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terça-feira, 23 de março de 2010

GEHB ** Newsletter história e-história

 

ISSN 1807-1783                atualizado em 23 de março de 2010   


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Leia em História e-História

por Webmaster História e-História


Helder Camara escrevendo carta
pessoal para Virgínia Côrtes de Lacerda

História ao portador: a escrita epistolar do padre Helder Camara, por Jordana Gonçalves Leão.

Em 19 de fevereiro de 1944, às quatro e meia da manhã, o padre Helder Pessoa Camara, no seu pequeno apartamento no Botafogo, no Rio de Janeiro, levantava-se para mais uma madrugada de vigília. O hábito de realizar as vigílias, surgido em sua vida ainda no seminário, representava uma tentativa de vivenciar alguns momentos de encontro com Deus. Helder rezava, lia o Breviário, respondia às correspondências recebidas, reavaliava suas atuações nos incontáveis compromissos de que participava diariamente, rascunhava a homilia do dia seguinte e escrevia pequenos textos poéticos que denominava de Meditações do padre José. Confira…

 

Para a salvação da alma e engrandecimento do rei e do reino: leituras e estratégias de controle e resistência dos cativos nas Minas, por Marcos Aurélio De Paula Pereira.

O presente artigo trata de leituras sobre a escravidão nas Minas no século XVIII. Baseando-nos nas leituras que o 3º Conde de Assumar, D. Pedro Miguel de Almeida Portugal, governador da capitania entre 1717e 1721, elaborou e discutiu em cartas sobre como viviam os negros e índios, e as medidas para controle dessa população, identificamos estratégias desenvolvidas e situações que denunciam os paradoxos internos do regime escravocrata. Confira…

 

A identidade do intelectual- artista: a construção de um personagem social na cidade do Recife nos anos 1950-1960, por Bianca Nogueira da Silva Souza.

Esse trabalho nasceu da tentativa de discutir e entender a construção do conceito de intelectuais com base na figura do artista e seu papel social na cidade do Recife entre anos de 1950 a 1960 segundo as percepções de um sujeito e suas vivências, o artista plástico Wilton de Souza, que assim como muitos artistas de sua geração idealizaram a construção de um projeto de sociedade onde, a democracia fosse vivenciada de forma plena. Entre tantos nomes possíveis para essa reflexão, a escolha por Wilton de Souza não se deu de forma aleatória. Ela é fruto da história de vida desse sujeito que, neste período, dava seus primeiros passos na carreira profissional, e por isso, pode ser encarado como protótipo perfeito para um olhar não consolidado do ser intelectual, que aspira na sociedade reconhecimento a partir de suas ações e performances sociais. Confira…

 

O alinhamento protestante ao Golpe Militar e a repressão aos "crentes subversivos, por Paulo Julião da Silva.

Em nosso trabalho, analisamos como se processou o apoio de alguns setores protestantes ao Golpe militar em 1964, bem como a repressão àqueles que por algum motivo não tiveram a visão oficial de suas instituições e eram vistos como "crentes subversivos". Alguns evangélicos que desde a criação do Partido Comunista Brasileiro em 1922 vinham discursando contra a ideologia marxista, viram a intervenção militar como respostas de orações e providência divina. Ao analisar a historiografia sobre a época, percebemos que houve apoio de uma parcela da população e repulsa de outros ao Golpe Militar principalmente entre os evangélicos que é o grupo que nos propomos a discutir. Além da historiografia, possuem sua relevância em nosso debate, alguns periódicos protestantes, bem algumas entrevistas que facilitaram nosso trabalho e nosso entendimento em uma temática tão nobre e tão discutida nos meios acadêmicos, mas que ainda carece de uma análise mais aprofundada da visão que os "crentes" tiveram a esse respeito. Confira…

 

Allah na Cidade das Etnias: O Aparecimento Público do Grupo Étnico Árabe na Cidade de Criciúma/SC, por Michele Gonçalves Cardoso.

A cidade de Criciúma/SC consolidou sua identidade urbana baseada na etnicidade no período das comemorações de seu Centenário. Esta transformação identitária possibilitou a inserção de diversos grupos étnicos na identidade da urbe. Entre eles podemos destacar o grupo étnico árabe que afirmou sua presença na cidade através de uma festividade e da demarcação de um território árabe muçulmano cuja mesquita é o principal elemento. Confira…

 


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Atividade nos últimos dias:
    **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                    Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .



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GEHB ** A história pensada

 
Repassando.

Gustavo.

"Cansamo-nos de agir
 E até de pensar cansamos;
 Só não cansamos de amar
 E nem de dizer que amamos"

(Teixeira Mendes, a partir de Augusto Comte)


--- Em seg, 22/3/10, Editora Contexto <contato@editoracontexto.com.br> escreveu:

De: Editora Contexto <contato@editoracontexto.com.br>
Assunto: A história pensada
Para: gustavobiscaia@yahoo.com.br
Data: Segunda-feira, 22 de Março de 2010, 17:15

Editora Contexto

Prezado Gustavo Lacerda,

A Editora Contexto apresenta um importante lançamento:








A "disciplina" da historiografia, no sentido contemporâneo do termo, surgiu na transição do século XIX para o século XX, mediante um primeiro corpo de regras e normas metodológicas fixado sob influência do positivismo e do historicismo. Os autores e os textos que constam da presente obra foram escolhidos em função de seu caráter estratégico para a compreensão desse percurso de estruturação dos modelos de conhecimento histórico e de sua repercussão. Optou-se por autores e textos não (ou só dificilmente) disponíveis em português.
A seleção, tradução e revisão dos textos foram feitas por importantes historiadores, que também escreveram um comentário em todo capítulo. Cada comentário é simultaneamente introdução ao autor e explicação do texto. Assim, o leitor tem acesso à obra de: Thomas Carlyle, Johann Gustav Droysen, Ernst Bernheim, Wilhelm von Humboldt, Theodor Mommsen, Karl Lamprecht, George Macaulay Trevelyan, Jacob Burckhardt, Leopold von Ranke e Henry Thomas Buckle. Obra essencial para historiadores e estudantes de História
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Nº de Páginas: 256
Formato: 16 x 23
ISBN: 978-85-7244-468-2
Data de chegada: 25/03






Atenciosamente,

Diego Jock

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Atividade nos últimos dias:
    **Este grupo foi criado com o intuito de promover releituras da HISTÓRIA DO BRASIL e tão-somente  HISTÓRIA DO BRASIL.  Discussões sobre a situação atual: política, econômica e social não estão proibidas, mas existem outros fóruns mais apropriados para tais questões.

                                                                                                    Por Favor divulguem este grupo e grato pelo interesse .



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