conhecimento histórico. Com área de concentração em História do Tempo Presente, é estruturado em duas linhas de pesquisa: Culturas Políticas e Sociabilidades e Linguagens e Identificações.
        APRESENTAÇÃO
        O Programa de Pós-Graduação em História da UDESC, em nível de Mestrado, está em atividade desde 2007, reconhecido pelo Ministério da Educação, pelo Conselho Estadual de Educação e recomendado pela CAPES. Oferece, no âmbito da educação superior pública, uma oportunidade para a formação de docentes e pesquisadores com interesses no conhecimento histórico. Com área de concentração em História do Tempo Presente, é estruturado em duas linhas de pesquisa: Culturas Políticas e Sociabilidades e Linguagens e Identificações.
        APRESENTAÇÃO
        O Programa de Pós-Graduação em História da UDESC, em nível de Mestrado, está em atividade desde 2007, reconhecido pelo Ministério da Educação, pelo Conselho Estadual de Educação e recomendado pela CAPES. Oferece, no âmbito da educação superior pública, uma oportunidade para a formação de docentes e pesquisadores com interesses no conhecimento histórico. Com área de concentração em História do Tempo Presente, é estruturado em duas linhas de pesquisa: Culturas Políticas e Sociabilidades e Linguagens e Identificações.


        EDITAL PARA INGRESSO NO MESTRADO EM 2011
         
        Leia o Edital para ingresso no Mestrado em História da UDESC em 2011.
        14/09 a 15/10 - Inscrições
        19/11 - Resultado da avaliação de projetos de pesquisa
        29/11 - Prova de conhecimentos
        13 a 15/12 - Defesa dos projetos de pesquisa (entrevistas)
        17/12 - Resultado final
        Mais informações, no próprio Edital.  Acesse aqui . 



        Revista Tempo e Argumento: http://revistas.udesc.br/index.php/tempo/issue/current

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        Atividade nos últimos dias:
              **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                              Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .
           
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          GEHB ** Primeiro livro de história escrito por um brasileiro será lançado pelo Senado na Bienal de São Paulo

           
          Primeiro livro de história escrito por um brasileiro será lançado pelo Senado na Bienal de São Paulo

          [Foto:]

          Em 1881 a Biblioteca Nacional realizou uma exposição de história e geografia do Brasil com impressos, manuscritos, mapas, estampas, medalhas e moedas. Diversas instituições e colecionadores particulares contribuíram com a mostra. O livreiro João Martins Ribeiro havia encontrado entre um lote de papéis, livros e manuscritos antigos por ele adquiridos, uma história do Brasil da qual nunca havia ouvido falar. Em vez de colocá-la à venda, resolveu doá-la como sua cota para a exposição que seria inaugurada.
          Quem conta essa história é Capistrano de Abreu em nota preliminar do livro História do Brasil, de Frei Vicente do Salvador, obra que o Conselho Editorial do Senado está relançando na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que ocorrerá no período de 12 a 22 de agosto. O primeiro capítulo da história assinada por Frei Vicente foi publicado no Diário Oficial de 23 de julho de 1886. No ano seguinte, saiu um volume de 115 páginas incluindo os dois primeiros dos cinco livros que integram a obra. A edição completa foi divulgada em 1889 nos anais da Biblioteca Nacional.
          O livro agora recém-lançado pelo Conselho Editorial do Senado foi baseado no texto da Biblioteca Nacional. As modificações foram uma simplificação na ortografia e uma atualização na pontuação, além de uma alteração nos capítulos do quinto e último livro. A obra de Frei Vicente do Salvador é a primeira história do Brasil escrita por brasileiro. O primeiro volume contém uma descrição do descobrimento, da população e da terra descoberta pelos portugueses. O segundo relata como o país foi povoado, dividido em capitanias hereditárias.
          O período em que o Brasil foi governado por Tomé de Sousa até a vinda de Manuel Teles Barreto, quando Portugal perdeu sua independência para a Espanha, é o tema principal do terceiro livro. O quarto volume trata do governo Teles Barreto até a vinda do governador Gaspar de Sousa. O quinto livro vai desde o tempo em que o Brasil foi governado por Gaspar de Souza até a vinda do governador Diogo Luís de Oliveira. Trata, sobretudo, da tentativa holandesa de conquistar o país. 
          Serviço:
          História do Brasil
          Autor: Frei Vicente do Salvador

          Preço: R$ 30 



          FONTE: AGÊNCIA SENADO

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